Quinta feira Muriaé 19:19 - Grave acidente entre caminhão e moto. Veja mais fotos e informações...
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enal de acordo com o artigo 58 da Lei 3688/41 e liberados após registro de ocorrência.
Fonte: 29º Batalhão de Polícia Militar - PMERJ
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Um taxista, de 26 anos, foi assaltado por um casal que se passou por passageiro na madrugada desta quinta-feira (29) no bairro Joana D'arc, em Vitória. Segundo o relato da vítima, a mulher que participou do assalto, estava bastante alterada e com uma navalha em uma das mãos, fez diversas ameaças de morte.
Ainda com informações do taxista, o casal acionou a corrida na região do Triângulo das Bermudas, na Praia do Canto e teria dito que o destino seria um motel localizado em Jardim Camburi, Vitória. No entanto, no meio do trajeto eles mudaram a rota e anunciaram o assalto.
Bastante alterada e sentada no banco de trás do carro, a mulher colocou a navalha no pescoço da vítima e ordenou que ele entregasse todos os pertences. Com medo, o rapaz entregou o dinheiro que tinha feito no dia e desembarcou do carro. Os criminosos fugiram levando o veículo.
Na manhã desta quinta-feira (29), o táxi foi localizado abandonado próximo ao bairro Praia de Santa Helena, em Vitória. Arrombado e sem o som, a polícia encontrou também um cachimbo utilizado para fazer consumo de drogas. Até o momento ninguém foi detido ou identificado.
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Anny beatriz teve o intestino perfurado em CEU- Foto Reprodução TV Globo
Uma estudante de 8 anos d em acima e inscreva-se no Vestibular da UNIG
Anny beatriz teve o intestino perfurado em CEU- Foto Reprodução TV Globo
Uma estudante de 8 anos de idade ficou em grave estado de saúde depois de cair de uma mureta e ficar presa em ganchos fixados na parede. O caso aconteceu dentro de uma escola municipal, na região da Brasilândia, em São Paulo.
Após o acidente, a criança foi levada para quatro unidades de saúde, até conseguir atendimento. Ela passou por cirurgia e se recupera. Segundo a equipe médica, ela terá que usar bolsa de colostomia durante os próximos meses.
Segundo a administração da escola, os ganchos fazem parte de um corrimão, que não foi instalado.
A mãe da criança relatou que após o acidente, família recebeu uma ligação, dizendo apenas que a filha caiu e sofreu alguns arranhões. A mulher disse que a filha ainda reclama de muitas dores pelo corpo.
A secretaria municipal de educação disse que vai apurar as circunstâncias dos fatos, para tomar as devidas providências. Em entrevista à Record TV, pais de outros alunos da instituição relevaram que sentem medo de novos acidentes.
NOTA DA SECRETARIA MUNICIPAL
"Em Nota a Secretaria Municipal de Educação disse que atendeu a menina imediatamente após o acidente, que está prestando apoio à família e que abriu um procedimento para apurar as circunstância do acidente.
A Secretaria Estadual de Saúde afirmou que o estado de saúde da menina é estável. Ela está no leito na enfermaria e não tem previsão de alta.
A Prefeitura da Cidade de São Paulo lamenta o acidente e disse que já consertou o corrimão e que está apurando o que aconteceu."
Fonte da Nota: G1
Fonte: Folha Vitória com informações da Record TV.
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Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Cabral e mais seis pessoas praticaram crimes de lavagem de dinheiro por intermédio do Grupo Dirija. O esquema envolveu cerca de R$ 8 milhões, dinheiro proveniente de corrupção na máquina do estado. Na sentença, Bretas considerou um fator agravante a posição política de poder que Cabral detinha à época como governador do Rio.
“Nada mais repugnante do que a ambição desmedida de um agente público que, tendo a responsabilidade de gerir o atendimento das necessidades básicas de milhões de cidadãos do estado do Rio de Janeiro, opta por exigir vantagens ilícitas a empresas. As circunstâncias em que se deram as práticas corruptas, além das altas cifras envolvidas, são perturbadoras e revelam desprezo pelas instituições públicas. Além disso, a atividade criminosa do condenado mostrou-se apta à criação de um ambiente propício à propagação de práticas corruptas no seio da administração pública, pelo mau exemplo vindo da maior autoridade no âmbito do estado”, aifima o juiz na d "768" height="237" />
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Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Cabral e mais seis pessoas praticaram crimes de lavagem de dinheiro por intermédio do Grupo Dirija. O esquema envolveu cerca de R$ 8 milhões, dinheiro proveniente de corrupção na máquina do estado. Na sentença, Bretas considerou um fator agravante a posição política de poder que Cabral detinha à época como governador do Rio.
“Nada mais repugnante do que a ambição desmedida de um agente público que, tendo a responsabilidade de gerir o atendimento das necessidades básicas de milhões de cidadãos do estado do Rio de Janeiro, opta por exigir vantagens ilícitas a empresas. As circunstâncias em que se deram as práticas corruptas, além das altas cifras envolvidas, são perturbadoras e revelam desprezo pelas instituições públicas. Além disso, a atividade criminosa do condenado mostrou-se apta à criação de um ambiente propício à propagação de práticas corruptas no seio da administração pública, pelo mau exemplo vindo da maior autoridade no âmbito do estado”, aifima o juiz na decisão.
Em outro trecho da sentença, Bretas saliena que os crimes cometidos ajudaram a enfraquecer a economia do estado, levando a uma crise financeira sem precedentes no Rio de Janeiro.
“Terríveis são as consequências dos crimes de corrupção pelos quais Sérgio Cabral é condenado, pois, além do prejuízo monetário causado aos cofres do eEstado do Rio de Janeiro e da União, a utilização indevida dos valores obtidos de repasses e financiamentos federais nos contratos em prol de obras no Estado do Rio de Janeiro, que foram realizadas de modo incompleto, frustrou os interesses da sociedade. Ainda que não se possa afirmar que o comportamento deste condenado seja o responsável pela excepcional crise econômica vivenciada por este estado, é indubitável que os episódios de corrupção tratados nestes autos diminuíram significativamente a legitimidade das autoridades estaduais na busca para a solução da crise atual”, diz Bretas.
Também foram condenados Ary Ferreira da Costa Filho, a 12 anos e 2 meses, em regime fechado; Sérgio Castro de Oliveira, conhecido como Serjão, a 6 anos e 8 meses, em regime semiaberto; Gladys Castro Oliveira, a 8 anos e 10 meses, em regime fechado; Sonia Ferreira Batista, a 11 anos e 1 mês, em regime fechado, Jayme Luiz Martins, a 12 anos e 2 meses, em regime fechado; e João do Carmo Martins, a 12 anos e 2 meses, em regime fechado.
Os dois últimos, porém, por terem sido réus colaboradores, tiveram a pena diminuída para 4 anos de reclusão em regime domiciliar. A pena foi substituída pela prestação de serviços comunitários e pagamento de R$ 674 mil de multa, cada um, além de indenização pelos danos causados de R$ 5,578 milhões, cada um.
Fonte: Agência Brasil