Blog do Adilson Ribeiro

Domingo – 21:55 – Acervo do Museu Nacional é composto por mais de 20 milhões de itens. Clique na foto abaixo e veja mais

O prédio, que tem mais de 200 anos, foi atingido por um incêndio no início da noite deste domingo (2/9)

Atingido por um incêndio na noite deste domingo (2/9), o Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Rio de Janeiro, é a mais antiga instituição científica do país. Seu acervo é composto por mais de 20 milhões de itens, divididos em coleções de em coleções de geologia, paleontologia, botânica, zoologia, antropologia, biologia, arqueologia e etnologia.

Um dos elementos mais valiosos é o mais antigo fóssil humano encontrado no país, batizada de “Luzia”, parte da coleção de Antropologia Biológica.

Conheça mais sobre o museu por meio dos vídeos promocionais abaixo:

 

METRÓPOLES

 

 

RELEMBRE

 

 

Domingo – 21:00 – Incêndio atinge Museu Nacional no Rio de Janeiro.

Ainda não se sabe como começaram as chamas no prédio, que completou 200 anos em 2018

O Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, Rio de Janeiro foi atingido por um incêndio na noite deste domingo (2/9). Ainda não há informações sobre o que teria iniciado as chamas.

Os bombeiros estão no local tentando conter o fogo. Também não há notícias, no momento, sobre possíveis feridos.

No momento do incêndio, o local estava fechado para visitantes, mas havia funcionários de plantão no local.

O Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é a mais antiga instituição científica do Brasil e um dos maiores museus de história natural e de antropologia das Américas. Serviu como Palácio da família real portuguesa entre 1808 a 1821.

O edifício é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde 1938.

Museu da Língua Portuguesa
Em 2015, outro prédio histórico,  dessa vez em São Paulo, foi destruído por chamas. O Museu da Língua Portuguesa também pegou fogo, após um curto-circuito durante a troca da iluminação em um corredor do primeiro andar.

O fogo se alastrou rapidamente e três andares do museu foram destruídos, além da cobertura. O bombeiro Ronaldo Ferreira da Cruz morreu durante o combate ao incêndio. O prédio de 117 ainda está em reforma e só deve ser reaberto em 2019.

 

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