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Terça Feira – 14:40 – Sobe para 16 o número de mortos no desabamento de prédios no Rio.

O Corpo de Bombeiros retirou antes do meio-dia desta terça-feira (16) o corpo de uma menina dos escombros do local do desabamento de dois prédios no condomínio Figueiras do Itanhangá, na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro. Com isso, sobe para 16 o número de vítimas fatais. Ainda são procuradas oito pessoas.
Das 24 pessoas encontradas desde sexta-feira (12), dez foram retiradas com vida, mas duas morreram no hospital. Dos feridos, três vítimas permanecem internadas em hospitais da rede municipal.
Atuam no local bombeiros de diversos quartéis. Desde o dia do desabamento, as equipes estão no local com mais de 100 militares, cães farejadores, drone, helicópteros, ambulâncias e viaturas de recolhimento de cadáveres.
Equipes da prefeitura também ajudam na atenção às vítimas e aos parentes e na conservação e remoção de entulhos na região do Itanhangá, local muito afetado pelas fortes chuvas que caíram na cidade na semana passada.
Tribuna Online
RELEMBRE
Sexta-feira – 20:00 – Criança é resgatada com vida após desabamento de prédios no Rio. 
Uma criança foi resgatada com vida dos escombros dos dois prédios que desabaram na manhã desta sexta-feira (12/4) no Condomínio Figueira, na comunidade da Muzema, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Com isso, chega a 13 o número de pessoas resgatadas. Como um homem que havia sido encontrado com vida morreu no hospital da Unimed, para onde tinha sido levado, subiu para três o número de mortos na tragédia.
Não há informações precisas sobre o número de desaparecidos ou de pessoas que podem estar sob os escombros. Segundo os moradores do condomínio, o prédio, recém-construído, estava com cinco apartamentos ocupados. O trabalho de resgate continua sem o uso de máquinas pesadas, já que há a possibilidade de encontrar sobreviventes.
A tragédia teve a primeira vítima identificada. Cláudio Rodrigues, 40 anos, morreu na tarde desta sexta-feira, no Hospital Municipal Lourenço Jorge, após se ferir no desabamento. Outras duas pessoas, um homem e uma criança, também perderam a vida, mas ainda não foram identificadas. Mais de uma dezena se machucou.
Cláudio, a esposa dele, Adilma Rodrigues, 35, e a filha, Clara, 8, mudaram-se para o Writing Studio Rio de Janeiro.
Com isso, chega a 13 o número de pessoas resgatadas. Como um homem que havia sido encontrado com vida morreu no hospital da Unimed, para onde tinha sido levado, subiu para três o número de mortos na tragédia.
Não há informações precisas sobre o número de desaparecidos ou de pessoas que podem estar sob os escombros. Segundo os moradores do condomínio, o prédio, recém-construído, estava com cinco apartamentos ocupados. O trabalho de resgate continua sem o uso de máquinas pesadas, já que há a possibilidade de encontrar sobreviventes.
A tragédia teve a primeira vítima identificada. Cláudio Rodrigues, 40 anos, morreu na tarde desta sexta-feira, no Hospital Municipal Lourenço Jorge, após se ferir no desabamento. Outras duas pessoas, um homem e uma criança, também perderam a vida, mas ainda não foram identificadas. Mais de uma dezena se machucou.
Cláudio, a esposa dele, Adilma Rodrigues, 35, e a filha, Clara, 8, mudaram-se para o prédio que desabou na semana passada. Mãe e filha estão internadas em estado grave. Cláudio foi retirado com vida dos escombros com traumatismo craniano. Durante o resgate, porém, ele sofreu quatro paradas cardíacas.
Ao menos 12 feridos foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros. A maior parte ainda não foi identificada. Os atendimentos estão concentrados nos hospitais Lourenço Couto, Miguel Couto e Unimed-Rio. Homens de seis batalhões dos bombeiros atuam no resgate.
Construções irregulares
Segundo a Prefeitura, os prédios que desabaram “eram construções não autorizadas pelos órgãos municipais”. Em nota, o governo informou que os edifícios estavam interditados desde novembro de 2018.
A região das construções, que inclui outros edifícios, é uma Área de Proteção Ambiental (APA) que só permite que casas sejam erguidas. “Na Muzema, as construções não obedecem aos parâmetros de edificações estabelecidos, como afastamento frontal, gabarito, ocupação, número de unidades e de vagas”, destaca a nota.
O Rio de Janeiro se encontra em estado de calamidade e tem enfrentado chuvas fortes nos últimos dias. Na segunda-feira (18), um temporal deixou 10 pessoas mortas e bairros submersos. Em 24 horas, a chuva chegou a 323 milímetros, de acordo com dados do Centro de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden).
Fonte: Metrópoles.
