Date – 16 abril, 2017

Domingo de Páscoa – Atualizada às 22:45 – Casal Homossexual tem filhas Gêmeas geradas pela própria avó de 52 anos – Diante do sonho do filho de ter um bebê com o marido, sua própria Mãe se ofereceu para gerar as netas.

A dona de casa de 52 anos sabia do sonho do filho de ser pai e, diante da dificuldade que o casal vinha enfrentando para adotar uma criança recém-nascida — o desejo dos dois –, ela se ofereceu para gerar os netos.

Valéria Oliveira é mãe de Victor, casado com Roberto Pereira há três anos e meio. Ambos são pais de Alice e Valentina, de 2 meses, que foram geradas no útero de Valéria. Sim, da avó. A dona de casa de 52 anos sabia do sonho do filho de ser pai e, diante da dificuldade que o casal vinha enfrentando para adotar uma criança recém-nascida — o desejo dos dois –, ela se ofereceu para gerar os netos.

“Victor é filho único, e eu tinha vontade de fazer isso por ele, por mim, para aumentar nossa família. Queria muito ser avó”,  conta Valéria, com lágrimas nos olhos.

A princípio, Roberto, o genro, não gostou muito da ideia.

“Sei o quanto Valéria é importante na vida de Victor. Ela se tornou uma pessoa indispensável para mim. É um exemplo de ser humano e de mãe. Não queria colocar a vida dela em perigo. A possibilidade de realizar o nosso sonho, ter as crianças e não ter ela não fazia sentido”,  lembra o contador.

Mas Victor, bombeiro e psicólogo, resolveu marcar uma consulta numa clínica de fertilização in vitro. E o médico acabou tranquilizando a família em relação aos riscos.

“Fiz vários exames clínicos, laboratoriais, biopsia da camada do endométrio… Já estava no climatério (período que antecede a menopausa), mas o médico disse que meu útero estava perfeito, como o de uma adolescente”, relata Valéria.

Foi quando o casal partiu em busca de um óvulo de uma doadora anônima. A fertilização — com um espermatozoide de Victor e um de Roberto — e a transferência dos embriões para o útero de Valéria foram feitas em maio do ano passado. Quinze dias depois, Valéria fez o exame Beta HCG e descobriu que estava grávida.

“Foi uma felicidade. Porque, para nós, a possibilidade de sermos pais biológicos era algo muito distante”,  diz Victor.

Valéria conta que a gestação foi tranquila, sem enjoos, e que só ganhou 11 quilos. Teve apenas que tomar remédios nos três primeiros meses, porque seu organismo não prepararia o útero para receber uma criança naturalmente:

“O médico falou que as chances de aborto eram as mesmas de uma gestação natural. Sabia que daria certo. Mas achei melhor não contar para ninguém no início.”

O receio, diz Roberto, era “como explicar que Valéria era só o forno”: “Não sabia se entenderiam que a pizza a gente já tinha feito e que nenhum ingrediente era dela, que ela só estava fazendo crescer a massa.”

Valéria começou a circular pela rua com roupas largas. A família (tios, sobrinhos e agregados) ficou sabendo da novidade somente m outubro, em seu aniversário, quando ela estava com cinco meses de gravidez.

“Meu irmão ficou meio bitolado, sem entender como eu teria filhos do meu filho. Mas frisei que não tinha material genético meu envolvido”, conta a dona de casa, lembrando que, na rua, as pessoas perguntavam se era uma gravidez temporã. “Dizia que eram minhas netas mesmo. Não me importava com o que as pessoas iam pensar.”

As gêmeas nasceram de 37 semanas, no dia 2 de fevereiro: Alice veio primeiro, com dois quilos e 450 gramas. Valentina chegou em seguida, com um quilo e 850 gramas, e teve que ficar 15 dias na UTI até ganhar mais peso.

 

Cuidados

Como Valéria não teve leite, as meninas tomam suplemento hipercalórico. A avó continua morando com Victor e Roberto, em Madureira, provisoriamente, para ajudar nos cuidados com as gêmeas. Depois, volta para casa, em Cavalcante, também na Zona Norte.

“Não me senti mãe delas em momento algum, só avó mesmo”, diz Valéria.

O processo de registro das crianças, no entanto, não foi tão simples. Victor conta que a oficial do cartório de Cascadura disse que não poderia registrar as gêmeas no nome do casal, mesmo diante de um documento da maternidade, assinado por Valéria, dando conta de que ela era apenas o útero de substituição:

“A oficial queria que as registrássemos no nome de minha mãe, com pai ignorado, e entrássemos com um processo de adoção. Fui ao plantão do Tribunal de Justiça, que me orientou a procurar a Defensoria Pública. A defensora me deu um ofício obrigando o cartório a registrar as meninas no nosso nome.”

Professor de Direito Civil da Fundação Getulio Vargas, Gustavo Kloh afirma que a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 132, julgada pelo Supremo Tribunal Federal em 2011, igualou os direitos de homossexuais aos dos heterossexuais:

“O artigo 1.597 do Código Civil diz que a paternidade se presume por critérios necessariamente biológicos, exceto nas hipóteses em que haja reproduções por meios artificiais, como a fertilização.”

No Brasil, a resolução 2.013/13 do Conselho Federal de Medicina autoriza a doação temporária do útero (a popular barriga de aluguel), mas apenas entre parentes de até quarto grau (mãe, filha, irmã, avó, tia ou prima do doador genético) e desde que não haja caráter comercial.

