Autor

Vania Ribeiro

Notícias em Geral · 12 de julho de 2019 às 22:34

Sexta Feira 22:34 - Criminosos obrigam funcionários de uma escola cederem espaço para o velório de traficante. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

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   Criminosos do Morro do Engenho, no bairro Engenho da Rainha, na Zona Norte do Rio, após a morte de um suspeito ligado ao tráfico de drogas na comunidade — durante uma operação da Polícia Militar, na manhã de quinta-feira — obrigaram funcionários de uma escola do município a cederem o espaço para que o corpo do homem fosse velado nesta sexta-feira.

Diego Durval de Castro, conhecido como Bananada, morreu durante uma troca de tiros com a PM. Durante toda a madrugada e a manhã desta sexta, traficantes armados e parentes do homem — que seria o gerente do morro — ficaram na unidade de ensino para dar o último adeus. Pela manhã, as aulas do espaço infantil foram canceladas e pais não puderam levar seus filhos à unidade estudantil.

Se não bastasse ter invadido o local para velar o corpo de Bananada, os criminosos convocaram pelas redes sociais moradores à irem ao local homenagear o suspeito. Em postagens do Facebook ao qual O DIA teve acesso, um homem com o nome Daniel Campos escreveu: "Pra quem quiser fazer as últimas homenagem pro amigo (sic), corpo já está na quadra da Rua 7 até às 10h da manhã. Engenho de luto", dizia a postagem. Segundo fontes da Polícia Militar, "Rua 7" — a que se referiu o homem — é a escola infantil.

A reportagem também teve acesso a uma mensagem de uma funcionária da escola. "As professoras foram obrigadas 'a ir trabalhar'. Não queriam criar 'conflito' com os bandidos (e) alarmar que o funcionamento seria alterado. A escola ficou sem aula", dizia a conversa.

O corpo do traficante foi enterrado no Cemitério de Inhaúma, às 10h.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação (SME) não confirmou e nem negou que bandidos tivessem entrado no espaço para ver o corpo do traficante. Segundo o comunicado da pasta, "nesta sexta-feira não houve aula por falta de comparecimento de alunos". A SME não informou o motivo do não comparecimento dos estudantes. Ainda de acordo com o comunicado, o horário de funcionamento das aulas é de 7h30 às 17h30. A Secretaria de Educação orientou que a reportagem procurasse "os setores responsáveis pela segurança pública para obter outras informações".

Questionada sobre o velório com homens armados na unidade de educaç nanada, morreu durante uma troca de tiros com a PM. Durante toda a madrugada e a manhã desta sexta, traficantes armados e parentes do homem — que seria o gerente do morro — ficaram na unidade de ensino para dar o último adeus. Pela manhã, as aulas do espaço infantil foram canceladas e pais não puderam levar seus filhos à unidade estudantil.

Se não bastasse ter invadido o local para velar o corpo de Bananada, os criminosos convocaram pelas redes sociais moradores à irem ao local homenagear o suspeito. Em postagens do Facebook ao qual O DIA teve acesso, um homem com o nome Daniel Campos escreveu: "Pra quem quiser fazer as últimas homenagem pro amigo (sic), corpo já está na quadra da Rua 7 até às 10h da manhã. Engenho de luto", dizia a postagem. Segundo fontes da Polícia Militar, "Rua 7" — a que se referiu o homem — é a escola infantil.

A reportagem também teve acesso a uma mensagem de uma funcionária da escola. "As professoras foram obrigadas 'a ir trabalhar'. Não queriam criar 'conflito' com os bandidos (e) alarmar que o funcionamento seria alterado. A escola ficou sem aula", dizia a conversa.

O corpo do traficante foi enterrado no Cemitério de Inhaúma, às 10h.

Em nota, a Secretaria Municipal de Educação (SME) não confirmou e nem negou que bandidos tivessem entrado no espaço para ver o corpo do traficante. Segundo o comunicado da pasta, "nesta sexta-feira não houve aula por falta de comparecimento de alunos". A SME não informou o motivo do não comparecimento dos estudantes. Ainda de acordo com o comunicado, o horário de funcionamento das aulas é de 7h30 às 17h30. A Secretaria de Educação orientou que a reportagem procurasse "os setores responsáveis pela segurança pública para obter outras informações".

