Autor

Vania Ribeiro

Notícias em Geral · 13 de março de 2019 às 13:06

Quarta feira 13:03 - Adolescentes usaram revólver e arma medieval durante ataque em Suzano. Até agora são 23 vítimas... Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

O comandante-geral da Polícia Militar, Marcelo Salles, informou que os dois adolescentes autores dos tiros na Escola Estadual Raul Brasil nesta manhã usaram um revólver calibre 38 e uma arma medieval semelhante a um arco e flecha. Até o momento, pelo menos 10 pessoas morreram no ataque.

Segundo os policiais, os atiradores atacaram, inicialmente, um lava-jato que estava ao lado do colégio e depois entraram na escola atirando na coordenadora pedagógica, num funcionário e nos estudantes.

Salles disse ainda que os estudantes atacados estavam na hora do recreio. De acordo com ele, os atiradores se suicidaram em um dos corredores da escola. Segundo o policial, há artefatos explosivos dentro do colégio, por isso é fundamental o isolamento da área.

Na parte externa do colégio, o governador de São Paulo, João Doria, disse ter visto hoje as cenas mais tristes da sua vida. Ele cancelou a agenda e seguiu para o local com autoridades de segurança pública e da área de educação do estado.

O crime ocorreu por volta das 9h30. Segundo informações da Polícia Militar, dois adolescentes armados e encapuzados invadiram o local e efetuaram disparos contra os alunos.

À tarde, as autoridades de São Paulo concederão nova entrevista sobre o caso.

A Polícia Militar informou há pouco que subiu para dez o número de mortos em decorrência do tiroteio na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano,
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À tarde, as autoridades de São Paulo concederão nova entrevista sobre o caso.

A Polícia Militar informou há pouco que subiu para dez o número de mortos em decorrência do tiroteio na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano,

Vítimas


No total, 23 pessoas foram encaminhadas a unidades de saúde: Hospital Santa Maria (9), Santa Casa (3), Hospital Luzia de Pinho Mello (2), Hospital Santana (2), Hospital Santa Marcelina (5), Hospital das Clínicas (2).

Fonte: Agência Brasil

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Notícias em Geral · 13 de março de 2019 às 12:00

Quarta feira 11:58 - 8 Policiais militares são presos acusados de tortura em Cabo Frio. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) e da Corregedoria da Polícia Militar do Estado (Pmerj), realizou nesta terça-feira (12/03), em Cabo Frio, a Operação Ali Babá II, para o cumprimento de mandados de prisão preventiva contra nove integrantes da Polícia Militar, além do afastamento da função de outro denunciado, que também pertence aos quadros da corporação. Eles são acusados da prática de crimes como tortura física e psicológica, além de sequestro.

Segundo o MP, que contou com o apoio da Polícia Civil do Estado durante as investigações, na manhã de 7 de julho de 2014, os policiais denunciados, com emprego de armas de fogo, mediante violência e grave ameaça, constrangeram os autores de roubo de R$ 4 milhões da transportadora de valores Transexpert, ocorrido dias antes, em 3 de julho, no KM 55 da Via Lagos, Km 55, em São Pedro da Aldeia. O objetivo da diligência foi obter a confissão dos criminosos, bem como informações sobre o paradeiro da quantia por eles subtraída.

A partir de denúncia apresentada pelo Gaeco, em 11 de dezembro de 2018, o juízo da 2ª Vara da Comarca de São Pedro da Aldeia expediu os mandados de prisão preventiva contra nove policiais denunciados: Paulo Henrique de Oliveira Ferreira; Leandro Luiz da Silva; Rubens José Loureiro Ferreira; José Carrilho Rosa; Marcio da Silveira Marques; Robert de Souza Costa; Celio Gomes de Oliveira; Marcos Ribeiro Laranjeira; Reynaldo Robério Ramalho Cardoso; além de ter determinado o afastamento de Helio de Cassio Souza Manhães da função de oficial da PM.

A primeira Operação Ali Babá foi realizada em 19 de fevereiro de 2016, em Cabo Frio e cidades da Baixa Fluminense, também sob o comando do Gaeco, e com a participação da Polícia Civil do Estado, da Pmerj e da Polícia Federal. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra acusados de roubo, receptação e desmanche de carros, crimes igualm o de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) e da Corregedoria da Polícia Militar do Estado (Pmerj), realizou nesta terça-feira (12/03), em Cabo Frio, a Operação Ali Babá II, para o cumprimento de mandados de prisão preventiva contra nove integrantes da Polícia Militar, além do afastamento da função de outro denunciado, que também pertence aos quadros da corporação. Eles são acusados da prática de crimes como tortura física e psicológica, além de sequestro.

