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Na última sexta-feira (15), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) e a Prefeitura Municipal de Baixo Guandu (ES) realizaram um evento para debater soluções aos impactos da lama. Cerca de 250 atingidos participaram da ação que contou com a participação do prefeito de Baixo Guandu, Neto Barros (PCdoB), do secretário estadual de saúde do Espírito Santo, Nésio Fernandes, da pesquisadora Dulce Pereira, além de representantes de secretarias municipais de saúde de municípios capixabas, e representantes do Ministério Público Federal.
Segundo a Fundação Renova, até agosto deste ano, foram destinados R$ 6,68 bilhões para as ações integradas de recuperação e compensação socioambiental e socioeconômica da bacia do rio Doce, com cerca de R$ 1,84 bilhão sendo destinados para indenizações e auxílios financeiros emergenciais. A Fundação também indenizou mais de 264 mil pessoas por danos decorrentes da suspensão temporária, por mais de 24 horas ininterruptas, no abastecimento de água.

A pesquisadora também compartilhou alguns resultados de análises feitas em laboratório com peixes retirados do Rio Doce contaminado, e que mostraram a presença de metais tóxicos em todo o organismo estudado. Além disso, segundo Pereira, o desastre acabou criando um ambiente propício para o surgimento de novos seres vivos nocivos à saúde humana. “Há vírus e bactérias que surgiram da contaminação com determinados metais tóxicos. Portanto, esse fenômeno causou mudanças químicas, físicas e biológicas em toda a bacia do Rio Doce. Além das nascentes contaminadas”.
Com relação a possível contaminação, a Renova afirma que o rio Doce é enquadrado na classe 2 pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), isto é, a água pode ser consumida após tratamento convencional e ser destinada à irrigação. A análise da água é realizada antes de passar pelas Estações de Tratamento de Água (ETAs) e após o tratamento, na etapa que antecede a distribuição, processo que é de responsabilidade das concessionárias locais.
Segundo a Fundação Renova, os mesmos dados que permitem afirmar que a água do rio Doce está em condições semelhantes às de antes do rompimento asseguram que ela pode ser consumida após passar por tratamento nos sistemas de abastecimento dos municípios
As ações foram divididas em duas frentes principais. A primeira foi voltada para reverter ou diminuir os impactos causados pelo rompimento, como o manejo do rejeito, reconstrução de vilas e pagamento de indenizações. A segunda, mais voltada para os danos ambientais, visou a restauração florestal, recuperação de nascentes e saneamento para os municípios ao longo do Rio Doce.
Fonte: Folha Vitória

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A presidente da Abrasel-ZM, Francele Galil, esteve à frente das tratativas sobre os canudos representando os cerca de 70 estabelecimentos filiados. Segundo ela, os quatro meses foram suficientes para adequação, sendo a medida condizente com o pensamento dos empreendedores. “Isso é congruente com a proposta da Abrasel e o pensamento dos nossos associados hoje: sempre trabalhar em parceria com o meio ambiente”, afirma a presidente, lembrando também as diversas possibilidades de materiais em substituição aos canudos feitos de material plástico, como os produzidos com bambu e macarrão. “Os canudinhos vieram de modo diferente, vieram mais trabalhados, coloridinhos, interessantes. Isso acaba que cria um valor agregado no próprio produto consumido”, aponta.
Alternativas
Alguns estabelecimentos, no entanto, se adiantaram à lei e prezaram pela disponibilização de materiais biodegradáveis. O dono do Restaurante Na Brasa, Tiago Souza Pacheco notou que o público ainda não está adaptado a deixar de usar os canudinhos, mas que os clientes ficam satisfeitos ao notar o compromisso do restaurante com a filosofia sustentável. “Ainda são poucos os que trazem os canudos de casa, mas os clientes mais engajados na causa ambiental ficam satisfeitos quando vêem a nossa casa utilizando uma opção mais sustentável”, destaca.
