Blog do Adilson Ribeiro

Terça Feira – 19:55 – INFORME EPIDEMIOLÓGICO – FEBRE AMARELA. Clique na foto abaixo e veja mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE

SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

 

Rio de Janeiro, 20 de março de 2018.

Informe Epidemiológico – Febre Amarela

 

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado de Saúde do RJ informa que em 2018 foram registrados 179 casos de febre amarela silvestre em humanos, sendo 67 óbitos:

 

 21 casos – Teresópolis, sendo oito óbitos

 

– 23 casos – Valença, sendo seis óbitos

 

– 14 casos – Nova Friburgo, sendo cinco óbitos 

 

– 1 caso – Petrópolis

 

– 3 casos – Miguel Pereira, sendo dois óbitos 

 

– 13 casos – Duas Barras, sendo dois óbitos 

 

– 5 casos – Rio das Flores, sendo dois óbitos

 

– 3 casos – Vassouras, sendo dois óbitos

 

– 12 casos – Sumidouro, sendo cinco óbitos

 

– 7 casos – Cantagalo, sendo quatro óbitos

 

– 1 caso – Paraíba do Sul, sendo um óbito

 

– 2 casos – Carmo, sendo um óbito 

 

– 2 casos – Maricá, sendo um óbito

 

– 46 casos – Angra dos Reis, sendo 14 óbitos 

 

– 3 casos – Paty do Alferes, sendo dois óbitos 

 

– 2 casos – Engenheiro Paulo de Frontin, sendo dois óbitos

 

– 2 casos – Mangaratiba, sendo um óbito

 

– 2 casos – Piraí, sendo um óbito

 

– 3 casos – Cachoeiras de Macacu, sendo um óbito

 

– 4 casos – Trajano de Moraes, sendo três óbitos

 

– 3 casos – Rio Claro, sendo um óbito

 

– 4 casos – Silva Jardim, sendo dois óbitos

 

– 1 caso – Bom Jardim

 

– 1 caso – Barra do Piraí

 

– 1 caso – Sapucaia, sendo um óbito

 

 

Número de localidades com casos confirmados de febre amarela em macacos: 11

 

– Niterói 

 

– Angra dos Reis (Ilha Grande)

 

– Barra Mansa

 

– Valença

 

– Miguel Pereira

 

– Volta Redonda 

 

– Duas Barras 

 

– Paraty 

 

– Engenheiro Paulo de Frontin

 

– Araruama

 

– Petrópolis

 

 

*A SES ressalta que os macacos não são responsáveis pela transmissão da febre amarela. A doença é transmitida através da picada de mosquitos.

 

Ao encontrar macacos mortos ou doentes (animal que apresenta comportamento anormal, que está afastado do grupo, com movimentos lentos etc.), o cidadão deve informar o mais rápido possível às secretarias de Saúde do município ou do estado do RJ.

 

*A Secretaria reforça a importância das pessoas que ainda não se vacinaram buscarem um posto de saúde próximo de casa para serem imunizadas.

 

*O boletim leva em consideração o Local de Provável Infecção (LPI).

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ASCOM

 

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