Autor

Vania Ribeiro

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Notícias em Geral · 02 de março de 2021 às 09:59

TERÇA FEIRA 09:59 - NOVA RESOLUÇÃO AUTORIZA A VOLTA DAS AULAS PRESENCIAIS EM MURIAÉ. Veja abaixo

Acabou de ser publicada nesta noite de segunda-feira (01), a Resolução 33/2021 do Comitê Gestor da Covid-19. O documento autoriza a retomada das aulas presenciais em Muriaé. A Resolução também institui orientações e protocolos para que a rede estadual e a rede particular retomem suas atividades. Já na rede municipal, as aulas ainda não reiniciarão neste momento. A Secretaria Municipal de Educação está preparando as escolas e também o corpo docente e, em breve, uma resolução específica para a rede municipal será publicada.

do Comitê Gestor da Covid-19. O documento autoriza a retomada das aulas presenciais em Muriaé. A Resolução também institui orientações e protocolos para que a rede estadual e a rede particular retomem suas atividades. Já na rede municipal, as aulas ainda não reiniciarão neste momento. A Secretaria Municipal de Educação está preparando as escolas e também o corpo docente e, em breve, uma resolução específica para a rede municipal será publicada.

RESOLUÇÃO N.º 33 DO COMITÊ EXTRAORDINÁRIO COVID-19, DE 1º DE MARÇO DE 2021

Art. 1º. Fica autorizada a retomada das atividades curriculares e extracurriculares presenciais nas Instituições de Ensino Públicas e Privadas no Município de Muriaé, sem prejuízo à continuidade das atividades de aulas não presenciais já em curso.

§1º A autorização de retorno é resultado da Classificação do “Agrupamento Muriaé” na Onda Amarela do Plano Minas Consciente.

§2º O retorno das atividades está vinculado ao cumprimento integral do disposto nesta Resolução, no Protocolo Sanitário de Retorno às Atividades Escolares Presenciais no Contexto da Pandemia da COVID-19 e demais atos complementares, podendo ser suspenso a qualquer tempo se identificado descumprimento ou qualquer outra situação que enseje risco à saúde.

§3º Na hipótese de regressão do Município de Muriaé para a qualificação de Onda Vermelha, as atividades presenciais de ensino poderão ser mantidas desde que obedecidos protocolos específicos a serem editados por este Comitê, sem prejuízo dos demais normativos aplicáveis.

Art. 2º. As medidas dispostas nesta Resolução devem ser implementadas por todas as Instituições de Ensino localizadas no Município de Muriaé que optarem por ofertar as atividades presenciais, sendo o retorno das atividades presenciais facultativo para os estudantes da rede de ensino infantil, fundamental, médio, incluído o técnico, e o superior.

§1º As pessoas legalmente responsáveis pelos estudantes poderão optar pelo ensino presencial ou remoto, observado o disposto no art. 55 da Lei Federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990.

§2º As instituições de ensino poderão adotar o modelo híbrido de retorno por meio da implementação de medidas e estratégias que viabilizem a realização de aulas e atividades presenciais e remotas, a depender da estrutura e capacidade local e número de alunos matriculados.

Art. 3º. O retorno às atividades presenciais pelas Instituições de Ensino deverá ser gradual e observar a divisão por grupos, vedada a oferta simultânea de aulas presenciais no mesmo turno para grupos distintos, conforme divisão a seguir: I – grupo I: Educação Infantil e Fundamental I; II – grupo II: Fundamental II e Ensino Médio; e III – grupo III: Educação Superior.

Art. 4º. A adoção e cumprimento das medidas de prevenção e controle para COVID-19 são de responsabilidade de cada Instituição de Ensino, alunos, pais, colaboradores e todos aqueles que frequentarem estes locais.


Clique no link e veja a Resolução 33/2021 – Comitê Extraordinário Covid-19 na íntegra:


Resolucao-n.o-33-COVID-19-Com-Anexo-1
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Notícias em Geral · 02 de março de 2021 às 09:27

Terça feira 09:27 - Brasil pode parar por duas semanas devido as superlotações nas UTIs. Veja abaixo

Especialistas listam motivos para parar o país por ao menos 2 semanas.


Exemplos vindos do Reino Unido e Israel mostram, segundo especialistas, que medidas de restrição adotadas por menos de 15 dias e campanha de vacinação sem isolamento social são incapazes de conter o avanço da pandemia.

Praias e comércio fechados, toque de recolher e barreiras sanitárias em todo o país por, pelo menos, duas semanas. É o que defendem especialistas ouvidos pelo G1 como medidas nacionais e coordenadas que o governo federal deveria adotar em março para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus, que já registrou recordes em apenas dois meses de 2021.