“A legislação brasileira é rígida. Antes de fazer o procedimento, o médico precisa comunicar ao Conselho Federal de Medicina, que analisa a petição e autoriza ou não a gestação compartilhada”,  explica Bianca De Albuquerque, advogada do Banco de Cordão Umbilical do Brasil.

A gestação de Alice e Valentina foi devidamente autorizada. Agora, Victor, que trabalha no Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças do Corpo de Bombeiros em Guadalupe, está de licença paternidade com efeito de maternidade: ficará seis meses em casa cuidando das crianças. Ele e Roberto, que pediu demissão do trabalho para acompanhar o marido, planejam ensiná-las logo cedo a lidar com possíveis preconceitos da sociedade: “Elas serão educadas para saber respeitar as diferenças e entender que há diversas configurações familiares hoje em dia. E que família é toda aquela junção baseada no amor. A nossa família é amor.”

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Fonte: Gazeta Online

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Vitória – ES – Domingo de Páscoa – 21:35 – Homem chama cunhado de corno e reunião de família acaba em tiroteio

Homem foi até a casa da sogra e atirou contra o cunhado que havia brigado, mas acabou acertando o outro irmão de sua esposa

Um almoço de família no bairro Vila Palestina, em Vitória, terminou na delegacia na noite de sexta-feira da paixão (14). Um dos familiares foi até a casa da sogra e tentou atirar contra o irmão de sua esposa. O crime teria acontecido após uma briga entre cunhados, depois que um deles chamou o outro de “corno” e caçoou da vítima por ela ter se divorciado há um mês.

Após o desentendimento, por volta das 17h, a irmã do divorciado foi atrás dele – o homem havia deixado a casa do pai ao se sentir ofendido. No entanto, no meio do caminho ela foi assaltada e teve o celular roubado. O esposo da mulher culpou o cunhado e resolveu ir até a casa dele para tirar satisfações, segundo o depoimento que prestou na Delegacia de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória.

Por volta das 20h, o esposo encontrou o cunhado na casa da sogra e começaram a discutir. Embriagados, ambos acabaram trocando socos e empurrões. O esposo tentou jogar um copo de vidro na vítima e deixou a casa fazendo ameaças de morte.

Minutos depois, ele voltou com uma arma calibre 38 em mãos e gritou para que o cunhado saísse de casa. A mãe da vítima trancou o portão e impediu que o genro entrasse no local. Ao ver o cunhado em uma das janelas, o acusado atirou contra ele e fugiu. Segundo o depoimento da vítima, foram cerca de oito disparos.

Após o atirador deixar o local, o homem chamou a polícia e foi esperar a viatura do lado de fora da casa. O cunhado, porém, voltou ao local, dirigindo um Astra de cor prata e atirou contra ele, acertando outro irmão de sua esposa, que estava ao lado da vítima.

Os policiais foram até a casa dos pais do atirador, onde ele e o veículo usado no crime estavam. O homem confirmou que se desentendeu com o cunhado, mas negou que tivesse atirado contra o familiar. A polícia acabou encontrando a arma utilizada no atentado dentro do quarto do homem, que confessou os tiros, mas disse que foram por legítima defesa.

Ele foi preso e encaminhado para o DPJ de Vitória. Na manhã deste sábado (15), ele passou por exame de corpo de delito e foi levado para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Viana.

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Fonte: Gazeta Online / imagem ilustrativa

Patrocínio do Muriaé – MG – Domingo de Páscoa – 20:50 – Carro capota com 5 passageiros e deixa feridos

A Polícia Militar de Barão do Monte Alto registrou um acidente na Rodovia Barão do Monte Alto/Patrocínio do Muriaé, onde a 1 Km de Barão o motoristas de um veículo Astra teria perdido o controle da direção em uma curva e caiu em uma ribanceira. No carro estavam cinco pessoas, e duas ficaram feridas sendo o condutor e uma passageira, que foram socorridos pelo SAMU e encaminhados para o Hospital São Paulo, em Muriaé. Não foi informado o grau de ferimento das vítimas e as causas do acidente serão apuradas pelas autoridades.

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Fonte: Silva Alves

Campos – RJ – Domingo de Páscoa – 20:15 – Homem é assassinado com vários tiros na cabeça

O homicídio aconteceu na tarde deste domingo (16) na Estrada da Flora, que liga BR-356 a Cambaíba. De acordo com a polícia, a vítima ainda não foi identificada. O corpo estava ao lado de uma bicicleta e apresentava várias perfurações de arma de fogo na cabeça e nas costas. Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime. No local prevaleceu a ‘lei do silêncio’. O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal (IML) e o caso registrado na 134ª DP/Centro.

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Fonte: Campos 24h

Imagem enviada ao Blog do Adilson Ribeiro via WhatsApp (22) 99601 1115

Domingo de Páscoa – 19:35 – Jovem comete suicídio e deixa carta acusando o “pai” de tê-la abusado sexualmente na cidade de Monção – MA

Já encontra-se no IML o corpo da jovem Thalia Meireles, que se suicidou nesta sexta-feira santa (14) e deixou uma carta, acusando o pai de ter abusado dela sexualmente.  O padrasto da vítima encontra-se desaparecido. A mesma também chamava o padastro de pai. Ela morava na cidade de Monção. Leia abaixo a carta na integra.

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Fonte: Blog Luis Cardoso

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