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Dissimulada. Assim foi definida pela polícia Débora Cordeiro, mãe e autora da morte da filha Jéssica Cordeiro de 13 anos, em Travessão, distrito de Campos. Presa nesta sexta-feira (5), a mulher foi levada para o Presídio Feminino, onde ficará à disposição da justiça.
Em entrevista coletiva após a prisão de Débora, o delegado Pedro Emílio Braga, que é responsável pelas investigações, disse que Débora matou a filha porque a garota condenava o uso excessivo de bebidas e de cocaína que a mãe fazia rotineiramente.
Cínica e certa da impunidade, Débora alterou toda a cena do crime e tentou forjar um cenário para que todos achassem que uma terceira pessoa teria pulado o muro e matado a menina, que era tida pela vizinhança como uma garota meiga, tranquila e ajuizada, atributos que não parece ter sido herdados de Débora.
Ela enterrou a filha como se nada tivesse acontecido, deu entrevistas, inclusive em rede nacional, e deixou o homem, com quem mantinha relacionamento, ser preso junto com um amigo. De acordo com a Polícia Civil, os dois serão soltos porque, em princípio, nada tem a ver com o crime.
Nas redes sociais, Débora é tida como a encarnação do próprio diabo, pois, mesmo estando, conforme comprovado pela polícia, sob efeito de cocaína e álco dentro da casa da família. Segundo a polícia, a vítima foi amordaçada com um pano e morta a facadas. O motivo ainda não foi revelado.
Fonte: Jornal Terceira Via
Imagens de câmeras de seguranças registraram a ação que ocorreu na madrugada do ultimo domingo, dia 30 junho de 2019.
No vídeo cedido ao blog é possível ver a ação de um homem passando pela calçada e arranhando diversos carros que estavam estacionados a beira da rua.
Uma empresa de ônibus interestadual foi condenada a indenizar em R$5 mil uma mulher que foi agredida por uma funcionária responsável pela venda de passagens de ônibus interestaduais. A decisão é da Vara Única de Bom Jesus do Norte.
De acordo com a cliente, ela foi ao guichê de vendas da empresa com intuito de comprar uma passagem para a cidade de São Paulo. Durante o pr de ônibus intermunicipal de sua casa à unidade de saúde para troca quase diária do curativo na mão lesionada.
Em sua defesa, a ré alegou ausência de responsabilidade pelos fatos, afirmando que a atendente envolvida no evento era funcionária da empresa que realizava a venda e emissão de passagens de transporte rodoviário. Tal alegação, de acordo com a juíza, não exime a responsabilidade da empresa.
“O guichê onde a autora efetuou a compra da passagem e fora agredida fisicamente pertence à empresa requerida […], onde constava, inclusive, a logo da empresa. Ainda que assim não fosse, a transportadora e a Agência responsável pela venda da passagem integram a cadeia de fornecedores e respondem pelo ilícito de forma solidária, podendo o consumidor optar por ajuizar a ação contra um ou contra todos”, explicou.
Em análise dos eventos, a juíza observou o depoimento de diversas testemunhas que confirmaram os fatos narrados pela autora e os laudos médicos que também comprovaram as lesões sofridas por ela. Diante das provas, a magistrada considerou procedente o pedido de indenização por danos morais. Quanto ao ressarcimento do valor relativo aos danos materiais, a juíza verificou que a requerente não apresentou documentos que comprovassem os prejuízos informados.
Desta forma, a magistrada condenou a empresa de transportes interestaduais ao pagamento de R$5 mil a título de danos morais.
Processo n° 0000687-26.2015.8.08.0010
Vitória, 04 de julho de 2019
Fonte: Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo (TJES)
O ex-governador Sérgio Cabral admitiu que pagou US$ 2 milhões para que o Rio de Janeiro fosse sede dos Jogos Olímpicos de 2016. O dinheiro foi pago ao então presidente da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAFF, na sigla em inglês), Lamine Diack.
Embora já houvesse suspeitas sobre a compra de votos pelo Brasil, a primeira vez que Cabral admitiu oficialmente o pagamento de propina foi durante audiência realizada nesta quinta-fe arreira política.
Cabral disse que o ex-deputado estadual Carlos Roberto Osório, que era funcionário do COB, sabia de toda a transação. Disse também que o ex-prefeito Eduardo Paes também ficou sabendo do pagamento de propina, embora não tenha participado diretamente da ação ilegal. O ex-governador revelou ainda que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou sabendo, de forma indireta, logo após a vitória do Brasil na votação, mas ressaltou que ele não se envolveu na negociação.
O advogado Marcos Vidigal Crissiuma, que defende Griner, se manifestou em nota: "Ficou claro que Sérgio Cabral falta com a verdade e não apresenta qualquer prova de seus relatos, mantendo-se íntegra a prova produzida na instrução criminal que isenta Leonardo Gryner de qualquer responsabilidade. Se houve compra de votos, ele não participou".
https://youtu.be/bUP17lBQiBA
Cabral revela compra de votos no COI pela sede das Olimpíadas 2016

dente.