  • RECORDES: Brasil chega a 40 dias com média de mortes acima de mil
  • COM 28 DIAS: Fevereiro é o 2º pior mês de toda a pandemia no Brasil
  • SEM LEITO: 220 pacientes esperam por vaga de UTI em Santa Catarina
  • VOLTA ÀS AULAS: O que dizem os estudos mais recentes sobre Covid e crianças

Segundo os especialistas ouvidos pelo G1, os argumentos listados abaixo mostram a necessidade de um lockdown nacional (bloqueio geral), com medidas duras de restrição de circulação, durante o mês de março no Brasil:

  • Sem vacinação em massa, sem rastreamento dos casos e sem o aumento da testagem, o distanciamento é a única maneira de conter o vírus;
  • Diante do agravamento geral da pandemia, o país não conseguirá diminuir as transmissões se cada estado adotar uma medida diferente;
  • Exemplos de outros países mostram que medidas curtas e pontuais, menores que 15 dias, não geram resultados consistentes;
  • Quanto menor a circulação da população, menor a chance de o vírus encontrar pessoas suscetíveis à infecção;
  • Reino Unido e Israel conseguiram controlar as transmissões com uma combinação de lockdown e vacinação em massa.
  • Necessidade de ação nacional

    Membro da diretoria do Conselho Nacional de Saúde (CNS), Vanja dos Santos explica que, diante do iminente colapso do sistema de saúde em quase todos os estados, as ações precisam ser nacionais para serem eficazes.

    "No momento de caos generalizado em que estamos, ou paramos e fechamos tudo, ou vamos dobrar essas mais de 250 mil mortes pela Covid-19 que tivemos em um ano em um tempo muito menor" , disse Van ner " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">"No Brasil, vimos governos estaduais e prefeituras decretarem lockdowns isolados, o que é válido, mas por somente alguns dias. Analisando os dados do Reino Unido, vemos que o período é muito curto para que se tenha uma diminuição dos casos", compara.
    • Paraná fecha serviços não essenciais e determina toque de recolher a partir das 20h por nove dias

    No primeiro lockdown britânico, iniciado em 23 de março de 2020, Schrarstzhaupt explica que os casos começaram a estabilizar apenas no 16º dia de restrições.

    No segundo lockdown, começado em 5 de novembro, o cientista aponta que os casos começaram a cair depois de 13 dias. Mesmo assim, o governo britânico manteve as restrições por mais 15 dias, terminando o segundo bloqueio nacional apenas em 2 de dezembro.

    "Toda a vez que se coloca alguma medida de restrição de mobilidade, há uma redução no número de casos, mas essa redução pode não ser proporcional ao tamanho do problema. Por isso, quanto maior o número de pessoas infectadas, mais duras e longas devem ser as restrições" , afirma Isaac Schrarstzhaupt, coordenador da Rede Análise Covid-19

    Israel: lockdown e vacinação em massa

     

    Em dezembro, ao mesmo tempo em que iniciou a vacinação em massa contra a Covid-19, Schrarstzhaupt aponta que Israel decretou seu terceiro confinamento nacional. "A estratégia israelense para conter a pandemia tem sido vacinar em massa e restringir circulação", explica Schrarstzhaupt.

    Israel já vacinou mais da metade da população com ao menos uma dose, e a imunização por si só não foi vista como única estratégia. Diante disso, o governo fechou o maior a aeroporto internacional do país por duas semanas em fevereiro e manteve os demais fechados por um mês.

    O país também adotou medidas como proibir qualquer cidadão de se distanciar mais de um quilômetro de sua residência.

    Tais medidas ainda estão em vigor em Israel. Algumas foram flexibilizadas mais de um mês após o decreto do terceiro lockdown, e somente para os que já foram completamente imunizados com as duas doses da vacina.

    Medidas precisam ser coordenadas entre estados

    A diretora do CNS afirma que a entidade pede que o governo federal coordene e unifique as medidas contra a pandemia desde meados de 2020. "Pedido que o governo federal nunca atendeu", afirma Santos.

    "Se um estado restringe a circulação das pessoas e fecha comércio, mas outro não faz o mesmo e as fronteiras continuam abertas, será muito difícil para aquele que impôs as medidas conseguir impedir que uma variante chegue ao seu estado, por exemplo", aponta Schrarstzhaupt.

    Outra entidade que pede há meses uma coordenação nacional das medidas contra a Covid-19 é o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), que divulgou nesta segunda-feira (1) uma carta com sugestões de medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19 no Brasil.

