Autor

Vania Ribeiro

📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 08 de junho de 2022 às 10:52

Quarta-feira - 10:50 - Familiares e amigos de Kathlen Romeu lutam para que policiais sejam denunciados por homicídio. Veja abaixo

Jovem grávida morreu após ser baleada por tiro de fuzil. Policiais foram denunciados por fraude processual e falso testemunho.

 

Rio - Uma vida interrompida por um tiro de fuzil. Nesta quarta-feira (8), completa-se um ano da morte da designer Kathlen Romeu, de 24 anos, grávida de quatro meses quando foi atingida pelo disparo de um policial militar no tórax no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. Seu companheiro, Marcelo Ramos da Silva, amigos e familiares, lutam para que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) denuncie os PMs envolvidos também por homicídio. Ao longo da semana, estão programadas mesas de debates, sessão solene, construção de memorial e outras mobilizações com o objetivo de pedir justiça pela vida da jovem e seu bebê.


CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE:


Fique atento aos sintomas do Autismo, consulte nossos especialistas - ITA MED DE OLHO NOS SINAIS.


 

"Nesse um ano que estamos sem a Kathlen, que foi tirada cruelmente da gente, posso dizer que foi o pior ano da minha vida. Tudo virou de cabeça pra baixo. Foi um ano de dor, de saudade, de luto e de luta", disse Marcelo. "Estamos vindo de uma luta por justiça. Conseguimos provar que a versão contada pelos policiais é mentirosa, não houve confronto. Hoje, eles estão sendo acusados apenas pelo crime de fraude processual, mas nós queremos que eles sejam denunciados por homicídio e que futuramente sejam condenados e paguem pelo que fizeram. Essa é a nossa luta maior atualmente", declarou. "Foram duas vidas arrancadas da gente de forma muito cruel, a dela, uma menina incrível, especial para todos, feliz e esforçada e a do meu filho ou filha. É difícil dizer em palavras o quão horrível é passar por isso", completou.

De acordo com o Ministério Público, a 2ª Promotoria de Justiça junto à auditoria da Justiça Militar denunciou o capitão da Polícia Militar Jeanderson Corrêa Sodré, o 3° sargento Rafael Chaves de Oliveira e os cabos Rodrigo Correia de Frias, Cláudio da Silva Scanfela e Marcos da Silva Salviano, por fraude processual e falso testemunho. Ainda segundo o MP, o juízo está ainda na fase da oitiva de testemunhas da acusação e, em seguida, da defesa. A 3ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro aguarda a remessa do inquérito policial. Questionado sobre a denúncia, o órgão não respondeu até a data da publicação desta reportagem.




CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE:


 

Tudo o que você precisa tem nas LOJAS VON HELD! Compre pelo WhatsApp, Links abaixo.


 
WhatsApp

LOJA 1: https://api.whatsapp.com/send/?phone=552238245979&text&app_absent=0

LOJA 2: https://api.whatsapp.com/send/?phone=5522988388377&text&app_absent=0

LOJA 3: https://api.whatsapp.com/send/?phone=5522988205979&text&app_absent=0

Kathlen morava com Marcelo no Méier, Zona Norte do Rio, e tinha ido visitar sua avó naquele dia, no Complexo do Lins. Temente a Deus, ela tinha acabado de se formar e estava estruturando a vida para receber o filho. "Nada chega perto da grandiosidade dela. Ela era linda por fora e maravilhosa por dentro. Sempre doce, gentil e empática. Tinha um senso crítico de justiça e acreditava muito em Deus, sempre pedia direção a ele", afirmou a engenheira de produção, Mariana de Paula, de 28 anos, amiga de Kathlen.



"Ela era uma ótima amiga, filha e com certeza daria uma ótima mãe. Imagina o quão cuidadosa ela seria com o seu filho? Dói muito sua ausência, é muito difícil pensar que faz um ano que tudo isso aconteceu. Ela estava em sua melhor fase, um momento significante da sua vida e carreira. Consigo enxergar ela em tudo, no sol, em um muro colorido, em tudo", declarou. "É tocar no nome dela que eu choro. É difícil ter forças para lutar. Fiquei sem comer, sem dormir, um processo doloroso. O tempo age, mas nunca mais volta a ser a mesma coisa", completou.

Mariana contou ao DIA que Kathlen havia dito que estava grávida no dia do seu aniversário, 27 de abril, no ano passado. Entre risos e abraços, ela brincava com a amiga pedindo segredo e que ela não chorasse. "Ia vir um sobrinho, um afilhado, e do nada isso acontece. Não conseguimos ver essa criança, não temos uma continuidade da Kathlen aqui. Não dá para entender essa dinâmica perversa, esse genocídio da população negra", disse Mariana.




