Autor

Vania Ribeiro

Notícias em Geral · 16 de março de 2019 às 18:11

Sábado 18:10 - Lava Jato completa cinco anos com 155 pessoas condenadas. Clique na imagem abaixo veja mais fotos e saiba mais informações...

Operação recuperou R$ 1,37 milhão por dia.

 

A Operação Lava Jato completa cinco anos neste domingo (17). Conforme divulgado pelo Ministério Público Federal no Paraná, os 1.825 dias de trabalho de investigação, acusação e julgamentos resultaram em 242 condenações contra 155 pessoas, em 50 processos sentenciados por lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, fraude à licitação, organização criminosa, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, tráfico internacional de drogas, crime contra a ordem econômica, embaraço à investigação de organização criminosa e falsidade ideológica.

Nesse período, R$ 2,5 bilhões retornaram à Petrobras, a principal estatal lesada pelo esquema, conforme determinação da Justiça – o que corresponde a uma média de R$ 1,37 milhão por dia devolvido aos cofres públicos desde 2014. Há ainda 11,5 bilhões a serem devolvidos para o erário, inclusive à petrolífera, conforme já acordado com a Justiça Federal.

No total de 13 acordos de leniência com empresas envolvidas, está previsto o ressarcimento de R$ 13 bilhões, valor superior à previsão de gastos da Justiça Federal (R$ 12,8 bi) ou do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (11,9 bi) descritos no Orçamento Anual de 2019 (anexo II). O MPF tem expectativa de que o valor apurado possa chegar a R$ 40 bilhões.

Método


Em 17 de março de 2014, a operação foi a campo, ganhou nome de sua “1ª fase”, inaugurou o método de trabalho e surgiu para a opinião pública que passou a acompanhar as investigações. A Justiça Federal determinou então 19 conduções coercitivas para depoimento na Polícia Federal, expediu 81 mandados de busca e apreensão e ordenou a prisão de 28 pessoas sob investigação – entre eles, o doleiro paranaense Alberto Youssef.


A Polícia Federal prende o banqueiro Eduardo Plass em nova etapa da Operação Hashtag, desbodramento da Lava Jato no Rio de Janeiro.



ação da  Polícia Federal em uma das fases da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. - Tomaz Silva/Agência Brasil



Três dias depois, a Lava Jato voltou ao destaque no noticiário ao prender o engenheiro Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras (2004-2012), apontando relação ilícita entre ele e o doleiro Youssef.

O ex-engenheiro foi solto em maio, após recurso no Supremo Tribunal Federal (STF). Cerca de 20 dias depois, Costa voltou à prisão, após a Justiça reconhecer risco de fuga por causa de US$ 23 milhões encontrados na conta dele e desencadeadas 60 fases, a Lava Jato fez 91 acusações contra 426 pessoas físicas, nem todas processadas. Entre essas 63 pessoas foram acusadas de improbidade administrativa, junto com “18 empresas e três partidos políticos (PP, MDB e PSB)”, conforme o MPF. Mais de 180 pessoas denunciadas fizeram acordo de delação premiada e passaram a colaborar com as investigações.

A operação é resultado do trabalho da força tarefa que atua ainda hoje na operação com procuradores do MPF, policiais federais, auditores da Receita Federal, técnicos do Banco Central e do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

O principal juiz responsável pelas condenações na 13ª Vara Criminal Federal de Curitiba, Sergio Moro, foi nomeado ministro da Justiça e da Segurança Pública do atual governo.

Revezes


Na última semana, a Operação Lava Jato sofreu dois revezes. Contrariando as expectativas de procuradores da Lava Jato, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu na quinta-feira (14) que a Justiça Eleitoral tem competência para investigar casos de corrupção quando envolverem simultaneamente caixa 2 de campanha e outros crimes comuns, como lavagem de dinheiro, que são investigados na Operação.

No dia seguinte (15), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu suspender o acordo feito entre a força-tarefa e os Estados Unidos.



 Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF)



Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) durante julgamento sobre a transferência dos casos da Lava Jato para Justiça Eleitoral - Nelson Jr./SCO/STF.