Questionada sobre o velório com homens armados na unidade de educação infantil, a Polícia Militar informou apenas como Diego foi morto. Segue a nota abaixo:

  "A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, na manhã desta quinta-feira (11/7), equipes do 3º BPM (Méier) realizavam policiamento pela região do Engenho da Rainha quando, na Rua Júlia Cortez, criminosos atiraram contra os policiais. Houve confronto e um bandido foi atingido, não resistindo aos ferimentos. Com ele foram apreendidos uma pistola e um carregador calibre 9mm. A Delegacia de Homicídios da Capital foi acionada para registro do fato".

Já a Polícia Civil disse que, a Delegacia de Homicídios (DH) Capital instaurou um inquérito para apurar a morte de suspeito. Ainda segundo o órgão, os policiais militares envolvidos na ação foram ouvidos e as investigações estão em andamento.

fonte: O DIA

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Notícias em Geral · 12 de julho de 2019 às 22:17

Sexta feira 22: 16 - Batida violenta entre automóvel e caminhão próximo a Fervedouro. Clique na imagem abaixo e veja mais fotos e informações


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A Polícia Rodoviária Federal de Muriaé registrou um grave acidente na ,manhã desta sexta-feira na BR-116, próximo a Fervedouro, onde uma batida violenta entre um automóv unig.br/vestibular/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">

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A Polícia Rodoviária Federal de Muriaé registrou um grave acidente na ,manhã desta sexta-feira na BR-116, próximo a Fervedouro, onde uma batida violenta entre um automóvel e um caminhão deixou um ferido.

O socorro foi feito pelo SAMU e a vítima, que conduzia um veículo placa de Duque de Caxias-RJ foi levada para o Hospital de Carangola. As causas do acidente serão apuradas pela PRF e Perícia Técnica da DRPC de Muriaé.

 Fonte:Silvan Alves

Fotos: Matheus Pedrosa.

 

Fonte: Silvan Alves

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Notícias em Geral · 12 de julho de 2019 às 22:06

Sexta Feira 22:02 - A Secretaria da fazenda fiscaliza empresas de "Fachada" no interior do Rio. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...


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A secretaria da fazenda do rio realizou a “operação Maçarico III” nesta quinta (11) e sexta (12) para fiscalizar suspeitas de empresas de fachada no Rio.

A ação ocorreu em capitais e cidades do interior incluindo o Norte Fluminense: Itaperuna, Bom    Jesus do Itabapoana, Porciúncula.

A operação foi montada para fiscalizar 34 empresas que supostamente são de FACHADA! De a acordo com a secretaria, mais de R$1,1 bilhão em notas discais foram emitidas por essas empresas sem operação de venda.

Na Região dos lagos foram encontradas uma igreja e uma empresa de serviços onde deveria haver um estabelecimento de produtos minerais.

A Sefaz-RJ informou que as empresas forneceram créditos de ICMS para outros estabelecimentos. O valor transferido de créditos chega s forneceram créditos de ICMS para outros estabelecimentos. O valor transferido de créditos chega a R$122 milhões.

A secretaria disse também que entre as empresas investigadas, 30 não foram encontradas em seus endereços constados nos cadastrados da Secretaria da Fazenda, diante disto a Sefaz-RJ completa dizendo que com a comprovação das irregularidades nas empresas, os estabelecimentos serão impedidos preventivamente de atuar e, posteriormente, terão a inscrição estadual cancelada, conforme prevê a legislação.

O G1 divulgou que a secretaria de Estado da Fazenda informa que detalhes dessa operação e as empresas investigadas serão divulgadas até terça-feira (16)

-Da redação do Blog do Adilson Ribeiro com informações do G1.

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Notícias em Geral · 12 de julho de 2019 às 21:19

Sexta feira Vitória 21:19 - Padrasto estupra enteada com deficiência física. Clique na imagem abaixo e veja mais fotos e informações


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Um homem de 41 anos foi preso na manhã de quinta-feira (11) suspeito de agredir a mulher e estuprar a enteada de 20 anos, que tem deficiência física, hidrocefalia, e, segundo a polícia, a mentalidade de uma criança de 5 anos.

