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  1. Mouraci Stephen Carecho

    COMO DIZEM NO SERTÃO…foi embora o boi com a corda.

    Ontologia é um aspecto da metafísica que busca aquilo que é fundamental e essencial em determinada entidade.
    A natureza das entidades vivas é a de servirem como receptáculos de uma consciência universal, veículos por meio dos quais tal consciência una observa-se a si mesma,como que numa imagem no espelho. Podemos dizer dessa consciência una que é o artista contemplando o seu próprio talento em manifestação.
    Por sua vez, ontologicamente o prefixo oro exprime a ideia de boca; e boca exprime a ideia de alimentar o corpo físico. Assim é que orar significa alimentar-se.
    Do mesmo modo que um pedaço de pão se torna músculo,sangue e osso; também imagem,som e informação se torna hábito condicionado.As igrejas não estão falando para dentro. Os religiosos são que se alimentam de toxinas espirituais e entorpecidos não conseguem mais discernir a realidade em derredor.
    Em meados de 2016 foi inaugurada a embaixada-mesquita Palestina bem no centro do país.Tá lá em Brasília,com imensa área doada pelo governo federal, um território oficial do Hamas. Tem até mesquita com abóbada de ouro que, muito diferente de um simples templo religioso,tem um significado cultural indelével na genética dessa gente,qual seja, morrer ou matar em nome da sua ideologia. Com esse pessoal não tem diálogo porque a sua ideologia é imutável.
    O cristianismo acabou porque os cristãos cederam aos encantos do dinheiro. Lentamente, o luxo e o conforto foi sendo adotado como fator único de benção divina. Entremeio à enxurrada de dinheiro que invasor despejou por aqui foi sendo adicionado o tempero das indecências que se instalaram por todos os cantos sem que se percebesse.
    É caminho sem volta.Os brasucas não fazem ideia do quanto já estão sitiados.Os brasucas passaram longo tempo orando ao avesso,isto é, foi trocado e aprenderam o sentido inverso da coisa.Em vez de alimentarem-se espiritualmente com conhecimentos científicos verdadeiros, fizeram uso da boca literalmente para entoarem ladainhas cansativas tais quais ingênuos pedintes suplicando num imenso vácuo sem ouvidos.

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