Autor

Vania Ribeiro

Notícias em Geral · 26 de junho de 2019 às 18:17

Quarta feira Serra 18:16 - Pastor e seu assassino frequentavam a mesma igreja. Clique e veja mais informações...

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O assassino confesso Otniel Ferreira Fraga, de 37 anos, frequentava a mesma igreja que o pastor do Pastor Fernando Pissarra, morto no último domingo (23). Os dois tiveram uma briga em 2003, mas, após fazerem as pazes, os dois voltaram a ser amigos.

 

Durante uma semana, Otniel decidiu e planejou como matar o pastor, momentos antes dele chegar para um culto na Igreja Assembleia de Deus, no bairro São Judas Tadeu, na Serra.

À polícia, Otniel contou que chegou ao local do crime pro volta das 17h20 e ficou esperando a vítima. Ele chegou a se esconder atrás de um caminhão, mas foi visto e reconhecido por diversos moradores da região (o suspeito também morou no bairro). Ele fez três disparos contra o pastor, sendo que dois deles não atingiram a vítima. O terceiro disparo foi feito nas costas de Fernando.

Ainda em depoimento, o suspeito afirmou que conhecia o pastor há muitos anos, mas que os dois tiveram uma briga em 2003. Cinco meses após esta briga, o irmão de Otniel foi assassinado e ele acusava o pastor de ser o mandante do crime.

Após um período, os dois voltaram a se falar e frequentaram a mesma igreja, mas tiveram um novo desentendimento há cinco anos. Dias depois, o suspeito comprou uma arma, por R$ 3,5 mil e decidiu que um di no último domingo (23). Os dois tiveram uma briga em 2003, mas, após fazerem as pazes, os dois voltaram a ser amigos.

 

Durante uma semana, Otniel decidiu e planejou como matar o pastor, momentos antes dele chegar para um culto na Igreja Assembleia de Deus, no bairro São Judas Tadeu, na Serra.

À polícia, Otniel contou que chegou ao local do crime pro volta das 17h20 e ficou esperando a vítima. Ele chegou a se esconder atrás de um caminhão, mas foi visto e reconhecido por diversos moradores da região (o suspeito também morou no bairro). Ele fez três disparos contra o pastor, sendo que dois deles não atingiram a vítima. O terceiro disparo foi feito nas costas de Fernando.

Ainda em depoimento, o suspeito afirmou que conhecia o pastor há muitos anos, mas que os dois tiveram uma briga em 2003. Cinco meses após esta briga, o irmão de Otniel foi assassinado e ele acusava o pastor de ser o mandante do crime.

Após um período, os dois voltaram a se falar e frequentaram a mesma igreja, mas tiveram um novo desentendimento há cinco anos. Dias depois, o suspeito comprou uma arma, por R$ 3,5 mil e decidiu que um dia iria matar o pastor.

Prisão nesta quarta

Otniel foi preso nesta quarta-feira enquanto estava na casa da mãe em Jacaraípe, na Serra. Com ele, a polícia aprendeu uma arma calibre 38, que pode ter sido utilizada no crime.

"Ele deixou claro que sabia o que estava fazendo e não demonstrou qualquer arrependimento de ter cometido o crime. Há pelo menos uma semana, ele criou coragem e decidiu matar o pastor", explicou o delegado Rodrigo Sandi Mori, da Delegacia de Crimes contra a Vida da Serra.

O suspeito foi autuado por porte ilegal de arma e preso por um mandado de prisão temporária (30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30 dias).

Ele pode responder pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe e sem possibilidade de defesa da vítima. O autor, após prestar depoimento, foi encaminhado para o Centro de Triagem de Viana.

 

Fonte: Tribuna Online

 

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Notícias em Geral · 26 de junho de 2019 às 17:49

Quarta feira Pádua 17:49 - Motociclista é baleado ao atravessar a ponte. Clique e veja mais informações...

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Um motociclista de 56 an em segurança, foi que acabou percebendo que na verdade, havia sido alvejado. A vítima passou por atendimento médico para a remoção do projétil, que não atingiu órgãos vitais, sendo posteriormente liberada.

Fonte: Rádio Natividade

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Notícias em Geral · 25 de junho de 2019 às 22:00

Terça feira S.P. 22:00 - Casal é preso por suspeita de manter mulher em cativeiro durante 20 anos. Clique e veja mais informações...

 

 

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Um casal foi preso na no fim da noite desta segunda-feira (24), em Vinhedo, no interior de São Paulo, após ser acusado de manter uma mulher, agora idosa, em cativeiro durante ao menos 20 anos, segundo a Polícia Civil. A vítima, Iva da Silva de Souza, de 63 anos, trabalhava como cuidadora sem receber pagamento e era mantida isolada em dois cômodos, na casa dos suspeitos, no bairro João XXIII, sem poder fazer contato com outras pessoas.

 

A família dela, da cidade de Colorado, no Paraná, havia dado queixa à polícia em razão do seu desaparecimento, no fim da década de 90, mas a mulher nunca foi encontrada.

Conforme a polícia, Écio Pilli Júnior, de 47 anos, e Marina Okido, de 65 anos, usaram os documentos da vítima para abrir conta em banco e emitiam cheques sem fundos em nome dela. Os golpes no comércio levaram a Polícia Militar à casa dos suspeitos de estelionato. Quando os policiais abordaram o casal, a vítima pediu ajuda. O casal tentou disfarçar a situação, que pareceu estranha aos policiais. A vítima foi levada à delegacia da Polícia Civil e contou que era obrigada a cuidar da mãe de Marina, uma idosa de 88 anos, em troca apenas de alimentação.

 

A vítima contou ter sido trazida ainda jovem do Paraná pelos pais de Marina para trabalhar como doméstica deles, mas depois passou a ser empregada Júnior, de 47 anos, e Marina Okido, de 65 anos, usaram os documentos da vítima para abrir conta em banco e emitiam cheques sem fundos em nome dela. Os golpes no comércio levaram a Polícia Militar à casa dos suspeitos de estelionato. Quando os policiais abordaram o casal, a vítima pediu ajuda. O casal tentou disfarçar a situação, que pareceu estranha aos policiais. A vítima foi levada à delegacia da Polícia Civil e contou que era obrigada a cuidar da mãe de Marina, uma idosa de 88 anos, em troca apenas de alimentação.

 

A vítima contou ter sido trazida ainda jovem do Paraná pelos pais de Marina para trabalhar como doméstica deles, mas depois passou a ser empregada do casal. Além de cuidar da mãe de Marina, desde que esta se tornou idosa, ela também fazia as tarefas de casa e acabou submetida à situação análoga à de escravidão.

Ela contou que, por várias vezes, foi agredida pelo casal e impedida de sair de casa. Iva não podia se comunicar com a família por carta ou telefone. Os dois retiveram seus documentos pessoais e os usavam para aplicar golpes no comércio.

O casal foi indiciado em inquéritos por estelionato, tortura e cárcere privado. A vítima foi encaminhada para um abrigo municipal. A polícia tenta contatar os familiares dela no Paraná.


A investigação também vai apurar se outras pessoas sabiam da situação da vítima e acobertaram o caso. A mãe de Marina, que era cuidada por Iva, foi encontrada debilitada e doente. Ela foi encaminhada para a Santa Casa de Vinhedo e permanecia internada na manhã desta terça-feira, 25.

 

Fonte: Estadão/Aqui Notícias

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