Joana Sanz pediu o divórcio de Daniel Alves, preso acusado de estupro, em março. No entanto, a separação não se tornou uma barreira para a modelo espanhola continuar a apoiar o brasileiro, que está perto de completar quatro meses na prisão. Em entrevista ao “Programa Ana Rosa”, do canal espanhol TeleCinco, a ex-mulher do jogador afirmou que todos os dias conversa com o lateral-direito e que ele ainda tenta assimilar tudo o que está acontecendo.
“Não é verdade que o divórcio está ficando complicado. Eu não quero ficar mal, mas ele me ama e se apega ao fato de que ainda está apaixonado por mim”, disse a modelo espanhola.
Após rumores de que teria sido expulsa da casa onde viveu com o brasileiro por Dinorah Santana, o programa espanhol afirmou que Joana está de mudanças de Barcelona, por causa de um trabalho. A nova casa da ex-mulher de Daniel Alves será em Madrid, e ela será a única responsável por arcar com os gastos da moradia.
Ainda foi relevado que Joana não tem planos de entrar em um novo relacionamento após o divórcio com o ex-Barcelona. “Ela me garantiu que não tem intenção de se apaixonar, que não existe uma pessoa especial em sua vida”, afirmou a jornalista espanhola Leticia Requejo.
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No último sábado (29), a modelo teria visitado Daniel Alves na prisão, para tratar da sepração dos dois. Diferentemente das visitas anteriores feitas pela ex-mulher, a última visita foi mais longa, durou uma hora e 45 minutos, e os dois ficaram frente a frente. O encontro teve vigilância e não aconteceu relação íntima entre o casal, de acordo com informações do programa “Y Ahora Sonsoles”, do canal televisivo espanhol Antena 3.
Daniel Alves está preso no Centro Penitenciário Brians 2 desde 20 de janeiro de 2023. Acusado de ter estuprado uma jovem de 23 anos em uma boate de luxo em Barcelona, a defesa do jogador busca recursos para que ele responda ao processo em liberdade provisória.
O jogador já prestou quatro versões diferentes sobre a noite do dia 30 de dezembro de 2022, quando o suposto crime aconteceu, e segue recluso na prisão. Os juízes responsáveis pelo caso mostram um risco de fuga para o Brasil, caso ele seja solto.
Fonte: R7