O caso aconteceu no bairro Grande Vitória, em Vitória. Tudo começou na noite de sábado (6).

A mãe da menina, uma dona de casa de 37 anos, relatou que estava em casa quando o companheiro dela a agrediu com socos, chutes e pauladas.

Ela fugiu para a casa de uma amiga, e, horas depois, voltou para a residência para buscar a filha, de 20 anos, que tem deficiência física, decorrente de uma meningite que a menina teve ao nascer, e hidrocefalia.

Quando chegou ao local, a dona de casa percebeu que a perna da filha estava "mole", e levou a menina para o Hospital Estadual de Urgência Emergência (HEUE), antigo Hospital São Lucas, em Vitória.

Lá, além do fêmur esquerdo quebrado, uma ginecologista constatou indícios de que a vítima teria sido abusada sexualmente.

Foi então que, por volta das 15h de terça (9), uma assistente social do hospital fez a denúncia para a polícia, que solicitou um pedido de prisão preventiva contra o suspeito, por estupro de vulnerável e violência doméstica.

De acordo com a polícia, a violência contra a dona de casa já foi constatada, e os resultados dos exames feitos na menina de 20 anos ainda não saíram.

O homem, que trabalha em uma empresa fornecedora de marmita, foi preso em casa e negou as acusações. Ele morava com a vítima há um ano e meio, e foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Xuri, em Vila Velha.

Na residência, foram encontradas roupas com sangue que estão sendo periciadas. A Polícia destacou o trabalho de integração que possibilitou a rápida prisão do suspeito.

"Foi um trabalho conjunto entre a Divisão Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), por meio do Plantão Especial da Mulher da Região Metropolitana (PEM) e Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Vitória. A prisão, que aconteceu em menos de 48h após a denúncia, só foi possível com a integração do Ministério Público e Judiciário nessa rede. Os homens que insistirem nesses crimes não sairão impunes", a LAR DA UNIG


 

Um homem de 41 anos foi preso na manhã de quinta-feira (11) suspeito de agredir a mulher e estuprar a enteada de 20 anos, que tem deficiência física, hidrocefalia, e, segundo a polícia, a mentalidade de uma criança de 5 anos.

O caso aconteceu no bairro Grande Vitória, em Vitória. Tudo começou na noite de sábado (6).

A mãe da menina, uma dona de casa de 37 anos, relatou que estava em casa quando o companheiro dela a agrediu com socos, chutes e pauladas.

Ela fugiu para a casa de uma amiga, e, horas depois, voltou para a residência para buscar a filha, de 20 anos, que tem deficiência física, decorrente de uma meningite que a menina teve ao nascer, e hidrocefalia.

Quando chegou ao local, a dona de casa percebeu que a perna da filha estava "mole", e levou a menina para o Hospital Estadual de Urgência Emergência (HEUE), antigo Hospital São Lucas, em Vitória.

Lá, além do fêmur esquerdo quebrado, uma ginecologista constatou indícios de que a vítima teria sido abusada sexualmente.

Foi então que, por volta das 15h de terça (9), uma assistente social do hospital fez a denúncia para a polícia, que solicitou um pedido de prisão preventiva contra o suspeito, por estupro de vulnerável e violência doméstica.

De acordo com a polícia, a violência contra a dona de casa já foi constatada, e os resultados dos exames feitos na menina de 20 anos ainda não saíram.

O homem, que trabalha em uma empresa fornecedora de marmita, foi preso em casa e negou as acusações. Ele morava com a vítima há um ano e meio, e foi encaminhado ao Complexo Penitenciário de Xuri, em Vila Velha.

Na residência, foram encontradas roupas com sangue que estão sendo periciadas. A Polícia destacou o trabalho de integração que possibilitou a rápida prisão do suspeito.