Ela explicou que estava no trabalho no dia da morte de Kathlen e, de manhã, havia trocado mensagens com a amiga. Na hora do almoço, recebeu diversas ligações informando o que havia acontecido. "Ver a inércia da sociedade e dos órgãos públicos é mais revoltante ainda. Isso já era para ter resolvido. Eles querem fazer dela mais uma estatística no Rio, mas não vamos deixar. Eu espero que o MP tenha decência de ceder essa paz para a família e que denuncie os responsáveis", desabafou. "Queremos viver nosso luto em paz e não vive-lo em uma luta. Esse processo não pode ser arquivado. O que falta para a família da Kathlen viver em paz? Eu vou fazer o que tiver que fazer para que o nome dela não seja apenas mais um", finalizou.

A Polícia Militar informou que os policiais militares envolvidos na ação continuam afastados do serviço nas ruas. Procurada, a Polícia Civil não respondeu.


Relembre o caso

Kathlen Romeu foi morta no dia 8 de junho do ano passado, no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. A designer de interiores estava grávida e tinha ido visitar sua avó na comunidade. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu logo após chegar ao Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, Zona Norte do Rio.

Seis dias antes de morrer, Kathlen anunciou em seu perfil de Instagram que estava grávida. “Há 13 semanas e 3 dias com o amor da minha vida. Confesso que estão bem diferentes! Toda hora uma novidade! Acordo às vezes assustada e pensando que não é real, mas aí vem uma fome de leão, uma dor de cabeça, um sono inacabável, uns enjoos incontroláveis e as azias que só Jesus me ajudando! Tem horas que penso que ficarei presa com os meus arrotos! É, tem sido desse jeito e nessa hora que eu lembro: ESTOU GRÁVIDA”, escreveu ela no post.

Naquele dia, a Polícia Militar disse que, na ocasião, policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Lins foram atacados por traficantes. Conforme a corporação, os policiais tinham sido os primeiros a chegar no local em que Kathlen estava e não foram os responsáveis pelos disparos que mataram a jovem.

 

WhatsApp

LOJA 1: https://api.whatsapp.com/send/?phone=552238245979&text&app_absent=0

LOJA 2: https://api.whatsapp.com/send/?phone=5522988388377&text&app_absent=0

LOJA 3: https://api.whatsapp.com/send/?phone=5522988205979&text&app_absent=0

Kathlen morava com Marcelo no Méier, Zona Norte do Rio, e tinha ido visitar sua avó naquele dia, no Complexo do Lins. Temente a Deus, ela tinha acabado de se formar e estava estruturando a vida para receber o filho. "Nada chega perto da grandiosidade dela. Ela era linda por fora e maravilhosa por dentro. Sempre doce, gentil e empática. Tinha um senso crítico de justiça e acreditava muito em Deus, sempre pedia direção a ele", afirmou a engenheira de produção, Mariana de Paula, de 28 anos, amiga de Kathlen.



"Ela era uma ótima amiga, filha e com certeza daria uma ótima mãe. Imagina o quão cuidadosa ela seria com o seu filho? Dói muito sua ausência, é muito difícil pensar que faz um ano que tudo isso aconteceu. Ela estava em sua melhor fase, um momento significante da sua vida e carreira. Consigo enxergar ela em tudo, no sol, em um muro colorido, em tudo", declarou. "É tocar no nome dela que eu choro. É difícil ter forças para lutar. Fiquei sem comer, sem dormir, um processo doloroso. O tempo age, mas nunca mais volta a ser a mesma coisa", completou.

Mariana contou ao DIA que Kathlen havia dito que estava grávida no dia do seu aniversário, 27 de abril, no ano passado. Entre risos e abraços, ela brincava com a amiga pedindo segredo e que ela não chorasse. "Ia vir um sobrinho, um afilhado, e do nada isso acontece. Não conseguimos ver essa criança, não temos uma continuidade da Kathlen aqui. Não dá para entender essa dinâmica perversa, esse genocídio da população negra", disse Mariana.




Ela explicou que estava no trabalho no dia da morte de Kathlen e, de manhã, havia trocado mensagens com a amiga. Na hora do almoço, recebeu diversas ligações informando o que havia acontecido. "Ver a inércia da sociedade e dos órgãos públicos é mais revoltante ainda. Isso já era para ter resolvido. Eles querem fazer dela mais uma estatística no Rio, mas não vamos deixar. Eu espero que o MP tenha decência de ceder essa paz para a família e que denuncie os responsáveis", desabafou. "Queremos viver nosso luto em paz e não vive-lo em uma luta. Esse processo não pode ser arquivado. O que falta para a família da Kathlen viver em paz? Eu vou fazer o que tiver que fazer para que o nome dela não seja apenas mais um", finalizou.

