Blog do Adilson Ribeiro

Sexta feira – 23:25 – Sogra de Flordelis fala em caso entre Anderson e filha biológica da deputada, diz jornal. Veja abaixo:

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Segundo o jornal O Dia, detalhes revelados pela sogra de Flordelis podem mudar os rumos da investigação

A mãe do pastor Anderson do Carmo, Maria Edna Virgínio Oliveira, de 64 anos, revelou, em depoimento à Polícia Civil, detalhes da vida do filho ao lado da deputada federal e pastora Flordelis de Souza, que podem mudar os rumos da investigação. O pastor foi assassinado no dia 16 de julho deste ano.

Maria Edna contou que o filho era maltratado por Flordelis, que ele estava sendo roubado e que uma das filhas biológicas da deputada, com quem Anderson tinha um relacionamento antes de conhecer a parlamentar, era amante dele.

Segundo o Jornal O Dia, que teve acesso ao documento, a sogra de Flordelis afirmou que Anderson era envenenado em todas as refeições e que a morte dele começou a ser discutida quando o veneno não deu resultado. A mãe do pastor falou com a Polícia no dia 24 de julho, na sede da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí.

A primeira parte do depoimento conta como os dois se conheceram na favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Maria Edna explica que Flordelis, com 30 anos, começou a namorar Anderson, que tinha apenas 14 anos e namorava uma das filhas biológicas da deputada. Ele terminou o relacionamento para ficar com a mãe da jovem.

“Flordelis ia à casa da declarante para chamar Anderson para pregar nas comunidades, nesta época Anderson teve um breve namoro com X., filha da Flordelis e que cerca de dois meses depois, Anderson se juntou a Flordelis e largou X.”, diz um trecho do registro.

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A sogra da deputada também afirma que o pai de Anderson nunca concordou com o relacionamento deles porque o pastor era menor de idade na época e Flordelis já tinha três filhos. Em outra parte ela relata que, há alguns meses, um fiel da igreja perguntou se Anderson iria se separar da pastora:

“Que o homem (integrante da igreja) falou que todas as pessoas estavam comentando; que o discurso de Flordelis havia mudado e que ela vinha pregando que o Diabo teria entrado na família dela, e que já tinha destruído toda a família”.

Maria Edna também explica que a revelação sobre o envenenamento de Anderson veio através do único filho biológico do casal, Daniel Souza, durante uma passeata, realizada no dia 21 de julho, para homenagear o pastor.

De acordo com o rapaz, a filha da Flordelis, Lucas, Flordelis e Flávio estavam envolvidos e “que eles se reuniram na sala para sondar como poderiam matar Anderson já que o remédio não estava fazendo o efeito esperado”, contou. Inclusive, Daniel já havia participado de reuniões com eles e ainda informou o pai sobre os planos, mas que “Anderson nunca teria acreditado na palavra de Daniel”.

Outra declaração de Maria Edna contradiz o depoimento de Flordelis sobre a fogueira que a deputada fez no quintal de casa, no dia da perícia. À polícia, a parlamentar afirmou que estava queimando grama alta, porque receberia uma equipe de reportagem e que queria a casa arrumada. Mas Daniel contou à avó que a intenção era outra.

“Flordelis teria mandado pegar todos os documentos do cofre de Anderson e colocar fogo, pois o conteúdo seriam provas”, contou.

As informações são do jornal O Dia

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