"Foi um trabalho conjunto entre a Divisão Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), por meio do Plantão Especial da Mulher da Região Metropolitana (PEM) e Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) de Vitória. A prisão, que aconteceu em menos de 48h após a denúncia, só foi possível com a integração do Ministério Público e Judiciário nessa rede. Os homens que insistirem nesses crimes não sairão impunes", afirmou a delegada Claudia Dematté.

 

Fonte: Tribuna Online

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Notícias em Geral · 12 de julho de 2019 às 20:22

Sexta feira Vitória 20:22 - Casal preso com doces brisadeiros a base de maconha. Clique na imagem abaixo e veja mais fotos e informações

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Casal suspeito de comercializar os doces em Jardim da Penha são detidos pela polícia

Duas pessoas foram presas em flagrante na Rua da Lama, em Jardim da Penha, Vitória, comercializando doces à base de maconha, conhecidos como “brisadeiros”. A prisão aconteceu na noite de quinta-feira (11), durante um desdobramento da operação “Anjos da Lei”, realizada pela Polícia Civil.

Os policiais chegaram ao casal após denúncias sobre a venda dos doces com maconha na região, onde há concentração de público durante à noite.

Uma panela com o doce, os "brisadeiros", dinheiro e balança de precisão foram apreendidos pela polícia (Foto: Divulgação)

 

Nesta rua, próxima à Ufes e uma escola particular, os suspeitos foram flagrados com uma vasilha contendo 36 doces com maconha. O homem estava segurando a vasilha, enquanto a jovem estava com fardos de leite condensado e uma porção de 24 gramas de maconha, para preparar novos doces.

Cada “brisadeiro”, segundo a polícia, era vendido a R$ 5 reais.

Os policiais foram até a residência do casal e encontraram uma balança de precisão, uma tigela e panela, com brigadeiro, além de R$ 346 e US$ 5. Os doces foram encaminhados para exames laboratoriais, onde foi constatada a presença da maconha.

Os suspeitos foram autuados por tráfico de drogas e associação ao tráfico e foram encaminhados ao presídio em Viana.


A Justiça estabeleceu uma fiança de R$ 8 mil e o uso de tornozeleira eletrônica ao casal preso na noite de quinta-feira (11) com doces à base de maconha, os “brisadeiros”. Os dois foram presos em flagrante, comercializando os doces na Rua da Lama, no bairro Jardim da Penha, Vitória.


A pena foi arbitrada pela juíza Raquel de Almeida Valinho, durante Audiência de Custódia, realizada na tarde desta sexta-feira (12). A juíza reconheceu a prisão em flagrante e destacou que os dois não possuiam antecedentes criminais.

Além de pagar uma fiança de R$ 4 mil cada um e o uso da tornozeleira eletrônica, a juíza determinou que os dois estão proibidos de sair da Grande Vitória sem autorização da Justiça; comparecer à Justiça sempre que convocados; proibição de frequentar bares, boates, prostíbulos e assemelhados; e recolhimento domiciliar de 20h às 6h, ex ça da maconha.

Os suspeitos foram autuados por tráfico de drogas e associação ao tráfico e foram encaminhados ao presídio em Viana.


A Justiça estabeleceu uma fiança de R$ 8 mil e o uso de tornozeleira eletrônica ao casal preso na noite de quinta-feira (11) com doces à base de maconha, os “brisadeiros”. Os dois foram presos em flagrante, comercializando os doces na Rua da Lama, no bairro Jardim da Penha, Vitória.


A pena foi arbitrada pela juíza Raquel de Almeida Valinho, durante Audiência de Custódia, realizada na tarde desta sexta-feira (12). A juíza reconheceu a prisão em flagrante e destacou que os dois não possuiam antecedentes criminais.

Além de pagar uma fiança de R$ 4 mil cada um e o uso da tornozeleira eletrônica, a juíza determinou que os dois estão proibidos de sair da Grande Vitória sem autorização da Justiça; comparecer à Justiça sempre que convocados; proibição de frequentar bares, boates, prostíbulos e assemelhados; e recolhimento domiciliar de 20h às 6h, exceto quando estiverem estudando.

Segundo relatos, após vender os “brisadeiros”, o casal desejava “boa viagem” aos clientes.

Fanotícias/Tribuna Online

 

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