Blog do Adilson Ribeiro

Rio – Terça-feira – 22:25 – Corpos são abandonados na praça. Click na foto e veja a matéria completa:

Delegacia de Homicídios foi acionada e fez perícia na região

Dois corpos ainda não identificados foram encontrados por PMs, na tarde desta terça-feira, nas proximidades da Rua Barão, na Praça Seca, Zona Oeste do Rio. Segundo a corporação, os cadáveres foram abandonados por moradores do Morro da Barão no local por volta das 14h e das 17h.

A Delegacia de Homicídios (DH) foi acionada e fez perícia no local. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML), onde passarão por exames de identificação. Ainda não se sabe se as vítimas foram mortas por suspeitas de tráfico ou milicianos da região.

Militares fizeram ações na região

O Comando Conjunto das Forças Armadas informou, nesta segunda-feira, que a operação na Praça Seca, entrou na segunda fase, que é a manutenção da estabilidade conquistada na primeira etapa, iniciada na sexta-feira à noite nas comunidades do Bateau Mouche, Caixa D’Água, Chacrinha, Mato Alto, Barão (José Operário), Covanca e Pendura-Saia. Patrulhas dinâmicas alternadas com pontos de bloqueio e controle de vias tiveram início nesse domingo, sempre em horários e itinerários variados.

De acordo com o comando da operação, estão sendo beneficiadas com esta operação, direta e indiretamente, cerca de 150 mil moradores das áreas abrangidas pelas ações no bairro da Praça Seca, que viviam em uma situação de tensão diária com a troca de tiros entre traficantes de drogas e milicianos que lutavam pelo controle da região.

Na operação do fim de semana, oito pessoas morreram em confronto com as forças de segurança, 22 foram presas e três adolescentes apreendidos. Ao todo, foram apreendidos cinco fuzis, 17 pistolas, duas granadas, além de dezenas de celulares, alguns carros e motos roubadas e uma quantidade de drogas ainda não contabilizada. Entre os mortos, está Sérgio Luiz da Silva Júnior, o “Da Russa”, responsável pelo tráfico de drogas na Praça Seca, morto na mata fechada quando chegava ao Complexo do Lins, local que é controlado pela facção criminosa a qual Silva Júnior pertencia.

Fonte: O DIa foto ilustrativa

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