Blog do Adilson Ribeir Writing Studio ibeiro Writing Studio
Itaperuna – O Vice Prefeito Rogerinho é contra a cobrança abusiva na venda de espaços para barracas na Festa de 10 de Maio e o Prefeito Dr. Vinícius, o que acha? Assista ao Vídeo abaixo e dê a sua Opinião:
- Itaperuna – Auto Escola Joia, a que mais aprova! Orgulhosamente apresenta: seus aprovados de 2017
- Itaperuna – Veja abaixo a verdade sobre a Festa de 10 de Maio, o que o Prefeito Dr. Vinícius não explicou no Vídeo que postou no Facebook:
ola Adilson,
vc poderia por a participação de mulheres nas questões do blog no dia a dia, formular um debate papo semanal com uma mesa só delas tb acho agregaria mais valor ainda ao blog.
Ninguém do 11 na área? O dr dando aula de economia!
E ainda fizeram fofoca do Gabriel do França! Mentira é coisa do diabo! A inveja é a arma dos incompetentes!
E a Câmara aprovou em Primeira Discussão a Reforma Administrativa! Com certeza trará economia para o Município! Tá corrigindo distorções!
Olá Adilson
Amigo vc falar em sessenta mil pessoas no show da Paula Fernandes foi um grande chute ne amigo,tendo em vista quatro pessoas por metro quadrado apertado precisávamos de 12 mil metros quadrados de área sob para comportar esse público, diga – se de passagem q o rock um rio comporta no máximo setenta mil pessoas, me diz onde tem esse espaço no poliesportivo. Menos ne meu amigo…..
Se levarmos em conta que nem todos ficaram na área de shows se espalhando por toda a extensão do centro poliesportivo e arredores por não terem conseguido chegar à tempo ou simplesmente não terem conseguido entrar no recinto chegaremos sim a esse número de Pessoas
LEMBRAR NÃO CUSTA NADA…a lembrança é gratuita, mas cobra por solução.
A grade de show de 2011 nem de longe pode ser considerada top e muito menos o valor de 350 mil foi uma pechincha.
O salário mínimo da época era R$ 545,00 e assim, o valor correspondia a 640 salários mínimos. A gasolina, por exemplo, custava naquele ano R$ 2,77. O leite nem chegava perto de 2 reais.
Paula Fernandes nunca foi expressão nacional e os demais artistas jaziam lá bem no final da ladeira. Todos foram contratados a preços exageradamente caros.Nenhum valia o que se pagou.
O show da Paula foi caríssimo, de momento oportunista, empurrado apenas por ter uma única música tema de novela. A moça sumiu tamanha era e permaneceu a sua falta de talento. Sobrevive de um sertanejo erótico uma vez que explora unicamente o visual de busto e coxas expostas para chamar a atenção. Lembrando que os tais 80 mil equivalia a 147 salários mínimos, hoje equivalente a 150 mil reais, preço absurdo para qualquer que seja o artista.
Quanto ao público, pode baixar bem a contagem porque não existe ali espaço para 60 mil pessoas e nem essa quantidade de pessoas em toda a região dispostas a se espremerem para uma noite muito pouco atrativa.
É de conhecimento até mesmo dos menos esclarecidos que o salário mínimo evolui num ritmo muito aquém da inflação. Os preços de produtos e serviços avançam muito mais acelerados. Esse fato é indiscutível e indisfarçável. É inútil, burrice e gera descrédito quando as autoridades declaram que o salário mínimo teve ganho real.
Nos dias atuais, 640 salários mínimos equivalem a R$ 620.000,00 (seiscentos e vinte e mil reais). É bem verdade que nenhum show merece um investimento dessa expressão, mesmo porque não acrescenta nada na vida de ninguém e o momento sócio econômico é grave, não admite negligencia por parte dos administradores públicos.
A mesma farra com dinheiro público de agora ocorreu também em 2011. Nada de diferente. É bom que os políticos tranquem as bocas e resolvam os problemas.Traga a solução.Basta de prosa e discurso.Não cabe mais nenhuma palavra por parte dessa gente. Se não sabe a solução, cai fora. Não há mais espaço para ideias nem propostas.Só o que serve é a solução.
O país já vendeu para os estrangeiros todas as ferrovias federais, a Embraer, a Companhia Siderúrgica Nacional, as reservas de minérios, os aeroportos, o pré-sal, a telefonia, o setor de energia elétrica, a CEDAE e muito mais, sob o pretexto de cobrir a folha de pagamento do funcionalismo e dos aposentados.
Portanto, chega do poder público gastar com festas e entretenimentos para fins escusos.Está sobrando diversão para o povo. Muito riso é sinal de pouco siso.