Fonte: Agência Brasil


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Notícias em Geral · 16 de março de 2019 às 17:31

Sábado 17:28 - Mesmo sem reconhecimento formal, corpo encontrado em Natividade é liberado para sepultamento. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

Na tarde deste sábado (16), o Instituto Médico Legal de Itaperuna, liberou para sepultamento o corpo de um homem encontrado na última quarta-feira (13) próximo das margens do ribeirão no bairro Morada do Engenho. Fortes indícios indicam que o mesmo seria do aposentado Luiz Andrade Cartolina. Com tudo, apesar de familiares da vítima, terem feito um reconhecimento visual, na certidão de óbito a ser expedida consta como vítima desconhecida. Material genético já foi recolhido e será enviado para exame e confrontação genética no Instituto de Criminalística Carlos Éboli, no Rio de Janeiro. Laudo preliminar no exame de necrópsia ao qual o jornalismo da Rádio Natividade teve acesso com exclusividade, indica que a causa do óbito permanece indefinida. A 140ª Delegacia de Natividade já instaurou inquérito para apurar o caso. Ainda não há informações sobre o sepultamento.

Fonte: Rádio Natividade

Relembre:


11/03/2019 - Família procura por natividadense desaparecido há quase uma semana.


 

A família do aposentado Luiz Andrade Cartoline, o Mãozinha, de 65 anos, procuram desesperad ecido desde a última quarta-feira (06). O cadáver, está em adiantado estado de decomposição com a face desfigurada, mas é possível observar a deficiência em sua mão direita, razão de seu apelido. Peritos da Polícia Civil já estiveram no local e militares do 29º BPM aguardam o rabecão para remoção do IML de Itaperuna, onde deverá acontecer a identificação oficial. A 140ª Delegacia deverá apurar as circunstâncias da morte.

Fonte: Rádio Natividade

 

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Notícias em Geral · 16 de março de 2019 às 17:01

Sábado 16:59 - Mudança na aposentadoria de Militar exigirá ajustes: “Se aumentamos o tempo de serviço [dos atuais 30 anos] para 35 anos, temos que ajustar a carreira militar, pois as atuais idades limites já não servem mais..." diz Almirante. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

O secretário-geral do Ministério da Defesa, almirante Almir Garnier, disse hoje (16) que as mudanças nas regras de aposentadoria dos militares exigirão ajustes em relação a toda a carreira. “Nosso projeto é bem complexo porque não é apenas uma mudança constitucional. Ele muda várias leis. Se mexe no estatuto, tem que mexer na Lei de Remunerações e, portanto, na Lei de Pensões. Por isso, é mais trabalhoso e difícil afinar todo o projeto", disse ele. O Estatuto dos Militares regula a situação, as obrigações, os deveres, direitos e as prerrogativas dos integrantes das Forças Armadas.

Almir Garnier participou, neste sábado, de reunião com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, e outros representantes dos ministérios da Economia e da Defesa para analisar a proposta de mudança na aposentadoria dos militares. Elaborado pelo Ministério da Defesa, o projeto deve ser encaminhado ao Congresso Nacional no próximo dia 20, depois que a equipe econômica do governo e os representantes dos militares chegarem a um consenso.

Segundo o secretário, a reunião serviu para que os técnicos “afinassem” alguns pontos da proposta inicial, do Ministério da Defesa. “Há sempre alguns detalhes que precisam ser ajustados. É um processo normal para que, quando o presidente enviar o projeto ao Congresso, o texto esteja o mais alinhado possível,
O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, lembrou que entre as preocupações dos representantes dos militares está a futura reestruturação da carreira. “Eles alertam – e eu acho legítimo que o façam – que, daqui para a frente, é preciso pensar a reestruturação das carreiras militares”, disse Almeida, citando fatos que, segundo ele, evidenciam a diferença de tratamento entre as carreiras públicas civis e militares. “Algumas carreiras civis tiveram aumentos brutais e [receberam] algumas coisas que o Tribunal de Contas da União [TCU] tem contestado. Uma série de coisas que os militares não tiveram”, acrescentou.

Para Almeida, outro aspecto a ser encarado é a “grande disparidade” entre as Forças Armadas e as corporações militares de alguns estados. “Em alguns estados, há coronéis da PM ganhando muito mais que um coronel quatro estrelas das Forças Armadas. Em alguns estados com problemas financeiros, o soldo de um policial militar em final de carreira é igual ao de um desembargador.”

