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Da redação do Blog do Adilson Ribeiro
Foto: Divulgação/ PMERJ)
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De acordo com a PCES, a medida foi tomada após a conclusão do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) 049/2017, que apurou desvios na conduta profissional de Judson.
Segundo a publicação do Diário Oficial, a Decisão n.º 042/2019, proferida na 17ª Reunião Ordinária do Conselho da Polícia Civil, realizada no último dia 17, foi tomada em razão de transgressões disciplinares administrativas atribuídas ao delegado. A decisão prevê também a incompatibilidade do servidor para o exercício de outro cargo ou função por um período de três anos.
A Polícia Civil informou ainda que o delegado tem o direito de recorrer da decisão dentro do prazo de dez dias, a contar da publicação da resolução. Segundo a PCES, caso o recurso seja recebido no prazo previsto, será devidamente apreciado.
Ainda de acordo com a Polícia Civil, Judson também responde a um outro PAD, o de número 010/2018, que ainda está em andamento. No entanto, a corporação não dá detalhes sobre o objeto de investigação desse processo.
Entenda o caso
Judson e um investigador da Polícia Civil foram denunciados, por meio da Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial, por improbidade administrativa. Em outubro do ano passado, a Fazenda Pública Estadual da Serra determinou o afastamento liminar do delegado e do investigador por 180 dias, em virtude da venda de uma caminhonete modelo Toyota Hilux SW4, que estava no pátio da Polícia Civil em Alterozas, na Serra.
De acordo com a denúncia, o veículo estava sob restrição de perda em favor da União, decretada pelo juízo da 3ª Vara Criminal de Cariacica, e foi negociada pelo valor de R$ 102.470,00. Além do pedido liminar de afastamento do delegado e do investigador, a ação do MPES requereu a perda do cargo público dos dois e também dos direitos políticos, entre outras condenações que também foram impostas aos outros quatro denunciados, entre eles, um advogado.
A caminhonete foi apreendida no dia 25 de junho de 2015. Nesse processo, a sentença condenatória de 7 de junho de 2016 decretou a perda do veículo em favor da União, visto que o objeto foi apreendido no momento em que outro acusado transportava arma de fogo em um crime de tráfico ilícito de drogas.
Mesmo não tendo nenhuma ligação com o caso, conforme os autos do Inquérito Policial, já que o veículo nunca esteve vinculado ao 24° DP de Novo Horizonte, na Serra, onde o investigado exercia a função de delegado, ele conseguiu a liberação da caminhonete. A denúncia destaca ainda que, na época da liberação do carro pelo delegado, ele sequer tinha autoridade para isso, uma vez que o veículo não mais estava apreendido em Inquérito Policial, mas sim na Ação Penal.
Ainda de acordo com a denúncia, os investigados deram início à prática de atos com o objetivo de obtenção de vantagens patrimonial indevida, visto que no dia 7 de junho de 2016, quando foi decretada a perda do veículo para a União, o delegado teria autorizado a retirada e entrega indevida e definitiva da caminhonete a outro denunciado na ação.
Foi instaurado um Inquérito Policial pela Divisão de Crimes Funcionais (DCF), da Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Espírito Santo, para apurar esse fato, que deu origem à denúncia contra o delegado.
A reportagem do jornal online Folha Vitória tentou falar com o advogado de defesa de Judson de Oliveira Marques, mas não conseguiu contato com ele em nenhum dos números informados no site de seu escritório de advocacia e no Cadastro Nacional dos Advogados (CNA).
VEJA MAIS
17 de Outubro de 2018
O delegado e o investigador da Polícia Civil, denunciados pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES), por meio da Promotoria de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial, por improbidade administrativa, foram afastados do cargo. A Justiça determinou o afastamento liminar de 180 dias por vantagem patrimonial indevida, com a venda de uma caminhonete do modelo Toyota Hilux SW4, que estava no pátio da Polícia Civil, localizado na Serra.
Por meio de nota, a Polícia Civil informou, na início da tarde desta quarta-feira (17) , a Corregedoria da Polícia Civil adota, para cada caso em aberto, análise rigorosa e individualizada das condutas apuradas e as investigações e procedimentos em andamento não são comentados antes de sua finalização
Fonte: Folha Vitória

Casa que o padrasto construía no Bairro Santa Mônica onde iniciou o crime[/caption]
Ainda de acordo com a polícia, a adolescente tentava gritar, mas o padrasto tapava a boca dela com força. Após o estupro, o padrasto retirou vários carrapichos e sujeiras do cabelo da adolescente, mas os policiais ainda encontraram outros, que foram anexados ao Boletim de Ocorrência. Após o crime, ele a levou para a casa onde vive com a mãe da menina, no Bairro Jabaraí.