A Polícia Militar informou que os policiais militares envolvidos na ação continuam afastados do serviço nas ruas. Procurada, a Polícia Civil não respondeu.


Relembre o caso

Kathlen Romeu foi morta no dia 8 de junho do ano passado, no Complexo do Lins, Zona Norte do Rio. A designer de interiores estava grávida e tinha ido visitar sua avó na comunidade. Ela chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu logo após chegar ao Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, Zona Norte do Rio.

Seis dias antes de morrer, Kathlen anunciou em seu perfil de Instagram que estava grávida. “Há 13 semanas e 3 dias com o amor da minha vida. Confesso que estão bem diferentes! Toda hora uma novidade! Acordo às vezes assustada e pensando que não é real, mas aí vem uma fome de leão, uma dor de cabeça, um sono inacabável, uns enjoos incontroláveis e as azias que só Jesus me ajudando! Tem horas que penso que ficarei presa com os meus arrotos! É, tem sido desse jeito e nessa hora que eu lembro: ESTOU GRÁVIDA”, escreveu ela no post.

Naquele dia, a Polícia Militar disse que, na ocasião, policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Lins foram atacados por traficantes. Conforme a corporação, os policiais tinham sido os primeiros a chegar no local em que Kathlen estava e não foram os responsáveis pelos disparos que mataram a jovem.

No entanto, ao contrário da versão oficial, os moradores da comunidade Barro Vermelho, no Complexo do Lins, reafirmam que o tiro de fuzil que matou Kathlen Romeu partiu da PM. Eles usaram o termo "cavalo de troia" — tática para emboscar traficantes — para explicar a ação dos militares.

Em dezembro do ano passado, a Delegacia de Homicídios da Capital concluiu que um policial militar foi o responsável pelo tiro que matou a jovem. O Ministério Público denunciou cinco policiais por terem alterado a cena do crime; o capitão da PM Jeanderson Corrêa Sodré, o 3° sargento Rafael Chaves de Oliveira e os cabos Rodrigo Correia de Frias, Cláudio da Silva Scanfela e Marcos da Silva Salviano.




Fonte: O DIA.
📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 08 de junho de 2022 às 10:44

Quarta-feira - 10:45 - Golpistas ficam ao lado de vítimas e roubam dinheiro de contas bancárias; saiba como se proteger. Veja abaixo

Em alta de 375%, conforme o EXTRA mostrou na edição de 27 de maio, os pagamentos via cartão por aproximação, além de representarem comodidade para os usuários, acabaram atraindo golpistas, que andam se aproveitando da tecnologia NFC (Near Field Communication) que, em português, pode ser traduzido como "comunicação de campo próximo", para surrupiar o dinheiro da conta de terceiros ou realizar outras transações.

Para isso, eles chegam perto das pessoas com maquininhas de aproximação para tentar fazer operações em cartões desprotegidos. Isso é possível porque, como não há necessidade de digitar a senha, muitas vezes o consumidor só percebe que foi vítima de roubo horas depois. Por isso, o EXTRA fez uma lista de dicas para o leitor se precaver desse golpes. As duas principais são: ative a autorização pelo celular e utilize uma capa protetora no cartão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE:


 

UNIREDENTOR - Afya - O melhor lugar para quem tem paixão por medicina. Clique no Link abaixo e saiba mais.


 
https://facamedicina.afya.com.br/uniredentor

 

Para se ter uma ideia de como a modalidade caiu no gosto dos clientes, de cada quatro transações presenciais com cartões de crédito, uma é feita por aproximação, informa a Associação Brasileira das Empresas de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs). A previsão é que a modalidade chegue a representar metade das transações no país até o fim de 2022.

As investidas de golpistas chegaram a acender o alerta em deputados estaduais no Rio de Janeiro, e a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) chegou a aprovar um projeto segundo o qual a emissão de cartões de de crédito ou débito por aproximação deveria ser previamente aprovada pelo consumidor. As operadoras também deveriam informar sobre medidas para evitar roubo, furto e limites de transações. O governador Cláudio Castro, no entanto, vetou o projeto de lei.

— Deixe o celular habilitado para todas as suas operações, assim será avisado imediatamente de qualquer movimentação e poderá agir imediatamente para cancelá-la — orienta Francisco Gomes Júnior, especialista em Direito Digital e Crimes Cibernéticos e presidente da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP).

Em fevereiro, o Procon-SP emitiu um alerta para esta modalidade de crime:

"Há notícias de pessoas que foram vítimas de criminosos que aproximam máquinas que usam essa tecnologia — conhecida como NFC — e debitam valores do cartão de crédito e de débito", afirmou a nota do órgão, à época.

