Campos – Domingo – 11:10 – Pedófilo é preso após marcar encontro com menina de 10 anos

Homem flagrado pela Polícia Civil mostrava pênis pelo celular para atrair menina de 10 anos

Leandro da Silva Gomes foi preso em flagrante por pedofilia após aliciar sexualmente e marcar encontro com uma menina de 10 anos por aplicativo de mensagens instantâneas. O suspeito já era monitorado e foi preso, na noite da última quarta-feira (18) na BR-101, em Ibitioca.

De acordo com a polícia, a mãe da vítima informou que tomou conhecimento do caso há alguns dias, relatando que a menina vinha sofrendo assédio sexual em sua rede social e por meio de mensagens, apresentando às autoridades fotos e vídeos em que o acusado mostrava sua parte íntima e outros vídeos eróticos. Ela acrescentou ainda que Leandro tentou aliciar a menina para que ela fugisse de casa e se encontrasse com ele em Ibitioca.

Com tais informações, agentes da 134ª DP/Centro, comandada pelo delegado titular da 146ª DP/Guarus, Luis Maurício Armond, juntamente coma delegada Juliana, procederam ao encontro de Leandro que foi encontrado às margens da rodovia e preso em flagrante. Com ele foi encontrado um celular no qual ele enviava as mensagens e os vídeos para a vítima, além de imagens e vídeos de possíveis menores.

Fonte: Campos 24hrs

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Domingo – 10:30 – Jovem morre em acidente próximo à Cambuci

Jovem foi encontrado caído embaixo de sua moto por motoristas que acionaram o Corpo de Bombeiros

Um jovem identificado como Igor Napoleão Barreto morreu em um acidente na manhã deste domingo (22/10) na RJ-194, entre Pureza, distrito de São Fidélis, e o município de Cambuci, no local conhecido como Cantelmo. Igor era morador de Pureza.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Cambuci, a unidade foi acionada por volta das 07h30 por motoristas que encontrado o jovem caído embaixo de sua moto. Os bombeiros foram ao local, mas Igor já estava sem vida.

Ainda não se sabe como teria acontecido o acidente. O caso será investigado pela 142ª Delegacia Legal de Cambuci. Após perícia, o corpo será removido pelo rabecão do Corpo de Bombeiros e encaminhado para o Instituto Médico Legal de Itaperuna

Fonte: SFN. / foto meramente ilustrativa

Itaperuna – Domingo – 10:00 – Remédios vivos são a nova aposta da medicina

Medicamentos de última geração mudam a vida dos pacientes

Falar que eles são o futuro da ciência não é muito adequado, afinal, eles já são uma realidade no mundo e no Brasil também. Mas os medicamentos biológicos são o que há de mais avançado na Medicina e continuam a melhor aposta dos pesquisadores da área, além de uma esperança de tratamento para várias doenças crônicas.

“Eles são a mais nova geração de medicamentos no mundo. São um grande avanço. Não são drogas, não causam dependência, têm baixos efeitos colaterais e exigem baixas doses para fazer efeito”, enumera o alergista José Carlos Perini.

Os biofármacos, como também são chamados, são produzidos de forma muito diferente dos remédios convencionais. A fabricação é complexa, a partir da manipulação genética de organismos vivos, e, por isso, são mais eficazes. E também muito mais caros.

No Brasil, milhares de pessoas já utilizam esses medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a maior parte deles vinda de fora. “Eles respondem por 51% do orçamento do Ministério da Saúde. Mas há multinacionais no país produzindo os biológicos. Estamos investindo em fábricas. O objetivo é a nacionalização da tecnologia, o que vai gerar, de início, 40% de economia”, diz Marco Sireman, secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde.

No Espírito Santo, pelo menos seis mil pessoas fazem uso de biofármacos sem pagar nada por isso. “São cerca de 50 tipos diferentes de biológicos para uma gama de doenças entre elas artrite reumatoide, diabetes, asma, hepatite”, cita a gerente de Assistência Farmacêutica da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), Gabrieli Fernandes Freitas.

Os biológicos não são vendidos em farmácias e também não podem ser ingeridos oralmente. A maioria é de uso subcutâneo, com aplicação feita em ambulatórios de hospitais.

Tratamento

É o caso do omalizumabe, indicado para tratamento de asma e urticária. Ao custo de R$ 2,5 mil uma única injeção, o medicamento é oferecido para cerca de 80 pacientes, entre crianças e adultos, que sofrem de quadros graves dessas doenças em um programa que existe desde o ano 2000 na Santa Casa de Misericórdia, em Vitória.

“Estamos na era da Medicina de precisão. Os imunobiológicos tem alta eficácia, contribuem para o controle da doença e melhoram significativamente a qualidade de vida dos pacientes. O custo é alto, mas promovem uma queda no número de hospitalizações, idas a emergência e consultas não agendadas, o que representa economia para o Estado”, comenta a alergista Faradiba Sarquis Serpa, coordenadora do Centro de Referência em Asma e Urticária Crônica da Santa Casa.

Os medicamentos biológicos também estão transformando a vida de pacientes do Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas, na Capital, que atende a aproximadamente 3 mil pessoas por ano.

“Nosso centro de infusão de imunobiológicos tem parceria desde 2003 com a Sesa. Foi o primeiro centro público brasileiro, antes do Estado de São Paulo. Fazemos também o monitoramento de eventos adversos, acondicionamento adequado do medicamento e compartilhamento de ampolas, gerando uma economia de cerca de R$ 900 mil ao ano. Atualmente são 600 pacientes em atendimento e cerca de 2.600 infusões ao ano”, explica a coordenadora do serviço, a reumatologista Valéria Valim.

