Date – 2 agosto, 2017

Quarta-feira – 23:15 – Grávida é morta na frente de filho e do marido em suposto assalto

Vanessa Camargo, de 28 anos, era representante de cosméticos e estava grávida de três meses. Crime aconteceu na cidade goiana de Iporá

Um crime ainda sem esclarecimento abalou, nesta semana, a população da cidade de Iporá, a 230 quilômetros de Goiânia. A representante de cosméticos Vanessa Camargo, de 28 anos, grávida de três meses, foi morta com um tiro na cabeça na frente do filho de dois anos de idade durante um provável assalto. O fato também foi presenciado pelo marido, Horácio Rozendo de Araújo Neto, de 35 anos, empresário do ramo de latarias da região.

O delegado titular de Iporá, Ramón Queiroz, informou que o marido declarou que dois homens em uma motocicleta abordaram o carro em que a família viajava por volta das 6h da manhã de segunda-feira, 31. “A vítima estava vindo para Goiânia onde trabalhava durante a semana”.

Segundo a versão do marido, ouvido pelo delegado na terça-feira, 1º, ele parou o veículo quando os homens o abordaram. Um deles assumiu a direção do carro e levou o veículo para uma estrada vicinal, seguido pelo comparsa. Durante uma discussão com a mulher sobre descer ou não do carro, o bandido teria se irritado e atirado contra a cabeça dela.

O delegado informou não ter localizado nenhuma testemunha do crime, que ocorreu próximo da rodovia GO-060, logo depois que eles deixaram a cidade de Iporá, percorrendo apenas 15 quilômetros. Ele pretende ouvir familiares e amigos do casal para verificar outras possibilidade de causa do crime, “já que nenhum objeto foi subtraído das vítimas”.

Após os depoimentos, a intenção do delegado é realizar uma primeira reconstituição do ocorrido ainda esta semana. O enterro de Vanessa foi na terça em clima de comoção entre parentes e moradores da cidade, de onde o casal, casado há cerca de cinco anos, é originário.

Fonte: Folha Vitória

Quarta-feira – 22:30 – Droga 50 vezes mais potente que heroína já faz suas primeiras vítimas

Apenas 0,002 gramas de fentanil podem ser fatais

A Agência Nacional do Crime (NCA) britânica informa que 60 mortes no Reino Unido ocorridas desde dezembro estão ligadas ao fentanil, um opiáceo que é 50 vezes mais potente do que a heroína. Quatro homens foram acusados de terem distribuído fentanil através da Rede Sombria.

Um deles, Kyle Enos de 25 anos, do País de Gales, foi acusado de importar, fornecer e exportar drogas de classe A. Ele foi detido em maio.Em abril, três homens foram presos e acusados de terem distribuído drogas de classe A em Leeds, Inglaterra.

O fentanil é um opiáceo sintético e é muito mais potente do que a heroína. O perigo real dessa droga é a possível sobredosagem e o facto de que os distribuidores vendem a droga como se fosse outra coisa. Apenas 0,002 gramas de fentanil podem ser fatais.

O fentanil foi sintetizado na década de 1960 e é amplamente utilizado na medicina para controle da dor e para anestesia geral.

Em 2014, 20 mil pessoas morreram nos EUA devido à sobredosagem da droga. Na União Europeia o vício também está em alta, resultando em número elevado de mortes relacionadas ao fentanil.Segundo os resultados da toxicologia post mortem, desde dezembro de 2016, 60 pessoas no Reino Unido morreram como resultado de toma de fentanil ou drogas com opiáceos sintéticos semelhantes.

A Agência Nacional do Crime avisou os toxicodependentes que alguns traficantes de droga podem misturar a heroína com fentanil e carfentanil.

“O perigo dos opiáceos sintéticos não é novo. Entretanto, desde dezembro de 2016, temos registrado um aumento das mortes relacionadas com o fentanil e o carfentanil”, explica Ian Cruxton, vice-diretor da NCA.

“A NCA está trabalhando com parceiros, tanto do Reino Unido como estrangeiros, para agir contra os traficantes de droga que estão a jogar à roleta russa com as vidas dos clientes, misturando opiáceos sintéticos com heroína e outras drogas naturais”, acrescentou.

Fonte: Notícias ao minuto

 

Quarta feira 22:06 – Câmara rejeita denúncia contra Michel Temer

A Câmara dos Deputados rejeitou há pouco a denúncia contra o presidente Michel Temer. O voto de número 172 foi da deputada Rosângela Gomes (PRB-RJ). Mas antes do voto da parlamentar, o governo já tinha conseguido matematicamente barrar a denúncia, considerando a soma dos votos a favor do parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) contrário à admissibilidade da denúncia, ausências (13) e abstenções (1).

