Nesta quarta-feira (15), a Diocese de Campos registrou mais um ato de vandalismo e depredação de uma Igreja Católica, desta vez na localidade de Saturnino Braga, na baixada campista. A Igreja de Sant’Ana e São Joaquim pertence à Paróquia de São Sebastião e fica às margens da RJ 216. Uma pessoa responsável pela limpeza chegou no local e encontrou a porta encostada e vários objetos fora do lugar.
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O pároco Pe. Gustavo Ribeiro dos Santos, atual responsável pelas atividades pastorais, esteve na capela e contabilizou os prejuízos. Foram levados o aparelho de som, que ficava no coro, além de um equipamento projetor Datashow. Segundo Pe. Gustavo o sacrário não foi profanado e nenhum objetivo litúrgico foi levado.
“Estive na comunidade para prestar apoio aos paroquianos. Comuniquei ao Bispo Diocesano o fato, e foi registrado boletim de ocorrência na 134º Delegacia Legal do Centro. Presumimos que arrombaram a porta lateral da Igreja para ter acesso ao tempo. A porta estava encostada e muitas coisas estavam fora do lugar”, disse Pe. Gustavo.
De acordo com o Bispo Diocesano de Campos, Dom Roberto Francisco Ferrerìa Paz, o furto acaba sendo uma ação que coloca não apenas as Igrejas, mas as autoridades de segurança pública em uma situação delicada. O furto tira recursos das comunidades de fé, esperança, caridade e acolhida às pessoas que estão sofrendo de necessidades espirituais.
“Estamos todos praticamente fazendo um regi Writing Studio 5×300.jpg.webp 225w, https://doisestados.com.br/wp-content/webp-express/webp-images/uploads/2023/03/Furto-Braga-03-768×1024.jpg.webp 768w” alt=”” width=”774″ height=”1032″ />
De acordo com o Bispo Diocesano de Campos, Dom Roberto Francisco Ferrerìa Paz, o furto acaba sendo uma ação que coloca não apenas as Igrejas, mas as autoridades de segurança pública em uma situação delicada. O furto tira recursos das comunidades de fé, esperança, caridade e acolhida às pessoas que estão sofrendo de necessidades espirituais.
“Estamos todos praticamente fazendo um registro mensalmente. Novamente aconteceu, mostra a fragilidade da segurança das Igrejas, mas deve ser tratado com mais dignidade. Três Igrejas em pouquíssimo tempo, além de tudo fazer pensar que é não um ato de roubo, mas de intolerância, pois de fato afeta a liberdade religiosa ao ficar sem o recurso do som. Prejudica o culto e cerceia a liberdade religiosa”, declarou Dom Roberto Francisco.
Fonte: Jornal Dois Estados.



