A 5ª DP do Distrito Federal quer ouvir três vereadores de Piraí, município do Sul Fluminense, suspeitos de envolvimento na agressão a uma juíza arbitral durante uma orgia num hotel em Brasília, em 23 de abril deste ano. Os vereadores deverão ser ouvidos por meio de uma carta precatória — instrumento usado pelo delegado para pedir que a polícia de outro estado ouça testemunhas ou envolvidos num crime —, que será enviada à Polícia Civil do Rio. A Câmara de Piraí é composta por 11 vereadores.
Até agora, a polícia de Brasília ouviu a juíza e uma amiga, que é garota de programa e a acompanhou no encontro com os vereadores, além da recepcionista do hotel onde ocorreu o fato. O delegado chefe da 5ª DP, Rogério Henrique Oliveira, prepara a carta para que a polícia possa prosseguir com a investigação.
— Conversamos com a amiga Writing Studio vento este que conta com a participação de mais de dois mil vereadores de todo o país, no qual são ministradas palestras por ministros do STF, ministros de Estado, juízes, e demais autoridades competentes dentro das matérias explanadas. Todavia, os fatos que circulam nas redes sociais, os quais deverão ser apurados pela autoridade competente, supostamente teriam ocorrido fora do horário em que os vereadores exerciam suas atividades e prerrogativas parlamentares. Ou seja, estavam na condição de cidadãos, como quaisquer outros. Desta forma, a Câmara Municipal de Piraí, além de não ter sido questionada por nenhum órgão externo, não nos cabe discutir qualquer ato da vida pessoal de qualquer cidadão. Comprometidos com a verdade e a ética, que sempre pautou nossa linha de procedimento, tenha a certeza de que a credibilidade desta casa de leis não ficará manchada, pois a nossa filosofia de trabalho sempre foi pautada na verdade e na ética”.
Fonte: Extra Writing Studio