Resistência. Na manhã de domingo, a adolescente contou tudo ao pai, que compareceu à delegacia de Guarapari. De posse das informações, a PCES prosseguiu até a residência do padrasto , onde efetuou a prisão. Ele precisou ser dominado e algemado, já que resistiu à prisão.
21 anos de prisão. A adolescente foi encaminhada, pelo conselho tutelar, para receber a medicação adequada contra possíveis doenças e para realizar exames no DML. O padrasto foi preso por estupro de adolescente cometido por padrasto e por resistência. As penas podem chegar a 21 anos de prisão. Ele foi encaminhado ao presídio de Viana.
Fonte: Portal27
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Polícia Civil acredita que eles foram confundidos com milicianos.
De acordo com o delegado responsável pelo caso, Sérgio Caldas, as dimensões da área de busca dificultam o trabalho e avanço da operação, que conta com o apoio da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
"É uma área enorme, são quilômetros e a gente tá com dificuldade de encontrar, não estamos conseguindo. Estamos continuando", disse o delegado.
Conforme depoimento do vigia que conseguiu escapar, em meio a tortura, eles foram obrigados pelos criminosos a cavar a própria cova. A polícia acredita que os vigias podem ter sido confundidos com milicianos enquanto trabalhavam na vigilância noturna no bairro Guarani.
Uma das vítimas conseguiu escapar e informou provável local onde amigos teriam sido enterrados
Vigias do ES que trabalhavam em Cabo Frio são capturados e torturados por facção
Três homens do Espírito Santo, que trabalhavam com vigilância-noturna no bairro Guarani, em Cabo Frio, foram capturados e torturados no sábado (27) por uma facção criminosa na Comunidade do Lixo, segundo a Polícia Civil.
Um conseguiu fugir correndo cerca de um quilômetro pela mata. Ele contou à polícia que acredita que os amigos foram mortos. Ele dis /adilsonribeiro.net/wp-content/uploads/2019/07/76f9d822ec4b79627423536b12bfe7b8_1_1.jpg" alt="" width="798" height="523" />
Vigias do ES que trabalhavam em Cabo Frio são capturados e torturados por facção
Três homens do Espírito Santo, que trabalhavam com vigilância-noturna no bairro Guarani, em Cabo Frio, foram capturados e torturados no sábado (27) por uma facção criminosa na Comunidade do Lixo, segundo a Polícia Civil.
Um conseguiu fugir correndo cerca de um quilômetro pela mata. Ele contou à polícia que acredita que os amigos foram mortos. Ele disse ainda que eles foram obrigados a cavar a própria cova.
O delegado Sérgio Caldas, titular da 126ª Delegacia de Polícia, explicou que, como eles estavam atuando em área muito próxima à Comunidade do Lixo, provavelmente foram confundidos pelos traficantes com milicianos e levados para dentro da favela.
"Já ouvimos o sobrevivente. E tudo indica que foram confundidos. Provavelmente acharam que eles estavam implantando uma milícia. Eles prestam um serviço, que chamam de guarda-noturna, não armada, um tipo de apoio comunitário, mas não deviam conhecer bem a região, já que a área onde estavam é muito próxima à Comunidade do Lixo. Então, foram pegos e levados lá pra dentro", disse o delegado.
Ainda segundo Caldas, eles são do Espírito Santo mas possuem uma empresa de vigilância que já atua em Campos dos Goytacazes e passou a prestar o serviço também em Cabo Frio. Parentes dos desaparecidos já estão na região, ainda segundo o delegado que segue investigando o caso.
Sobrevivente
A PM informou que localizou a vítima que conseguiu escapar no domingo (28). Ela estava com escoriações pelo corpo. Ao ser encontrada, segundo a polícia, disse o que estava acontecendo mas buscas foram feitas e nada foi encontrado.
Em uma primeira nota emitida pela PM à imprensa, a polícia chegou a dizer que o rapaz afirmou "fazer parte de um tipo de milícia que atua no bairro Parque Burle". Mas, depois, em uma segunda nota, a PM pediu para considerar o trecho em que a vítima afirmou "fazer segurança de casas no Bairro Parque Burle".
Buscas estão sendo feitas, mas, até a publicação desta reportagem, os outros dois homens continuavam desaparecidos. Nenhum suspeito também havia sido localizado.
A polícia informou que a vítima sobrevivente chegou a ser hospitalizada mas passa bem.
Fonte: RC24h