Segundo o MP, que contou com o apoio da Polícia Civil do Estado durante as investigações, na manhã de 7 de julho de 2014, os policiais denunciados, com emprego de armas de fogo, mediante violência e grave ameaça, constrangeram os autores de roubo de R$ 4 milhões da transportadora de valores Transexpert, ocorrido dias antes, em 3 de julho, no KM 55 da Via Lagos, Km 55, em São Pedro da Aldeia. O objetivo da diligência foi obter a confissão dos criminosos, bem como informações sobre o paradeiro da quantia por eles subtraída.

A partir de denúncia apresentada pelo Gaeco, em 11 de dezembro de 2018, o juízo da 2ª Vara da Comarca de São Pedro da Aldeia expediu os mandados de prisão preventiva contra nove policiais denunciados: Paulo Henrique de Oliveira Ferreira; Leandro Luiz da Silva; Rubens José Loureiro Ferreira; José Carrilho Rosa; Marcio da Silveira Marques; Robert de Souza Costa; Celio Gomes de Oliveira; Marcos Ribeiro Laranjeira; Reynaldo Robério Ramalho Cardoso; além de ter determinado o afastamento de Helio de Cassio Souza Manhães da função de oficial da PM.

A primeira Operação Ali Babá foi realizada em 19 de fevereiro de 2016, em Cabo Frio e cidades da Baixa Fluminense, também sob o comando do Gaeco, e com a participação da Polícia Civil do Estado, da Pmerj e da Polícia Federal. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão contra acusados de roubo, receptação e desmanche de carros, crimes igualmente cometidos mediante graves ameaças e uso de armas de fogo.

Fonte: O São Gonçalo

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Notícias em Geral · 13 de março de 2019 às 11:39

Quarta feira 11:38 - Ataque a tiros deixa mais de 6 mortos em escola em S.P. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

 

Dois atiradores invadiram a Escola Estadual Raul Brasil, no Jardim Imperador, em Suzano, na Grande São Paulo, na manhã desta quarta-feira 13/03. Eles abriram fogo a esmo. Mataram cinco estudantes, um funcionário do colégio e se suicidaram em seguida.

A PM foi chamada por volta das 9h30 para atender a ocorrência. Segundo as primeiras informações da polícia, os dois jovens encapuzados entraram na escola e atiraram a esmo várias vezes. Ainda não se sabe a motivação do crime.




A escola tem cerca de 1 mil alunos matriculados e 105 funcionários, segundo dados do Censo Escolar de 2017. A escola oferece turmas do 6º ano do ensino fundamental à 3ª série do Ensino Médio.

A comerciante Jozielma Soares dos Santos, de 48 anos, que trabalha numa oficina a cerca de 200 metros da Escola Estadual Professor Raul Brasil, relatou o pânico vivido por alunos na manhã desta quarta-feira, quando dois atiradores abriram fogo contra estudantes e funcionários do colégio. Os criminosos deixaram seis vítimas e se suicidaram em seguida.

Jozielma contou que abrigou uma aluna que estava na escola na hora do massacre.

— Daqui da oficina deu para ouvir muitos tiros. De repente, começou a sair muita gente correndo da escola. As crianças saíam correndo, chorando muito, gritando. Uma menina entrou aqui na oficina desesperada, pediu meu celular emprestado para ligar para a mãe, mas a ligação não completava. Foi uma cena horrível — contou.

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Fonte: Extra

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Notícias em Geral · 12 de março de 2019 às 11:27

Itaperuna 11:26 - Menino de oito anos é atropelado em calçada por motorista embriagado. Clique na imagem abaixo veja mais fotos e saiba mais informações...

 

Um menino de oito anos foi atropelado em calçada por um motorista embriagado na noite deste domingo (10) na Rua Marieta Xavier, no bairro Surubi.

De acordo com testemunhas, o garoto estava lanchando com familiares quando foi atingido por um veículo Volkswagen Parati. Com escoriações no Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Ele recebeu alta no início da tarde desta segunda-feira (11). O homem se submeteu a teste de alcoolemia e o resultado foi positivo para embriaguez. O flagrante seguiu para registro na 143ª DP do município.

Fonte: 96.9 FM

Fotos: Jorge Luiz

Notícias em Geral · 12 de março de 2019 às 11:05

Terça feira 11:03 - Mandante do crime Marielle Franco. Clique na imagem abaixo e saiba mais informações...

Viúva de Marielle, Mônica Benício, e deputado Marcelo Freixo cobram identificação de mandante da s. Um ano é tempo demais para um assassinato como esse. Mas essa é uma etapa importante. Espero poder ter em breve acesso aos detalhes para que sinta segurança nesse resultado.

Ela, porém, ressaltou que a questão mais importante ainda não foi esclarecida: quem foi o mandante da morte de Marielle.