Sobre a reestruturação da carreira militar, o almirante Almir Garnier disse que ela pode ajudar as Forças Armadas no processo de tornar-se mais meritocrática e eficiente com os gastos públicos. “Se aumentamos o tempo de serviço [dos atuais 30 anos] para 35 anos, temos que ajustar a carreira militar, pois as atuais idades limites já não servem mais. As pessoas passam a poder permanecer em determinados postos e graduações por mais tempo. Tudo está interligado e reflete também sobre economia e despesas”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

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Notícias em Geral · 16 de março de 2019 às 16:44

Sábado 16:40 - Em encontro, presidente do Instituto Lula lê carta do ex-presidente reafirmando que provará sua inocência. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

Em carta enviada, nesta sexta-feira (15), ao seminário "Lula Livre", que ocorre em São Paulo, o ex-presidente diz que não descansará enquanto não provar sua inocência e que os "verdadeiros ladrões" são os que o condenaram. A carta foi lida há pouco pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, para uma plateia de mais de mil pessoas reunidas no auditório do Sindicato dos Metroviários, no Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Na carta, Lula voltou a afirmar que sua prisão foi motivada pelo fato de que, se estivesse livre, seria eleito presidente da República pela maioria da população brasileira. Lula está preso es" são os que o condenaram. A carta foi lida há pouco pelo presidente do Instituto Lula, Paulo Okamoto, para uma plateia de mais de mil pessoas reunidas no auditório do Sindicato dos Metroviários, no Tatuapé, na zona leste de São Paulo. Na carta, Lula voltou a afirmar que sua prisão foi motivada pelo fato de que, se estivesse livre, seria eleito presidente da República pela maioria da população brasileira. Lula está preso na superintendência da Policia Federal, em Curitiba, desde o início de abril do ano passado.
No texto lido por Okamoto Lula se queixa da Justiça que o teria proibido de comparecer ao velório e sepultamento de seu irmão, Frei Chico, morto em janeiro. Lula lamentou também as "perseguições" que seu neto Arthur Araújo Lula da Silva, morto em 2 de março, sofrera na escola por ser seu parente. "Prometi ao Arthur que não descansarei enquanto não provar que os verdadeiros ladrões são os que me condenaram", escreveu Lula, reforçando que não é e nunca foi proprietário do apartamento, o triplex, do Guarujá, nem do sítio de Atibaia.
O seminário Lula Livre reúne lideres de partidos políticos, de centrais sindicais e movimentos sociais de esquerda. O seminário marca o relançamento do Movimento Lula Livre. Segundo Paulo Okamoto, o objetivo do seminário é dar as diretrizes para a criação de comitês nos Estados para apoiar a campanha Lula Livre. "Precisamos nos organizar; todos as forças progressistas para primeiro tirarmos Lula desta prisão injusta, encontrar os mandantes do assassinato de Marielle e derrubar essa reforma da Previdência", disse o presidente do Instituto Lula.
Fonte: Isto É e Diário de Pernambuco
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Notícias em Geral · 16 de março de 2019 às 15:41

Sábado Rio 15:39 - Jovem que foi morto em Supermercado na frente de sua própria mãe por segurança com golpe de MATA-LEÃO estava desarmado. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

Segurança responderá por homicídio

Novas imagens revelam que o Pedro Henrique estava desarmado quando foi imobilizado pelo Davi Amâncio, diferentemente do alegado inicialmente

 

O segurança Davi Ricardo Moreira Amâncio, de 32 anos, vai responder por homicídio com dolo eventual (em que assumiu o risco de matar). Ele foi o acusado de ser o responsável pela morte de Pedro Henrique Gonzaga, 25, por asfixia em uma loja do supermercado Extra, no Rio de Janeiro. Novas imagens revelam que o jovem estava desarmado quando foi imobilizado pelo segurança, diferentemente do alegado inicialmente.

Um novo inquérito sobre o caso foi encaminhado à Justiça nesta sexta-feira, 15, reunindo diversas imagens de vídeo que refazem o passo a passo do crime desde o momento em que Gonzaga e sua mãe chegam ao supermercado, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, até a morte do rapaz. Dinalva Santos de Oliveira, mãe de Gonzaga, afirmou que ele não tentou pegar a arma do segurança.

