Segunda-feira - 15:00 - Bioquímico mata mulher e filho de 5 anos por suspeitar de traição da esposa

19 de junho de 2017 · Adilson Ribeiro · Notícias em Geral

Ministério Público pede que Ênio Carnetti seja condenado a 45 anos de detenção

O bioquímico Ênio Luiz Carnetti, acusado de matar a mulher e o próprio filho, em 2012, vai a júri popular nesta segunda-feira (19). O julgamento, presidido pela juíza Taís Culau de Barros, ocorre na 1ª Vara do Júri de Porto Alegre e deverá ser concluído na tarde desta terça-feira (20). Acusado de duplo homicídio triplamente qualificado, Carnetti escolheu não acompanhar a sessão e permanece a Cadeia Públi s="aligncenter size-full wp-image-469968" src="/wp-content/uploads/2017/06/XQQGZSIKZEV2017061914364119062017.jpg" alt="" width="1370" height="587" />

Ministério Público pede que Ênio Carnetti seja condenado a 45 anos de detenção

O bioquímico Ênio Luiz Carnetti, acusado de matar a mulher e o próprio filho, em 2012, vai a júri popular nesta segunda-feira (19). O julgamento, presidido pela juíza Taís Culau de Barros, ocorre na 1ª Vara do Júri de Porto Alegre e deverá ser concluído na tarde desta terça-feira (20). Acusado de duplo homicídio triplamente qualificado, Carnetti escolheu não acompanhar a sessão e permanece a Cadeia Pública, onde cumpre prisão preventiva desde o crime.

O assassinato da enfermeira Márcia Calixto Carnetti, à época com 39 anos, e do filho Matheus, de 5, ocorreu dentro de casa. O advogado de Carnetti alega que o cliente estaria fora de si no momento do crime, sofrendo de um surto piscótico.

A dúvida sobre a sanidade mental do réu atrasou o processo penal. Em julho de 2014, no entanto, um laudo do Instituto Psiquiátrio Forense (IPF) atestou que Ênio Carnetti não tem problemas mentais. O Ministério Público de Porto Alegre pede a pena de 45 anos para o acusado. O promotor responsável pelo caso é Eugênio Amorim.

Os corpos de Márcia e do filho foram encontrados em casa, no bairro de Tristeza, junto com bilhetes que acusavam a vítima de infedilidade. Mãe e avó das vítimas, Márcia, Elizabeth Cambraia, pediu justiça: "Espero que ele fique muito tempo na cadeia para refletir sobre o que fez. Ele matou um menino que gostava dele".

Fonte: Folha do ES