Homem quebra tudo em casa após ser expulso pela companheira

Imagem meramente ilustrativa

Um lavrador está sendo acusado de ter quebrado móveis e eletroeletrônicos da casa onde residia, após ter se desentendido com sua esposa. De acordo com informações da polícia, a dona de casa M.A.S., de 25 anos, teria descoberto que seu companheiro C.S.J., de idade não revelada, a estaria traindo. Sendo que quando foi tomar satisfações, ele bastante alterado, teria danificado a TV, dois armários, copos, pratos, aparelho de CVD e receptor de parabólica. Não houve agressão física, mas ainda assim, a mulher relatou que deseja representar criminalmente contra o marido e requerer medidas protetivas junto à justiça.

O fato aconteceu na Rua José Vargas Figueiredo, na região central de Varre-Sai.

Rádio Natividade

Ex namorada joga tinta na noiva do seu ex namorado na porta da igreja

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Família registrou estrago no vestido usado por Adiliane na festa e na entrada da igreja em Pirapetinga (Foto: Adiliane Mattos/Arquivo Pessoal)

Jovem foi atingida na porta de igreja pela ex-namorada do noivo em MG.
Agressora diz que atitude foi retaliação contra noivo e registrou ocorrência.

A fúria de uma ex-namorada quase estragou o casamento de Adiliane Faria de Mattos, de 27 anos, no último sábado (16) em Pirapetinga (MG). A jovem escolheu o mês das noivas para se casar de branco, mas ao chegar na porta da Igreja de Santana foi atacada e teve o vestido manchado com tinta rosa pela rival. Quando os convidados pensavam que ela poderia desistir, surpreendeu a todos e subiu ao altar. Depois, o problema da recém-casada foi outro, pagar o vestido que era alugado.

Já a ex, que tem 29 anos e não quis se identificar, disse que a culpa é do noivo, André Inocêncio, de 35 anos. “Ele quer dar uma de bonzinho, mas a gente tem um filho e nos abandonou para ficar com ela. Ela que se casou sem saber quem ele é”, justificou. Após o fato, a ex chegou a registrar um Boletim de Ocorrência (BO) na Polícia Militar de Leopoldina alegando que durante o ataque à noiva ela sofreu uma agressão. O caso foi encaminhado para a Polícia Civil da cidade.

O casamento
“Eu estava na porta da igreja quando o rapaz que me ajudou a arrumar estava ajeitando os últimos detalhes. De repente surgiu uma mulher do nada com um balde de tinta e jogou em mim. Não me machuquei, apenas sujou o vestido”, contou Adiliane Faria, que só entrou na igreja sob o incentivo dos convidados, conduzida pelo pai. “Pensei comigo: Vou casar assim mesmo. Estava tremendo, fiquei com medo de passar mal, mas meu pai e todos me deram força”, acrescentou.

Quem testemunhou a agressão foi o maquiador e cabelereiro Rodrigo Magalhães Pereira. Ele foi o responsável por preparar a noiva e estava ao lado dela. “Foi muito rápido. Eu levo todas as minhas noivas até a igreja. Já tinha a ajudado a sair do carro e a Adiliane estava em pé ao lado do pai. A agressora me empurrou e lançou a tinta. Acho que ela queria acertar no cabelo, mas pegou no vestido”.

Em seguida Rodrigo contou que correu atrás da agressora para impedi-la de fugir. “A minha reação foi ir atrás dela e pegá-la pelo cabelo, até que aparecesse alguém para segurá-la. Quando chegaram outras pessoas, eu fui socorrer a noiva. Voltei ao salão e peguei materiais para retocar a noiva. Na igreja mesmo tem um escritório e refiz meu trabalho”, lembrou.

Depois que ela subiu ao altar, segundo ele, foi um momento de emoção para todos os presentes. “Ela estava bonita, como sempre quis para o casamento. Fiquei abalado e na hora da confusão todos saíram para ver o que estava acontecendo, mas quando Adiliane entrou todo mundo ficou emocionado”, disse.