— Mas ainda falta a resposta mais urgente e necessária de todas: quem mandou matar Marielle. Espero não ter que aguardar mais um ano para saber quem foi o mandante disso tudo. Essa resposta e a condenação final de todos os envolvidos o Estado deve a todas e todos que sofrem com a perda de Marielle e à própria democracia — afirmou Mônica.

o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz foram presos nesta terça-feira, numa por agentes da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).

Que o Brasil pare de passar essa vergonha', diz irmã de Marielle

Irmã de Marielle, Anielle Silva comentou a prisão dos suspeitos dos assassinatos em entrevista à Rádio CBN. Ela disse ter recebido a notícia om esperança, mas também frisou que o mandante do crime tem que ser identificaso e preso.

"Cada prisão, cada movimento é muito importante, mas enquanto família a gente se pergunta por que e quem mandou fazer isso", disse ela. Ela ainda fez um desabafo sobre a demora nas investigações — o crime completa um ano na próxima quinta-feira: "Tomara que, a partir de hoje, a gente consiga respirar e o Brasil pare de passar essa vergonha sem responder durante um ano um crime contra uma mulher que foi democraticamente eleita".

Prisões importantes e tardias

Já o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) afirmou, em seu perfil no Twitter, que "as prisões dos executores de Marielle e Anderson são importantes e tardias. É inaceitável que se demore um ano para termos alguma resposta. É um passo decisivo, mas o caso não está resolvido. É fundamental saber quem mandou matar e qual a motivação".

Segundo Freixo, "o assassinato de uma vereadora é um crime político. Por isso é fundamental sabermos qual grupo político é capaz de, em pleno século XXI, mandar eliminar uma autoridade pública que tenha cruzado seu caminho".

Fonte: Extra Globo

Notícias em Geral · 12 de março de 2019 às 10:35

Terça feira 10:34 - PM e ex-PM são presos pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Clique na imagem abaixo veja mais fotos e saiba mais informações...

 

RIO - A Delegacia de Homicídios (DH) da Capital e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) prenderam na manhã desta terça-feira o sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa, de 48 anos, e o ex-PM Elcio Vieira de Queiroz por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes. Os dois tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz substituto do 4º Tribunal do Júri Gustavo Kalil, após denúncia da promotoria. Segundo a denúncia do MP do Rio, Lessa teria atirado nas vítimas, e Elcio era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada. O segundo acusado foi expulso da corporação.

Segundo a denúncia das promotoras Simone Sibilio e Leticia Emile, o crime foi "meticulosamente" planejado três meses antes do atentado. Além das prisões, a operação realiza mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos, telefones celulares, notebooks, computadores, armas, acessórios, munições e outros objetos. Lessa e Elcio foram denunciados pelo assassinato e a tentativa de homicídio de Fernanda Chaves, assessora da vereadora que sobreviveu ao ataque. A ação foi batizada de Operação Buraco do Lume, em referência ao local no Centro de mesmo nome, na Rua São José, onde Marielle prestava contas à população sobre medidas tomadas em seu mandato. Ali ela desenvolvia também o projeto Lume Feminista. Os denunciados foram presos às 4h desta madrugada.

 

As promotoras pedem ainda a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa. Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor do motorista Anderson até completar 24 anos de idade. Em certo trecho da denúncia, elas ressaltaram: “É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia. A barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito".

 

 

 

Junto com os pedidos de prisão e de busca e apreensão, o GAECO/MPRJ pediu a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa. Também foi requerida a indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor de Anderson até completar 24 anos de idade.
Suspeito acompanhava agenda de Marielle

A principal prova colhida pelos investigadores saiu da quebra do sigilo dos dados digitais do PM. Ao verificar os arquivos acessados por Lessa pelo celular, antes do crime, armazenados na “nuvem” (dados que ficam guardados em servidor externo e podem ser vistos remotamente), eles descobriram que o suspeito monitorava a agenda de eventos que Marielle participava. Para a polícia, é um indício de que a vereadora estava tendo seus passos rastreados. Marielle, segundo a investigação, participou de pelo menos uma das agendas pesquisadas pelo suspeito.

De acordo com uma fonte que investiga o caso, Lessa usava na época do crime um telefone “bucha” (comprado com o CPF de terceiros, para não ser rastreado). Já o aparelho registrado na operadora telefônica em nome do próprio sargento foi usado no dia do duplo assassinato por uma mulher em um bairro da Zona Sul. O objetivo do militar suspeito, segundo o investigador, foi o de confundir a polícia, caso os agentes fossem verificar as antenas de telefonia das estações de rádio-base (ERBS) para checar se o celular pessoal de Lessa estava no local do crime.