Para ela, os biológicos são medicamentos revolucionários. “Eles atuam bloqueando receptores na superfície celular e inibindo a inflamação que caracteriza as doenças autoimunes. Fazem isso de maneira pontual, podendo-se escolher um alvo que é diferente em cada doença e também de uma pessoa para outra”, observa.

Apesar de tantos benefícios, os biológicos não são para qualquer um. “Eles não são a salvação para todos os pacientes. É para quem já passou por vários tratamentos e não conseguiu controlar a doença. Para muitos doentes, há medicações mais simples que funcionam. Para ter acesso aos biológicos, há um diagnóstico muito bem feito, um protocolo a ser seguido”, destaca Gabrieli Fernandes.

“Nunca mais tive crise”, diz paciente

Há mais de 20 anos, ela convive com uma urticária crônica. “Perdi meu pai e minha mãe com uma diferença de 15 dias. Logo apareceu a doença”, conta Luciene Taffner, 62 anos.

A urticária é uma doença que causa lesões na pele, que se espalham pelo corpo e geram muita coceira. Para controlar o problema, Luciene fazia uso diário corticoides, uma droga anti-inflamatória que pode, quando usada por tempo prolongado, causar diversos efeitos colaterais. “Eram dois comprimidos por dia pois não conseguia ficar bem só com os antialérgicos. Mas sempre tinha crises. E vivia inchada, com colesterol alto”, relata.

Isso mudou há pouco mais de um ano, quando Luciene passou a fazer tratamento no Programa de Asma e Urticária da Santa Casa de Misericórdia, em Vitória, e a usar um medicamento biológico aplicado de forma subcutânea uma vez por mês. “Minha vida mudou totalmente. Nunca mais tive crise de urticária. E desinchei tanto que perdi 11 quilos”, empolga-se.

Critérios

Nem todo mundo com alergia grave pode entrar no programa, como explica a coordenadora Faradiba Sarquis. “Existem critérios específicos para prescrição. No caso do asmático grave, o uso está indicado para o paciente que não conseguiu controlar a doença com a terapia convencional. São cinco etapas de tratamento, e se na quarta etapa a asma ainda não estiver controlada, o paciente pode ser um candidato a fazer uso de imunobiológico”.

O mesmo vale para pacientes com urticária crônica espontânea. “Está indicado nos casos de urticária com duração maior que seis semanas, nos quais não se encontrou causa e que não atingiram o controle com uso de anti-histamínicos em dose até quadruplicada”, diz Faradiba.

A resposta ao tratamento com esse tipo de medicamento, segundo ela, é rápida. “Na asma, a resposta é observada ao longo das primeiras 16 semanas de tratamento. Na urticária, na maioria das vezes, nas 4 primeiras semanas já observamos melhora significativa dos sintomas”.

No caso dos filhos da autônoma Eliana Moreira de Paula, 41 anos, os biológicos significaram praticamente o fim de uma rotina marcada por internações hospitalares. Os dois meninos dela, Guilherme, de 13 anos, e Igor, de 9, são asmáticos graves desde que nasceram.

“Eles viviam trocando de medicamentos. E precisavam ser internados duas, três vezes ao ano. Algumas internações duravam quase 20 dias. Era desesperador”, lembra ela.

Sem crise

Há três anos, desde que começou o tratamento na Santa Casa, Guilherme ficou curado. “Ele está 100%. Não tem cansaço, não tem tosse, nem crise”, conta a mãe.

Igor, que iniciou o tratamento com o mesmo imunobiológico logo depois do irmão, já não pisa há muito tempo em um hospital. “Ele não aguentava mais hospital. Era todo furado. Ainda tem cansaço, uma crise ou outra de asma. Mas na minha opinião ele melhorou 80%”, diz Eliana.

Entenda os biológicos

O que são

São medicamentos inovadores, a partir da modificação genética de células vivas, ao contrário dos medicamentos convencionais, que são produzidos por síntese química. Eles não podem ser ingeridos, pois seriam destruídos pelo sistema digestivo. São, portanto, injetáveis ou inaláveis.

Custo

A complexidade da fabricação eleva o custo desses produtos, que chegam a R$ 10 mil uma única ampola.

O que existe no mercado

A maioria se destina principalmente à área de oncologia e ao tratamento de certas formas de artrite reumatoide e outras doenças autoimunes e inflamatórias. Centenas se encontram na fase final do processo de aprovação.

Sem genéricos

Por terem uma produção altamente complexa, esses medicamentos não podem ser replicados de forma idêntica. Por isso, não existem genéricos no mercado. O que há são os biossimilares, que são no máximo altamente similares e, para isso, precisam passar por testes clínicos detalhados e complexos. Mas o assunto é polêmico. A regulamentação dos biossimilares não está muito definida ainda.

No Brasil

Representam 51% das despesas com compra de medicamentos, um custo de R$ 3,5 bilhões ao ano.

Fontes: Pfizer, Ministério da Saúde e Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma)

Itaperuna – Domingo – 9:00h – Previsão do tempo para hoje em Itaperuna e Cabeceiras do Rio Muriaé

Itaperuna –  Domingo -9:00h

Itaperuna:

Max: 31º C             Min: 18º C
Temperatura às 09:00h:  20º C

Probabilidade de chuva: 80%

Volume estimado:08mm

Sol com muitas nuvens. Pancadas de chuva à tarde e à noite.

Carangola:

Max: 34º C             Min: 20º C
Temperatura às 09:00h:  17º C

Sol com muitas nuvens.

Não há previsão de chuva

Sol e muitas nuvens à tarde. Noite com poucas nuvens

Muriaé:

Max: 26º C             Min: 15º C
Temperatura às 09:00h:  21º C

Não há previsão de chuva

Sol e muitas nuvens à tarde. Noite com poucas nuvens

Foto Blog do Adilson Ribeiro

Fonte: Clima Tempo

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