As novas imagens mostram que Gonzaga vai em direção do segurança. Em seguida, ele cai no chão duas vezes e é imobilizado. Amâncio alegou, originalmente, que o rapaz tentou pegar sua arma. Mas uma imagem mostra a arma na mão de um outro segurança, Edmilson Félix, comprovando que a vítima não oferecia risco algum.

https://youtu.be/-Mu6wEd9GmA

Veja:


15/02/19 - Garoto é imobilizado e morto por segurança de supermercado no Rio


O rapaz foi imobilizado e acabou sufocado; empresa diz que foi ação foi 'reação a tentativa de furto' e informou que vai investigar o caso


Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um homem de 19 anos, identificado como Pedro Gonzaga, sendo imobilizado por um segurança da rede de supermercados Extra, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O rapaz, durante a agressão que ocorreu na tarde desta quinta-feira, 14, acabou sendo sufocado e morto.

Nas imagens, um segurança aparece deitado sobre o jovem, que não reage, e refuta pedidos de outras pessoas para que o solte. Uma mulher, que está perto da cena, diz: “Está desmaiado, não está não?”. Outra fala: “Ele tá com a mão roxa”. Mas ele se nega a sair e responde “Quem sabe sou eu”. Os outros seguranças que presenciaram a cena afirmaram, no vídeo, que Pedro teria tentando furtar a arma do colega.

19/02/19 Jovem asfixiado no Rio não tentou pegar arma do segurança, diz mãe


Dinalva de Oliveira, mãe de Pedro Henrique Gonzaga, negou que o filho representasse qualquer perigo ao estabelecimento comercial


A mãe de Pedro Henrique Gonzaga, jovem de 25 anos que morreu após ser asfixiado por um segurança particular de uma unidade do supermercado Extra na Barra da Tijuca (zona oeste do Rio), na última quinta-feira, 14, prestou depoimento nesta terça-feira, 19, à Delegacia de Homicídios do Rio, no mesmo bairro.

A oitiva de Dinalva Santos de Oliveira durou duas horas. Ela não falou com a imprensa, mas, segundo seu advogado, negou que o filho representasse qualquer perigo ao segurança ou ao estabelecimento comercial. “O menino provavelmente teve um surto, saiu correndo, o segurança correu atrás, derrubou o garoto no chão e o imobilizou. Pedro estava desarmado, não tentou pegar a arma do segurança nem oferecia nenhum risco que justificasse aquela reação”, afirmou Marcello Ramalho. “Isto não existiu, em momento algum. Ele passou mal, correu, o segurança promoveu a imobilização e aplicou uma técnica de execução”.

Para o advogado, o segurança (Davi Ricardo Moreira Amâncio, de 32 anos) tinha noção que estava causando risco à vida de Gonzaga, e foi alertado a respeito disso pela mãe da vítima e por outras testemunhas. Mesmo assim, não interrompeu a ação. dios do Rio, no mesmo bairro.

A oitiva de Dinalva Santos de Oliveira durou duas horas. Ela não falou com a imprensa, mas, segundo seu advogado, negou que o filho representasse qualquer perigo ao segurança ou ao estabelecimento comercial. “O menino provavelmente teve um surto, saiu correndo, o segurança correu atrás, derrubou o garoto no chão e o imobilizou. Pedro estava desarmado, não tentou pegar a arma do segurança nem oferecia nenhum risco que justificasse aquela reação”, afirmou Marcello Ramalho. “Isto não existiu, em momento algum. Ele passou mal, correu, o segurança promoveu a imobilização e aplicou uma técnica de execução”.

Para o advogado, o segurança (Davi Ricardo Moreira Amâncio, de 32 anos) tinha noção que estava causando risco à vida de Gonzaga, e foi alertado a respeito disso pela mãe da vítima e por outras testemunhas. Mesmo assim, não interrompeu a ação. Gonzaga morreu asfixiado, segundo laudo do Instituto Médico-Legal (IML).

A Polícia Civil ainda vai decidir se acusa Amâncio por homicídio culposo (sem intenção) ou doloso (intencional). Inicialmente o caso foi registrado como homicídio culposo, cuja pena é de um a três anos de prisão. Preso em flagrante, Amâncio pagou fiança de R$ 10 mil e foi libertado para responder à acusação em liberdade.

Se a investigação indicar que o segurança assumiu o risco de matar a vítima, ele pode ser indiciado pelo crime doloso, qualificado por asfixia. Nesse caso, a pena em caso de condenação varia de 12 a 30 anos de prisão.

 

Fonte: Veja

 

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