E foi exatamente o que os agentes fizeram. Para chegar ao celular “bucha” usado pelo PM no local do crime, os investigadores realmente tiveram que fazer o que eles chamam de triangulação de antenas, ou seja, levantar as ERBS da região do crime e traçar uma localização mais precisa, refinando assim as buscas pelo celular dos criminosos. O resultado deste levantamento dos telefones ligados na região onde a vereadora passou, da saída da Câmara dos Vereadores até o local da emboscada, no Estácio, gerou uma extensa lista. Era como achar uma agulha no palheiro.

Num exercício de paciência, de vários meses, os policiais da área de tecnologia da DH trabalharam na pesquisa, reduzindo os alvos, mas, ainda assim, o número era elevado. Apesar da complexidade, os investigadores, baseados numa imagem de câmaras de segurança da Rua dos Inválidos, no Centro, no dia 14 de março, registraram os horários em que um suposto celular aparece aceso dentro do Cobalt prata dos executores. O carro deles estava estacionado perto da Casa das Pretas, onde Marielle participava como mediadora de um debate.

Com o registro do horário que o possível aparelho estava em uso, a polícia fez uma nova triagem na lista de celulares já existente até descobrir que um destes telefones fez contato com uma pessoa relacionada à Lessa. Daí, a polícia partiu para buscar os dados na nuvem do policial.

A operação desta quarta, além de estar ancorada na interceptação dos dados digitais do suspeito, também se sustenta num trabalho de inteligência e de depoimentos de informantes, inclusive presos no sistema carcerário. Para não perder mais tempo, após quase 12 meses de investigação, polícia e o Ministério Público do Rio concordaram em desmembrar o inquérito em duas partes: uma, transformada em denúncia, identificando os atiradores. E outra, ainda em andamento, para chegar aos mandantes. O que os investigadores têm certeza é de que havia três pessoas dentro do veículo.

O atentado sofrido pelo PM reformado no dia 27 de abril, no mês seguinte aos homicídios da vereadora e do motorista, também chamou a atenção dos investigadores. Ele e um amigo bombeiro foram baleados no Quebra-Mar, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Um homem de motocicleta teria abordado o carro onde viajavam, mas os dois reagiram e balearam o criminoso, que fugiu.

Na época, a Polícia Civil informou que não descartava nenhuma hipótese para o crime, mas que havia grande possibilidade de ter sido uma tentativa de assalto. Lessa, baleado, foi levado ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas teria deixado logo a unidade sem prestar esclarecimentos. Os investigadores apuram as circunstâncias do crime.

Não é a primeira vez que o nome do PM reformado aparece no noticiário. Em 2009, Lessa foi vítima de um atentado, em Bento Ribeiro, quando uma bomba explodiu dentro da Toyota Hillux blindada que dirigia. Ele escapou da morte, mas perdeu uma das pernas, sendo obrigado desde então a usar uma prótese.

Lessa era 'ficha-limpa'

Ninguém jamais havia investigado Ronnie Lessa. Embora os corredores das delegacias conhecessem a fama do sargento reformado, de 48 anos, associada a crimes de mando pela eficiência no gatilho e pela frieza na ação, Lessa era até a operação desta quarta-feira um ficha limpa. Egresso dos quadros do Exército, foi incorpor o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, mas teria deixado logo a unidade sem prestar esclarecimentos. Os investigadores apuram as circunstâncias do crime.

Não é a primeira vez que o nome do PM reformado aparece no noticiário. Em 2009, Lessa foi vítima de um atentado, em Bento Ribeiro, quando uma bomba explodiu dentro da Toyota Hillux blindada que dirigia. Ele escapou da morte, mas perdeu uma das pernas, sendo obrigado desde então a usar uma prótese.

Lessa era 'ficha-limpa'

Ninguém jamais havia investigado Ronnie Lessa. Embora os corredores das delegacias conhecessem a fama do sargento reformado, de 48 anos, associada a crimes de mando pela eficiência no gatilho e pela frieza na ação, Lessa era até a operação desta quarta-feira um ficha limpa. Egresso dos quadros do Exército, foi incorporado à Polícia Militar do Rio em 1992, atuando principalmente no 9º BPM (Rocha Miranda), até virar adido da Polícia Civil, trabalhando na extinta Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE), com a mesma função da atual Desarme, na Delegacia de Repressão à Roubo de Cargas (DRFC) e na extinta Divisão de Capturas da Polinter Sul.

A experiência como adido foi o motor da carreira mercenária de Lessa. A prática de cessão de PMs para a Polícia Civil começou no início dos anos 2000, quando o Rio ainda enfrentava uma onda de sequestros irrompida na década anterior. A primeira leva, transferida para a Divisão Anti-Sequestro (DAS), forjou outros nomes que posteriormente fariam fama no mundo criminal, como o do sargento da reserva da PM Geraldo Antônio Pereira, o Pereira; e o sargento Marcos Vieira de Souza, o Falcon, ex-presidente da Portela, ambos já foram assassinados em 2016, em situações diversas.

Fonte: Extra Globo

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