Isso porque eram necessários o mínimo de 342 votos contra o parecer do deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) e, com isso, autorizar o Supremo Tribunal Federal (STF) a investigar o presidente. A vitória do governo foi conquistada durante a votação da bancada do Rio de Janeiro.

Com o resultado, a Câmara não aprova a admissibilidade para que o Supremo Tribunal Federal (STF) investigue Temer.

Com essa decisão, a denúncia é suspensa e só pode ser retomada depois que Temer deixar a Presidência da República. No dia 26 de junho, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao STF a denúncia contra Temer, com base na delação premiada de Joesley Batista, dono do grupo JBS. Foi a primeira vez que um presidente da República foi alvo de um pedido de investigação no exercício do mandato.

Três dias depois, a presidente do STF, ministra Cármem Lúcia, enviou ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a denúncia com pedido de autorização para que a Corte Máxima do país possa investigar Temer.

Com o impedimento da autorização, caberá ao presidente da Câmara dos Deputados comunicar ao STF o resultado da votação e a impossibilidade de abrir investigação contra o presidente.

Votação

A primeira sessão começou pontualmente às 9h. A oposição apresentou cinco requerimentos pedindo o adiamento da votação, mas todos foram rejeitados. Cinco deputados da oposição chegaram a protocolar no Supremo Tribunal Federal (STF) um mandado de segurança pedindo que a Corte garantisse, por meio de uma liminar com efeito imediato, a manifestação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no plenário da Câmara. O pedido foi indeferido pela ministra Rosa Weber, do STF.

Durante a sessão, o relator do parecer Abi-Ackel e o advogado de Temer, Antônio Maris, falaram e defenderam o arquivamento da denúncia. Depois, deputados contra e a favor do parecer se revezaram no microfone para apresentar seus posicionamentos. Após cinco horas de debate, Rodrigo Maia encerrou a primeira sessão. Pelo regimento da Casa, a sessão deliberativa pode durar quatro horas, prorrogáveis por mais uma. Se não estiver em andamento nenhuma votação, a sessão deve ser encerrada e o presidente deve abrir outra. Com isso, uma nova sessão foi aberta e começou a recontagem do quórum em plenário, com a oposição voltando a apresentar os requerimentos de adiamento da votação.

A base governista reuniu quórum necessário e os debates foram retomados, com os partidos encaminhando a votação das bancadas, quando orientam os deputados como devem votar. Após o encaminhamento, Maia iniciou a votação nominal: cada deputado era chamado ao microfone para proferir seu voto.

A votação foi marcada por troca de ofensas entre governistas e oposicionistas e até momentos de tumulto.

Histórico

A denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República chegou à Câmara no dia 29 de junho. Na denúncia, Temer é acusado de ter se aproveitado da condição de chefe do Poder Executivo e ter recebido, por intermédio de um ex-assessor, Rodrigo Rocha Loures, “vantagem indevida” de R$ 500 mil. O valor teria sido ofertado pelo empresário Joesley Batista, dono do grupo JBS, investigado pela Operação Lava Jato.

Segundo a Constituição Federal, um presidente da República só pode ser investigado no exercício do mandato se a Câmara autorizar o andamento do processo.

Durante a tramitação na Câmara, a denúncia motivou diversas discussões em torno do rito de análise e tramitação da denúncia.

A denúncia foi analisada inicialmente pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e recebeu do primeiro relator, deputado Sergio Zveiter (PMDB-RJ), voto favorável para a autorização da investigação. O parecer de Zveiter foi rejeitado pela maioria dos membros da comissão, que aprovaram um parecer substitutivo, elaborado por Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), recomendando o arquivamento do processo.

Ao longo da tramitação na Câmara, o processo mobilizou a liderança da base governista em torno da busca de apoio ao presidente. Partidos da oposição também adotaram diferentes estratégias nos últimos meses na tentativa de garantir a autorização para abertura da investigação.

Os oposicionistas criticaram a troca de membros na CCJ e a liberação das emendas parlamentares antes da votação na comissão e no plenário, enquanto os governistas argumentavam que a denúncia contra Temer precisava de provas concretas e que a investigação do presidente poderia causar mais instabilidade ao país.

* Colaborou Débora Brito

Fonte: Agência Brasil

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Itaperuna – 21:30 – Vereador Welliton do Frango participa de evento em comemoração ao dia do idoso na UBS do Frigorífico

Para comemorar o dia do Idoso com a comunidade do Bairro Frigorífico, em Itaperuna, o vereador Welliton do Frango (PEN), participou, na manhã desta quarta-feira (02) de um delicioso café da manhã com cerca de 44 amigos da terceira idade. O evento foi promovido pela equipe da UBS – Unidade Básica de Saúde, do Bairro.

Na ocasião, o vereador conversou com os participantes e familiares, sobre as melhorias e necessidades do local.

O prefeito, Marcus Vinícius, também participou do evento e bateu um papo com os moradores.

Fonte:ASCOM

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