É responsabilidade dos bancos responder por eventuais prejuízos causados às vítimas de golpe, orienta Fabio Pasin, pesquisador do programa de serviços financeiros do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

— O artigo 14 do Código de Defesa do Consumidor determina que o fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços — diz.

RMS INTERNET INFORMA: Ligue 3823-7503 - 9-9988-8332


 

ais como fibra de carbono, alumínio e plástico e impedirão leituras e operações indevidas.

Cadastre o cartão no smartwatch ou no celular. Dessa forma, a transmissão só será autorizada mediante a confirmação nos dispositivos.

Desabilite a função de proximidade. Esta solicitação pode ser feita por aplicativo ou com a empresa do cartão.

Diminua o valor-limite para compras por aproximação.

Use carteiras revestidas por metal ou algum tipo de material especial e dispositivos podem bloquear a ação das maquininhas que se aproximam.

Use papel laminado para revestir o cartão, fazendo com que haja o bloqueio da radiofrequência.

Use cartão virtual quando optar por fazer compras na internet.

Confira o valor do débito. No pagamento por aproximação, o visor da máquina está virado para o vendedor, e o pagador não confere o valor do pagamento.

Ao perceber que o cartão foi clonado, entre em contato com a administradora e peça imediatamente o bloqueio.

Faça um boletim de ocorrência na delegacia para, de alguma forma, reaver os valores perdidos na fraude.

Fonte: Extra.

📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 08 de junho de 2022 às 10:33

Quarta-feira - 10:30 - Acidente de trem deixa pelo menos 17 mortos no Irã. Veja abaixo

O veículo descarrilou após colidir com uma escavadeira. O governo já abriu pedido de investigação do caso.

Ao menos 17 pessoas morreram e dezenas ficaram feridas nesta quarta-feira (8) após o descarrilamento de um trem de passageiros que bateu em uma escavadeira na região central do Irã.

     CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Centro Ortopédico, Atualize seu contato!!!

 

"Dezessete pessoas morreram e 37 dos 86 feridos foram levados para o hospital", anunciou o porta-voz do serviço nacional de resgate, Mojtaba Khaledi
Trem descarrilado perto da cidade de Tabas, Irã — Foto: WANA/via REUTERS

"O número de mortos pode aumentar porque alguns feridos estão em condição crítica", acrescentou, antes de informar que 24 ambulâncias e três helicópteros foram enviados ao local.

O acidente aconteceu em uma área desértica próxima de Tabas, a 900 km ao sudoeste de Teerã, na linha que percorre o trajeto entre as cidades de Mashhad e Yazd. Tabas fica na província de Khorasan do Sul.

📢 Seja nosso anunciante
📢 Seja nosso anunciante

Notícias em Geral · 08 de junho de 2022 às 10:16

Quarta-feira - 10:15 - Incêndio atinge Hospital São Lucas, em Copacabana, e pacientes são retirados às pressas da unidade. Veja abaixo

Segundo o Corpo de Bombeiros, fogo começou no gerador da unidade e, até o momento, não há informações sobre vítimas.

 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE:

&nbsp nks="">Bombeiros do quartel de Copacabana foram acionados às 9h16. De acordo com os agentes, o fogo começou no gerador da unidade e, até o momento, não há informações sobre vítimas.

Notícias em Geral · 08 de junho de 2022 às 10:06

Quarta-feira - 10:05 - Ao lado de Gabigol, do Flamengo, Paulo André se irrita após ser chamado de ex-BBB. Veja abaixo

Após a repercussão do caso, Paulo André pediu desculpa através de uma rede social

 
Rio - Atleta olímpico e ex-BBB, Paulo André se irritou com um fã após ser chamado de... ex-BBB. Um vídeo publicado nas redes sociais mostra P.A ao lado de Gabigol, atacante do Flamengo. Os dois são filmados por um homem que provoca a dupla.

No inicio da filmagem o homem chama Gabigol de "pato do Fred", f s="instagram-media" style="background: #FFF; border: 0; border-radius: 3px; box-shadow: 0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width: 540px; min-width: 326px; padding: 0; width: calc(100% - 2px);" data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Cegj7mHDEoT/?utm_source=ig_embed&utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14">

O atleta vinha sendo criticado pela forma como se referiu ao reality que lhe deu notoriedade fora do esporte e promoveu um boom em suas redes sociais. No Twitter, a frase "P.A é ex-BBB sim" entrou para os assuntos mais comentados do país.
Fonte: O DIA.

Hospedado por

Hosteg

Desenvolvido por

SF Dias