    Entre os pedidos do Conass estão a adoção de um toque de recolher nacional, o fechamento de bares e praias, a proibição de eventos presenciais e suspensão de aulas presenciais em todo o país. A carta também critica a falta condução nacional unificada e coerente da reação à pandemia.

    Fonte: G1

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Notícias em Geral · 02 de março de 2021 às 08:57

Terça feira 08:56 - Caminhoneiros iniciam a paralisação em Protestos contra os preços dos combustíveis. Veja abaixo

Após nova alta dos combustíveis anunciada nesta segunda-feira (1º/03/2021) pela Petrobras, caminhoneiros deram início a um movimento grevista na noite desta segunda na BR-101.

Trabalhadores começaram um protesto na rodovia Niterói-Manilha, altura do viaduto de Magé. Segundo informações preliminares, veículos que passam pelo local estão sendo parados e obrigado a aderir ao movimento.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), equipes da corporação informaram aglomeração de caminhoneiros no acostamento com o intuito de fechamento de pista para manifestação. O movimento, segundo o órgão, segue pacífico com fluidez no trânsito.

Plantão Enfoco

Em maio de 2018, greve de caminhoneiros gerou desabastecimento

em supermercados e dificuldades de deslocamento em diversas cidades

 

brasileiras (Foto: Victor Moriyama/Getty Images)Há cerca de três anos, a categoria se mobilizou durante onze dias. Na ocasião, a insatisfação se devia ao preço do diesel, que subiu e influenciou diretamente os gastos asileiros em diversos setores. O mais grave foi a distribuição de combustível, que não estava acontecendo. Dessa forma, a gasolina se tornou item raro. Postos de abastecimento tinham filas quilométricas todos os dias e, rapidamente, o combustível nas bombas acabava.

Com o aumento da demanda e a pouca oferta, o preço da gasolina subiu em todas as cidades brasileiras. Consequentemente, os efeitos foram se escalonando. O transporte público foi afetado e o regime de home office foi instalado em empresas, por falta de opção para que os funcionários chegassem até os locais de trabalho.

Ao mesmo tempo, nos supermercados também houve crise no abastecimento de alimentos, em especial os perecíveis. Os produtos encareceram e as prateleiras de diversos estabelecimentos ficaram vazias, sem possibilidade de reposição de itens essenciais.

Na tentativa de impedir a continuidade da greve, o governo Michel Temer (MDB) acionou militares para desbloquear as rodovias pelo país. Também foram instituídas multas para os caminhoneiros que seguissem com a paralisação.

O governo, no entanto, só conseguiu chegar a um acordo com a categoria no 7º dia de greve, após atender diversas reivindicações dos caminhoneiros. Ainda assim, o fim da greve e a normalização da mobilização só aconteceram em 30 de maio.
A nova greve, que paralisa a rodovia Castello Branco nesta manhã, tem como alvo o governador de São Paulo, João Doria (PSDB). Ainda assim, o governo federal pode ser diretamente atingido, já que a categoria se mobiliza em todo o país. Os grevistas querem negociar diretamente com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e tem uma lista de dez exigências. A pauta de reivindicações traz questões como a necessidade de um marco regulatório do transporte e de uma jornada de trabalho para esse tipo de função.

Yahoo Finanças

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Notícias em Geral · 01 de março de 2021 às 20:13

Segunda feira 20:12 - Secretários pedem toque de recolher nacional e fechamento de escolas, bares e praias contra colapso da saúde na pandemia. Veja abaixo

O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Lula, divulgou nesta segunda-feira (1) uma carta (veja íntegra abaixo) com sugestões de medidas urgentes contra o iminente colapso das redes pública e privada de saúde diante do aumento dos casos de Covid-19 no Brasil.

Em resumo, o Conass afirma que:

  1. Brasil vive pior momento da pandemia, com patamares altos em todas as regiões
  2. Falta condução nacional unificada e coerente da reação à pandemia
  3. É preciso proibir eventos presenciais, inclusive atividades religiosas
  4. É preciso suspender aulas presenciais em todo o país
  5. É preciso adotar toque de recolher nacional; fechar bares e praias
  6. É preciso ampliar testagem e acompanhamento dos infectados
  7. e criar um Plano Nacional de Comunicação para esclarecer a população da gravidade da situação

A carta foi divulgada no momento em que o país bate recordes consecutivos de mortes e casos, e dias depois de o presidente Jair Bolsonaro ter criticado o uso de máscaras, ter provocado aglomerações e ameaçado governadores com corte de repasse de verbas no caso de adoção de medidas mais severas contra a circulação de pessoas.

