Date – 2 janeiro, 2017

Segunda – feira – 22:00 – Jovem de 17 anos destrói carro em poste e fica em estado grave

Por volta das oito da manhã deste domingo, dia primeiro de janeiro, o estudante Udson Borges Ribeiro, de 17 anos, sofreu um acidente próximo a terceira Companhia da Polícia Militar, em Perocão.

O jovem é morador de Santa Mônica e no momento do acidente seguia no sentido Perocão – Centro quando perdeu o controle do carro, bateu no veículo do policial Keules José de Oliveira, de 22 anos, que estava na sua frente e em seguida atingiu o poste.

Segundo a irmã do jovem, Jociane Ribeiro, de 22 anos, Udson pegou o carro escondido para ir até a padaria comprar pão. “A namoradinha dele dormiu aqui então acho que ele queria fazer o café da manhã para ela e aproveitou que o nosso pai estava dormindo e pegou a chave do carro escondido para ir até a padaria comprar pão”.

Ela relatou que ninguém sabia que ele havia saído e depois que perceberam que Udson não estava em casa e demorava para chegar quando foram informados do acidente pela polícia.

O policial também não entendeu bem o motivo do acidente. Ele afirmou que estava indo com a família para a praia quando tudo aconteceu.

“Eu estava indo para praia quando senti a batida e o carro rodou. Até agora não sei qual a explicação para ele ter colidido porque a pista estava bem vazia, era de manhã e não tinha carro na minha frente nem na contramão graças a Deus porque eu também acabei invadindo a contramão quando meu carro girou e ele simplesmente bateu no meu carro”.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o quadro clínico do jovem é considerado grave.

Fonte: Portal 27

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Bom Jesus do Galho – MG – Segunda-feira – 20:40 – Jovem de 21 anos é morto a facadas pelo padrasto

A Polícia Militar foi acionada por populares. A denúncia dava conta de que o padrasto Ademir Alves de Farias, de 56 anos, havia esfaqueado e matado o seu enteado João Pedro Gomes, de 21 anos. O crime aconteceu na tarde de ontem (01/01), no povoado do Galho Velho, na zona rural de Bom Jesus do Galho.

Quando os militares chegaram até o local, a vítima estava caída ao solo, sem sinais vitais. O local foi isolado e a perícia técnica acionada, a qual constatou uma perfuração no peito da vítima e um corte no braço esquerdo, provocado provavelmente por uma faca.

Uma testemunha informou que pouco antes do homicídio, Ademir estava em um bar localizado naquele povoado, a vítima chegou ao estabelecimento e começou a proferir xingamentos e empurrões contra ele. O autor não respondeu às ofensas e foi para a casa. A esposa do suspeito e mãe da vítima informou aos militares que Ademir se apossou de uma faca e disse que acabaria com a vida de João Pedro.

Minutos depois, a vítima chegou em sua residência e trocou xingamentos com o autor. O desentendimento e as agressões culminaram na morte do rapaz, que ainda tentou correr, mas morreu do lado de fora de sua casa, na rua Antônio Lino Viana.

Foi realizado intenso rastreamento para efetuar a prisão do autor, porém, ele ainda não foi encontrado.

Fonte: Portal Caparaó

Segunda-feira – 20:10 – Homem é baleado no ombro na praia de Santa Clara

Um homem, de iniciais A.C.S. foi baleado na noite deste domingo (1º) na Avenida Principal da praia de Santa Clara, em São Francisco de Itabapoana.

A vítima foi socorrida por uma equipe do Resgate Municipal para o Hospital Ferreira Machado (HFM). O homem foi atingido no ombro e já recebeu alta da unidade hospitalar.

A polícia não divulgou como o homem foi baleado nem mesmo a motivação. O caso foi registrado na 147ª da cidade.

Fonte:Campos 24hrs / foto meramente ilustrativa

Segunda Feira – 20:05 – Massacre no complexo penitenciário de Manaus com cerca de 60 mortos, marca o nome do Amazonas no 1º dia do ano. Veja fotos e vídeo abaixo:

A rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) marcou o nome do Amazonas negativamente na história do sistema prisional brasileiro. Com o total de mortos a ser finalizado, mas ficando entre 50 e 60, segundo o Governo do Estado, a rebelião já é o segundo maior massacre da história dos presídios brasileiros.

No ranking negativo, o banho de sangue do Compaj fica atrás apenas do nacionalmente conhecido Massacre do Carandiru, quando 111 detentos foram mortos, a maioria por policiais que entraram no local para conter uma rebelião. Pelas mortes, 73 foram condenados a penas que variam de 48 a 624 anos. No entanto, em setembro do ano passado, os julgamentos foram anulados porque, no entendimento da 4ª Câmara Criminal do Tribunal do Júri do Tribunal de Justiça de São Paulo, não havia elementos para mostrar quais foram os crimes cometidos por cada um dos agentes. Um novo julgamento será realizado.

Antes da chacina no Compaj, a nada honrosa “medalha de prata” de maior massacre ficava por conta da rebelião no presídio de Urso Branco, em Porto Velho, em 2002. Na ocasião, 27 presos foram mortos e o Brasil chegou a ser denunciado à Corte Interamericana de Direitos Humanos. O curioso é que a chacina em Urso Branco ocorreu também num período de fim de ano, no Réveillon de 2001 para 2002.

O ocorrido em Urso Branco se assemelha às situações registradas no Compaj, uma vez que presos do “seguro”, onde ficam detentos ameaçados de morte, também foram mortos e decapitados. Em Manaus, no entanto, o que chamou atenção foi a quantidade de mortos, mais que o dobro do ocorrido em Urso Branco.

Um vídeo que circula na internet mostra detalhes do banho de sangue visto dentro do Compaj. Sem qualquer restrição, um detento filma corpos esquartejados, colocados um em cima do outro, em uma espécie de carrinho para transportar cargas. A filmagem, que dura menos de 30 segundos, continua e corpos enfileirados mostram que o Compaj virou o palco de uma verdadeira guerra.

Outro vídeo que também circula nas redes sociais mostra detentos apresentando como verdadeiros troféus as cabeças de presos identificados como Bruninho, Moicano, Manabu, Edinho e Manoel Tatu. “Tudo do PCC. Isso é a resposta que a FDN dá pra safado”.

As siglas PCC e FDN representam Primeiro Comando da Capital e Família do Norte, as duas principais facções criminosas que atuam no narcotráfico no Amazonas. De acordo com o secretário Sérgio Fontes, da pasta de Segurança Pública, a rebelião foi causada pela guerra entre as duas facções. A ação, orquestrada pela FDN, tinha como alvo os membros do PCC. “Foi só um lado que teve mortos. A FDN massacrou os supostos integrantes do PCC e mais um ou outro desafeto que eles tinham naquele momento. Não houve uma contrapartida da outra facção”.

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Fonte: acrítica.com

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