Depois da cerimônia, Adiliane ainda foi para a festa com o vestido sujo e posou para fotos. A roupa foi alugada em uma loja na cidade de Santo Antônio de Pádua (RJ). “Começamos a planejar o casamento em setembro, familiares nos ajudaram especialmente com a festa. Mas quando vi o vestido, bati o olho e amei. Agora que tive de pagá-lo, ele de fato é meu”, comentou. A jovem comprou o vestido da loja por R$ 1.600. Já o valor do aluguel não foi informado pela noiva.

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Adiliane e André se casaram depois de dois anos de namoro

A versão da agressora
Sobre o ataque à noiva, a ex-namorada de André relatou que o alvo foi o tempo inteiro colocar o comportamento do noivo na berlinda. “Não foi vingança contra ela, não tenho nada contra ela. Foi uma retaliação contra ele. Ele é culpado por eu ter chegado a este extremo”, justificou.

Segundo a jovem, ela e o noivo têm um filho e ela foi abandonada. Desempregada, disse que cuida da criança de um ano e seis meses, fruto do relacionamento de três anos. “Quando o filho nasceu, ele nem foi ver. Durante este tempo, cheguei a conversar com ele para não entrar neste extremo. Ele sabe por que eu fiz isso”, reforçou a ex.

Ela também disse que vai acionar a Justiça contra o ex. “Estou tomando providências para garantir a pensão do meu filho. Eu sei que ele tem condições de pagar uma pensão digna, mas diz que não, que não ajuda porque não pode”, concluiu.

Caso de polícia
O casamento mais falado da história de Pirapentinga, cidade de 10.787 habitantes, segundo estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), virou caso de polícia. O Boletim Ocorrência sobre o caso foi registrado pela agressora.

De acordo com a assessoria da 6ª Companhia da Polícia Militar em Leopoldina, responsável pela região onde está Pirapetinga, a ex-namorada procurou a PM e confessou que jogou tinta de cor rosa na noiva quando ela se preparava para entrar na igreja. Segundo a agressora, quando estava sendo contida pelos convidados após o fato, um homem puxou os cabelos dela e, por isso, quis registrar a ocorrência. “Eu vou até o fim. O cabeleireiro não tem o direito de colocar a mão em mim”, afirmou.

O maquiador e cabeleireiro Rodrigo Magalhães Pereira, suspeito da agressão, compareceu à delegacia. “Ela me acusou de agressão e eu também fiz uma ocorrência contra ela. Afinal, ela também me sujou de tinta e eu ainda tinha mais três noivas para cuidar no sábado. Nem deu tempo de almoçar. Trabalhei o dia inteiro com as roupas sujas de rosa”.

O resumo do BO informa que os noivos não quiseram registrar ocorrência contra a agressora. De acordo com a assessoria da PM, caso eles mudem de ideia, podem fazer até seis meses após o fato para que as providências sejam tomadas. A ocorrência foi encaminhada para apuração na Polícia Civil da cidade.

A assessoria do 4º Departamento de Polícia Civil informou que a jovem (ex-namorada) procurou a delegacia para registrar a ocorrência da agressão do cabeleireiro e que, em depoimento, disse que estava chateada porque o ex não estava dando atenção ao filho.

O caso será investigado.

Zona da Mata MG

Sexta feira- Polícia apreende munições e drogas que estavam escondidas dentro de um túmulo

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A Polícia militar apreendeu grande quantidade de munição e droga no interior de um túmulo, na tarde desta sexta-feira (22), no Cemitério de Caju, em Campos.  O material estava dentro de um túmulo violado por traficantes da comunidade da Baleeira.

Segundo a polícia, a rotina dos policiais de plantão passou a contar com ações no interior do cemitério, local usado como esconderijo pelo tráfico de drogas. Durante verificação em vários pontos, os agentes aprenderam 131 munições de calibre 12 milímetros, cinco de 7.62 e 200 de calibre 38.

Foram apreendidos ainda 140 sacolés de cocaína, dois rádios transmissores e grande quantidade de material para embalar droga. Ninguém foi preso. Todo o material foi levado para a delegacia do Centro.

Fotos: Divulgação/Terceira via

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