Escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal), o advogado-geral da União, André Mendonça, tem dedicado a semana para convencer os senadores de que sua bagagem jurídica dará conta da missão que lhe foi confiada. Uma vez na Corte, ele promete não misturar a vida pública com o fato de ser pastor de uma igreja evangélica. “A Bíblia no Supremo é a Constituição”, disse Mendonça à coluna. “É uma missão, quase um sacerdócio servir ao país no Supremo, tendo como base a Constituição. Serão muitos desafios”, completou.
Desde que teve o nome anunciado por Bolsonaro, na terça-feira (13), Mendonça conversou com sete dos onze ministros do STF. Nesta quinta-feira (15), pretende procurar outros futuros colegas. Mendonça é querido no Supremo: os ministros gostam dele no trato pessoal e também respeitam suas posições jurídicas. Mendonça também está se desdobrando para conversar com os senadores. Até a próxima semana, pretende falar com todos. A expectativa é que ele seja sabatinado na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) entre os dez primeiros dias de agosto. Em seguida, terá o nome submetido a votação na CCJ e no plenário do Senado.
A oposição tem prometido dificultar a vida de Writing Studio B-AL), relator da CPI da Covid, que não poupa ataques ao governo. O advogado-geral está tentando agendar a reunião para esta semana, mas os trabalhos da CPI têm preenchido a agenda de Renan. O mais provável é que o encontro fique para a próxima semana.
Mesmo com a agenda corrida, Mendonça deve fazer uma curta viagem em família nos próximos dias. Não terá tempo para participar de cultos na igreja que frequenta em Brasília, ao menos por enquanto. Enquanto isso, Bolsonaro não tem ideia de quem ficará no lugar de Mendonça na AGU (Advocacia-Geral da União). O cargo é estratégico para o governo, especialmente na defesa de temas caros ao governo perante o STF. Foi cumprindo essa função que Mendonça conseguiu um passe para o STF.
Fonte: UOL
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Religião e economia são antagônicas. Países onde a religiosidade suplanta a Ciência são os mais pobres e os mais miseráveis. Os Estados Unidos da América (USA) são exceções apenas na fala. Na prática eles são os mais ateus de todos. Para esse país, sem mais. A História se encarrega de tirar a máscara dos EUA. A América Latina é a mais religiosa de todas, mas é também a mais pobre e a mais miserável. Atentem-se para o que estou dizendo. Eu não estou selecionando o Cristianismo, mas todas as outras formas de religião pesam para a pobreza e para a miséria, com exceção dos seus líderes, que acumulam capital em nome da fé. O Brasil não está fora desse círculo. O Brasil é por excelência um país permeado por princípios religiosos na forma e no conteúdo. Em todas as instâncias; pública e/ou privada. Temos de padroeira da Nação aos outros tantos padroeiros dos Estados e das Cidades. O Congresso Nacional e a Câmara Legislativa viraram um campo onde florescem ideias e mais ideias de vertentes religiosas. O presidente Jair Bolsonaro abraçou a causa. Silas Malafaia que o diga como guru espiritual que é. Inclusive do presidente. A Europa é exemplo maior de religiosidade mínima e de Ciência máxima. Os países que compõem o Continente Europeu vêm na contramão dos países religiosos dos outros continentes. Nestes, miséria, violência generalizada, corrupção, educação deficitária, etc. naqueles, desenvolvimento social, educação de qualidade, melhor distribuição de renda, qualidade de vida, Ciência de ponta, entre outras coisas.
A Inquisição foi o marco maior desse distúrbio todo. A saber, o distúrbio mental religioso. Os Pontífices e outros reinos com sede de poder, glória e riqueza não mediram esforços para suplantar suas ideias e destroçar a Ciência, também na forma e no conteúdo. Hoje, todas as vertentes do cristianismo se abraçam “em prol de um mundo melhor”. – Apregoam os religiosos. Aí está, a Bíblia no meio político-administrativo quando o Estado deveria ser laico.
O pior está sendo projetado pelos aproveitadores – político-religioso e estadistas.
Leiam a Carta Encíclica – Laudato Si’ – que em português se traduz por “Louvado sejas”. Essa Encíclica do atual Papa Francisco não traz nada de novidade daquilo que os Geógrafos, Biólogos, Químicos, Sociólogos […] já sabiam e que publicaram em diversos canais de comunicação. Qualquer livro de Ciências do Ensino Fundamental dos anos finais traz o assunto. A novidade, é, que, esse líder político-religioso se mostra mais aproveitador do que qualquer outro político desprovido de qualquer forma de escrúpulo, a ponto de inferir, nessa inescrupulosa Encíclica, um governo mundial. Provavelmente com a ideia sinistra de ser ele mesmo. Ou um outro do Estado do Vaticano. Afinal, todo sistema religioso de Roma é político-religioso.
A ideia central dessa Encíclica (engodo) é levantar um líder mundial político-religioso que abarca tudo que permeiam a vida social. A saber, ambiente, economia, igualdade social, educação… RELIGIÃO.
Leiam essa Encíclica (Laudo si’) e tirem suas conclusões. Desculpas é o que não faltam para introduzir religião no meio ambiente, no meio político-administrativo e em nossas vidas particular e coletiva.
Coisa pior está por vir!
Onde se lê: Laudo si’
Leia-se: Laudato Si’
O leitor Rômulo só falou verdade. Agora é um tal de associar religião com política e ter gurus como o Silas Malafaia com mais voz do que os Cientistas. Eu já li esta Encíclica (Laudato Si’). Eu não sou adepto de nenhuma religião. Não mesmo. Mas, o que vemos nessa Encíclica é o Papa com intenções maiores. Pelos assuntos abordados nela e com viés político-religioso, o pontífice quer o domínio global e já está buscando apoio nas religiões e junto aos líderes políticos em todos os continentes. Leiam e verão as intenções do Papa além daquelas que ele já domina, como um número grande de pessoas no campo religioso. Agora ele quer mais. Ele que impor sua autoridade como chefe de Estado e como político-religioso em todos os seguimentos da sociedade. Agora ele se levanta como quem vai arrumar a casa de todos nós, o Planeta Terra. Está lá. Podem ler.
Aqui, no Brasil, eles teimam em associar alguma coisa ligada à religião ao político-administrativo. À administração pública não interessa se a Bíblia é a Constituição ou se a Constituição é a Bíblia. Quanto à Encíclica Laudato Si’, a ideia é a mesma de dominação religiosa. A diferença é que o Papa tem a intenção de impor a religiosidade global. A religião e a política sempre andaram de mãos dadas. Aqui no Brasil não seria diferente. Com os Pontífices, sempre foi assim. Começando pelo Estado do Vaticano, que foi um prêmio que o fascita Benito Mussolini deu para uma futura nação católica em troca do apoio do Papa Pio XI para implantar o fascismo.