Sindicato dos Médicos constata falta até de antibióticos e analgésicos em unidades de Saúde, além da incerteza quanto a salários
Não bastasse o desgaste emocional diário, em razão do coronavírus, médicos das Unidades Pré-Hospitalares (UPHs), conhecidas como PUs da Saldanha Marinho e Guarus, vivem cercados de incertezas quanto a salários e falta de insumos. Representantes do Sindicato dos Médicos de Campos (Simec) visitaram esta semana as duas unidades. O cenário de incertezas, segundo o sindicato, tem motivado pedidos de demissão. De acordo também com o sindicato, remédios essenciais estão em falta nas duas unidades, entre eles antibióticos e vários tipos de injetáveis usados em urgência, como analgésicos, sedativos e anticonvulsivantes, além da falta de vários equipamentos. A Prefeitura de Campos já recebeu nos últimos anos inúmeros pedidos do sindicato no sentido de melhorar as condições de trabalho e atendimento para médicos e pacientes. Em nota publicada em rede social, o Simec deu informações a respeito dos problemas nas unidades de saúde.
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Writing Studio quipamentos. A Prefeitura de Campos já recebeu nos últimos anos inúmeros pedidos do sindicato no sentido de melhorar as condições de trabalho e atendimento para médicos e pacientes. Em nota publicada em rede social, o Simec deu informações a respeito dos problemas nas unidades de saúde.
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“Acerca da problemática enfrentada pelos médicos das UPHs, no tocante à imprecisão do poder público municipal quanto ao pagamento dos salários, profissionais estão optando por encerrarem os contratos firmados com o município. De acordo com dados obtidos nas unidades, devido à falta de pontualidade na liberação da remuneração, a partir do próximo dia 02, os atendimentos médicos nos setores de emergência clínica e pediatria deixarão de ser ofertados à população aos domingos. Ao todo, nas escalas de plantão, já constam mais de 10 vagas disponíveis, sem recolocação até o momento.
Os relatórios demonstrativos das necessidades das UPHs são extensos. Os resumos descritivos das farmácias apontam a ausências superiores a 30 itens essenciais, entre eles antibióticos e vários tipos de injetáveis usados em urgência ( analgésicos, sedativos e anticonvulsivantes). A lista de equipamentos, em falta, também é longa. Aparelhos de eletrocardiograma, monitor cardíaco, oxímetros, macas, desfibriladores e até lâmpadas são alguns dos produtos enumerados. O Simec oficiará junto à Fundação Municipal de Saúde (FMS), nesta quinta-feira (30), um pedido de atendimento emergencial as necessidades das UPHs e seguirá acompanhando a situação das unidades”
Fonte: Campos 24 Horas
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