Segundo Pacheco, o custo dos canudos biodegradáveis possui o mesmo preço dos comuns. Já os de papel chegam a ser 20% mais caros, sendo que todos são encontrados facilmente em lojas e em distribuidoras da cidade. O também proprietário de restaurante Luiz Carlos Fernandes ressaltou que, com a baixa na demanda de clientes por canudos, o custo acaba sendo semelhante ao que o estabelecimento tinha anteriormente com os materiais tradicionais. “Só utiliza a Vergara Marques, a nova legislação será incorporada imediatamente às ações fiscalizadas rotineiramente pelo setor. Estabelecimentos que não estiverem cumprindo com o disposto na lei, a partir desta segunda-feira, serão intimados, punindo, como previsto na regulamentação, a partir da reincidência. “Nós adotaremos os dois momentos: o momento de intimação, que a gente pede para sanar a irregularidade e, em determinado prazo, cumprir a legislação; e, num segundo momento, se a pessoa insistir na prática irregular, estará sujeita a multa”, esclarece Graciela. A multa prevista na nova regra é de R$ 500. Inicialmente, a tendência, segundo a gerente, é pela adaptação gradual dos comerciantes após o início das fiscalizações. “Acredito que é uma lei que vai pegar, pois é simpática e logo todo mundo vai atender”, projeta Graciela.
Alternativas
Alguns estabelecimentos, no entanto, se adiantaram à lei e prezaram pela disponibilização de materiais biodegradáveis. O dono do Restaurante Na Brasa, Tiago Souza Pacheco notou que o público ainda não está adaptado a deixar de usar os canudinhos, mas que os clientes ficam satisfeitos ao notar o compromisso do restaurante com a filosofia sustentável. “Ainda são poucos os que trazem os canudos de casa, mas os clientes mais engajados na causa ambiental ficam satisfeitos quando vêem a nossa casa utilizando uma opção mais sustentável”, destaca.
Segundo Pacheco, o custo dos canudos biodegradáveis possui o mesmo preço dos comuns. Já os de papel chegam a ser 20% mais caros, sendo que todos são encontrados facilmente em lojas e em distribuidoras da cidade. O também proprietário de restaurante Luiz Carlos Fernandes ressaltou que, com a baixa na demanda de clientes por canudos, o custo acaba sendo semelhante ao que o estabelecimento tinha anteriormente com os materiais tradicionais. “Só utilizamos canudos quando o cliente insiste, e sempre os biodegradáveis. O custo é pouco maior, mas, com a diminuição do uso, a economia é bem relevante”, explica.
Ao longo da tramitação da lei dos canudinhos, pesquisadores levantaram preocupações com o possível aumento de utilização dos copos de plástico nos estabelecimentos comerciais. De acordo com levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil consome diariamente mais de 720 milhões de copos descartáveis, o que significa 1500 toneladas de resíduos plásticos despejados no meio ambiente. Com o intuito de evitar o consumo exacerbado em Juiz de Fora, tramita na Câmara Municipal, desde fevereiro, projeto de lei para proibição dos copos plásticos no comércio da cidade.
No projeto, de autoria do vereador Rodrigo Mattos (PHS), que ainda será posto em discussão em plenário, está prevista multa de até R$ 6 mil para “restaurantes, bares, lanchonetes, barracas, ambulantes, food trucks, beer trucks e similares” que utilizarem copos plásticos descartáveis no município. O projeto prevê, também, período de adequação de 180 dias e obrigatoriedade do fornecimento de copos biodegradáveis. No entanto, de acordo com o avanço das conversas no Legislativo, alterações podem ser feitas. “A gente sabe que, na realidade, pode não acontecer dessa maneira, mas a lei vai começar a ser discutida na Câmara e nós vamos ouvir as pessoas, os comerciantes para ver como podemos adaptar a lei e os prazos, para que todos possam se adaptar”, argumenta o autor da proposta.
A proposta já passou pelo crivo de todas as comissões da Câmara e, de acordo com Mattos, deverá entrar em pauta em discussões dos vereadores nas próximas semanas. A expectativa do parlamentar é pela aprovação do projeto ainda neste ano. “A gente sabe das dificuldades que vamos enfrentar, mas estamos otimistas de começar a tentar mudar a cabeça do ser humano para a gente cuidar melhor do nosso planeta”.
Fonte: Tribuna de Minas
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O motorista de um Fiesta, cor preta, placa de Italva perdeu o controle do veículo na BR 356, no Bairro Boa Vista, saiu da pista e colidiu em umas estacas de outdoor e parou no mato às margens da BR 356 na manhã deste domingo (17/11).
No veículo estava somente o motorista, que segundo informações é morador do Bairro Morro Grande em Italva e, sofreu apenas escoriações.
O motorista de um Fiesta, cor preta, placa de Italva perdeu o controle do veículo na BR 356, no Bairro Boa Vista, saiu da pista e colidiu em umas estacas de outdoor e parou no mato às margens da BR 356 na manhã deste domingo (17/11).
No veículo estava somente o motorista, que segundo informações é morador do Bairro Morro Grande em Italva e, sofreu apenas escoriações.
Fonte: Folha de Italva