O pedido do Conass contra a permissão para atividades religiosas ocorre no mesmo dia em que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), assinou decreto que as define como serviço essencial no estado.

Entidades médicas e governadores

No domingo, 45 entidades médicas também divulgaram um apelo pedindo ação contra o agravamento da pandemia. No texto, as associações defendem o uso de máscaras e criticam, indiretamente, a postura do presidente. "Direcionamentos contrários (ao uso das máscaras) desconstroem, confundem e agravam a situação do país", afirmam as entidades.

  • Depois de aglomeração de Bolsonaro no Ceará, Tasso cobra instalação imediata da CPI da Covid no Senado

Nos últimos dias, os governadores também puxaram reações contra o governo federal. Em uma carta aberta, 19 governadores responderam a uma postagem do presidente sobre repasses de verba. Os líderes estaduais também se mobilizam para comprar vacinas independentemente da União.

Comparado com países que lideram o ranking da vacinação, o Brasil tem uma taxa baixa da população já imunizada. Enquanto Israel já aplicou 92 doses de vacina para cada grupo de 100 habitantes, e o Reino Unido tem a marca de 30, o Brasil tem menos de 4 injeções aplicadas a cada 100 pessoas.

Íntegra do posicionamento do Conselho

Veja abaixo a íntegra da carta:

"CARTA DOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE SAÚDE À NAÇÃO BRASILEIRA

O Brasil vivencia, perplexo, o pior momento da crise sanitária provocada pela COVID-19. Os índices de novos casos da doença alcançam patamares muito elevados em todas as regiões, estados e municípios. Até o presente momento, mais de 254 mil vidas foram perdidas e o sofrimento e o medo afetam o conjunto da sociedade.

A ausência de uma condução nacional unificada e coerente dificultou a adoção e implementação de medidas qualificadas para reduzir as interações sociais que se intensificaram no período eleitoral, nos encontros e festividades de final de ano, do veraneio e do carnaval. O relaxamento das medidas de proteção e a circulação de novas cepas do vírus propiciaram o agravamento da crise sanitária e social, esta última intensificada pela suspensão do auxílio emergencial.

O recrudescimento da epidemia em diversos estados leva ao colapso de suas redes assistenciais públicas e privadas e ao risco iminente de se propagar a todas as regiões do Brasil. Infelizmente, a baixa cobertura vacinal e a lentidão na oferta de vacinas ainda não permitem que esse quadro possa ser revertido em curto prazo.

b) O reconhecimento legal do estado de emergência sanitária e a viabilização de recursos extraordinários para o SUS, com aporte imediato aos Fundos Estaduais e Municipais de Saúde para garantir a adoção de

todas as medidas assistenciais necessárias ao enfrentamento da crise;

c) A implementação imediata de um Plano Nacional de Comunicação, com o objetivo de reforçar a importância das medidas de prevenção e esclarecer a população;

d) A adequação legislativa das condições contratuais que permitam a compra de todas as vacinas eficazes e seguras disponíveis no mercado mundial;

e) A aprovação de um Plano Nacional de Recuperação Econômica, com retorno imediato do auxílio emergencial.

Entendemos que o conjunto de medidas propostas somente poderá ser executado pelos governadores e prefeitos se for estabelecido no Brasil um “Pacto Nacional pela Vida” que reúna todos os poderes, a sociedade civil, representantes da indústria e do comércio, das grandes instituições religiosas e acadêmicas do País, mediante explícita autorização e determinação legislativa do Congresso Nacional.

Carlos Lula

Presidente do Conass"

Fonte: G1

Notícias em Geral · 01 de março de 2021 às 18:52

Segunda feira SP 18:52 - Adolescente de 13 anos morre de Covid19 após voltar às aulas. Veja mais informações e fotos abaixo

A adolescente Ana Clara Macedo dos Santos, de 13 anos, foi mais uma vítima da Covid-19. Estudante do 8º ano da Escola Estadual Escritora Rachel de Queiroz, no bairro Jardim Yeda, em Campinas (SP), a menina contraiu a doença no retorno às aulas e faleceu em decorrência de complicações da doença, na tarde de dia 24 de fevereiro. A jovem foi sepultada na última quinta-feira, dia 25, e a sua perda comoveu professores, que fizeram homenagens e lamentaram o descaso que causou a morte precoce de Ana Clara.

"Anjinha dos céus. Aninha que hoje faz parte do exército de anjos do Senhor. Obrigado, Pai, por nos ter dado o privilégio de sermos pais, mesmo que em tão pouco tempo. Mas esse pouco tempo foi muito de felicidade. Deus seja louvado", disse.

 

Fonte: Extra

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