Blog do Adilson Ribeiro

Rio de Janeiro – Segunda-feira – 17:10 – Recém-nascida é resgatada dentro de caixa em viaduto. Clique na imagem e saiba mais:

Uma menina recém-nascida foi resgatada por policiais militares no fim da manhã desta segunda-feira em Santíssimo, na Zona Oeste do Rio. A criança foi encontrada dentro de uma caixa embaixo do viaduto na Estrada do Lameirão.

De acordo com a Polícia Militar, os agentes do 40º BPM (Campo Grande) foram acionados para verificar uma denúncia de que havia um bebê abandonado no local. Lá, a equipe constatou que várias crianças brincavam onde a recém-nascida estava. A bebê foi resgatada e levada para o Hospital Municipal Rocha Faria, em Campo Grande, na mesma região.

Ainda de acordo com a corporação, ela foi examinada e passa bem. Ela foi, carinhosamente, chamada de Vitória pelos agentes.

Outro caso

Um caso semelhante aconteceu no mês passado, quando um recém-nascido também foi encontrado ainda com o cordão umbilical dentro de uma caixa de papelão em Volta Redonda, no Sul Fluminense. De acordo com a Polícia Civil, ele foi encontrado por um morador na Avenida das Magnólias, no bairro Vila Mury. O caso foi registrado na 93ª Delegacia de Polícia (Volta Redonda).

Fonte: O DIA.

Um comentário sobre “Rio de Janeiro – Segunda-feira – 17:10 – Recém-nascida é resgatada dentro de caixa em viaduto. Clique na imagem e saiba mais:

  1. Mouraci Stephen Carecho

    NÃO DESTRUA VIDAS…compartilhe o que é verdade e o correto conhecimento.

    Iludir pessoas faz enriquecer o bolso e o ego. Porém, destrói a vida e a natureza.

    APOCALIPSE 4

    “Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu; e a primeira voz, que como de trombeta ouvira falar comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer”.

    A alegoria tem a finalidade de informar como se dá a interação entre a psique do sujeito e o meio ambiente em que ele vive.
    Visão, olfato, tato, paladar e audição são instrumentos que capturam as affordances do ambiente. Razão, juízo, imaginação, memória, intuição, percepção e convicção, constituem o conjunto operacional do psiquismo.
    A consciência busca enquanto o ambiente informa. Nesse processo, as informações seguem pelo maquinário mental até que alcançam o centro da consciência do sujeito. Esse processo é um milagre da natureza e não tem qualquer ingerência de vontade da pessoa. A consciência do sujeito interage sempre no sentido de identificar aquele meio ambiente onde vive e absorve todo o tipo de informação, certo ou errado, como se realidade plena.
    Por exemplo, sinais da imagem de um objeto penetram pela visão e automaticamente rumam ao centro da percepção, passando pelo imaginário, seguem pelas vias do raciocínio, do juízo; voltam ao imaginário até que se forma uma convicção que se acumula na memória. Em algumas situações a faculdade da intuição atua como um atalho que faz saltar tal escalada, levando a informação diretamente ao centro da consciência do sujeito.

    “E logo fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono”.
    “E o que estava assentado era, na aparência, semelhante à pedra jaspe e sardônica; e o arco celeste estava ao redor do trono, e parecia semelhante à esmeralda”.

    Essa alegoria elucida claramente os poderes da mente. Céu é a parte mais alta do corpo. Trono é simbólico de poder. Aquele assentado sobre o trono se refere ao mecanismo poderoso das faculdades mentais que dão vida e potencializam as affordances. Pedras preciosas mostram significados múltiplos que indicam algo intocável, que tem poder, fenômeno sublime da psique que nada poderá evitar que se proceda.
    Assim, mentiras e falsas informações acarretam males de toda ordem, porque o sujeito não tem domínio sobre o processamento mental das informações e, formando conceitos equivocados, apodrece uma sociedade em seu todo.

    “E ao redor do trono havia vinte e quatro tronos; e vi assentados sobre os tronos vinte e quatro anciãos vestidos de vestes brancas; e tinham sobre suas cabeças coroas de ouro”.
    Os órgãos dos sentidos são 5 e as faculdades mentais são 7 cuja soma é 12. O simbolismo de 24 mostra o poder da mente em potencializar a informação aceitando-a como verdade.

    “E do trono saíam relâmpagos, e trovões, e vozes; e diante do trono ardiam sete lâmpadas de fogo, as quais são os sete espíritos de Deus.
    E havia diante do trono um como mar de vidro, semelhante ao cristal. E no meio do trono, e ao redor do trono, quatro animais cheios de olhos, por diante e por detrás”.

    Essa alegoria revela o processamento psicológico das faculdades mentais fazendo gerar pensamentos, ideias, emoções, sentimentos e sensações. O simbolismo de semelhante ao cristal mostra as convicções finais do sujeito que ao mesmo tempo são de valor, estima, porém, frágeis. Portanto, podem ser corrigidas diante do conhecimento verdadeiro.
    Os quatro animais indicam que após um processamento mental, o sujeito resta em consonância com essas suas novas convicções. O simbolismo do número quatro tem significado de orientação no tempo e no espaço.

    “E o primeiro animal era semelhante a um leão, e o segundo animal semelhante a um bezerro, e tinha o terceiro animal o rosto como de homem, e o quarto animal era semelhante a uma águia voando.
    E os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite, dizendo: Santo, Santo, Santo, é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, que era, e que é, e que há de vir”.

    Aqui a alegoria mostra claramente a essência de um sujeito com relação ao seu psicológico. O leão indica firmeza para com as suas convicções íntimas. O bezerro revela que o sujeito está dependente dessas suas convicções e a águia indica a certeza interior que moverá as atitudes do sujeito.

    É um crime o que as religiões fazem com as consciências das pessoas, instilando o medo e a mentira para favorecerem a um sistema econômico que destrói milhões de vidas para promover excesso de bem estar a poucos.

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