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Brasil · 15 de junho de 2019 às 11:45

RJ - Sábado - 11:45 - Esteticista foi presa por engano no lugar de irmã assaltante, diz advogado. Veja abaixo

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Nascidas em um família de 11 filhos, Danielle Estevão Fortes, de 26 anos, e Daniela Estevão Fortes, de 24, são semelhantes fisicamente. Ambas são morenas, bonitas, e usam cabelos pretos. As coincidências param por aí. A primeira trabalha de segunda à sábado como esteticista , em um salão de beleza de Magé, na Baixada Fluminense. E, para aumentar a renda familiar, ainda faz bicos como garçonete.

o último dia 12, mas o pedido de liberdade acabou não sendo aceito. Apesar das alegações feitas pela defesa de Danielle, sua irmã ainda não foi localizada pela polícia. Para a família das duas irmãs, não há dúvida de que houve um engano.

— A Danielle é uma pessoa de bem. Sempre trabalhou e correu atrás . O que houve foi um equívoco da Justiça. Na verdade, a família está meio sem chão. Não temos muito o que fazer já que é uma situação que envolve duas irmãs — disse um parente que pediu pra não ser identificado .

Os assaltos que motivaram a investigação da Polícia Civil ocorreram em julho de 2018. Nos dois casos, segundo a defesa de Danielle, existiria a participação da irmã da esteticista.

Um dos assaltos ocorreu no dia 26 de julho de 2018, numa loja de celulares do bairro Vinte e Cinco de Agosto, em Caxias. Na ocasião, foram levados pelo menos 38 celulares e dois notebooks. A ação ocorreu depois que um homem e uma mulher bateram na porta do comércio, como se fossem pedir uma informação.

Quando uma funcionária abriu a porta, ela foi rendida pelo homem que estava com uma pistola. Daniela teria entrado com o assaltante e se apoderado dos celulares. Já o homem apanhou os dois notebooks. Em seguida, a dupla fugiu. O outro caso ocorreu 15 dias antes, também em Caxias.

A mesma dupla entrou no comércio fingindo que iria comprar um celular. Ao se aproximar do balcão, o bandido anunciou o roubo, enquanto Daniela ficou vigiando a,porta. Nesta ocasião, a dupla fugiu levando pelo menos seis celulares. Daniela teria ligado,posteriormente para um dos aparelhos levados. A polícia rastreou a ligação e acabou chegando a mulher.

Durante as investigações, ela teria sido identificada por engano como se fosse Danielle Estevão e não Daniela.

Fonte: Extra.

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Brasil · 15 de junho de 2019 às 10:48

RJ - Sábado - 10:50 - Mulher simula o próprio sequestro alegando ser maltratada pelo marido. Veja abaixo

Uma mulher simulou o próprio sequestro em Teresópolis, na Região Serrana do Estado. No depoimento, a dona de casa alegou que era maltratada pelo marido e queria que o companheiro a valorizasse mais. De acordo com as informações da 110ª DP (Teresópolis), o homem compareceu na distrital no fim da tarde de terça-feira para registrar o suposto sequestro da esposa após ela sair para buscar as filhas na creche.

O marido relatou aos agentes que passou a receber mensagens de ameaças e fotos da mulher no suposto cativeiro. No entanto, nenhum valor para o resgate foi solicitado, segundo a distrital. A primeira linha de investigação da Polícia Civil foi apurar a motivação do sequestro. O homem relatou aos agentes que sua única desavença havia sido com traficantes anos atrás.

Já na quarta-feira, a distrital começou a pesquisar por lugares que a mulher pudesse estar confinada. Os investigadores foram até um hotel daquele município depois de identificarem semelhanças com o quarto do hotel e as imagens enviadas da mulher.












No local, um funcionário relatou que a dona de casa havia se hospedado no hotel e sequer tinha saído do o. No entanto, nenhum valor para o resgate foi solicitado, segundo a distrital. A primeira linha de investigação da Polícia Civil foi apurar a motivação do sequestro. O homem relatou aos agentes que sua única desavença havia sido com traficantes anos atrás.

Já na quarta-feira, a distrital começou a pesquisar por lugares que a mulher pudesse estar confinada. Os investigadores foram até um hotel daquele município depois de identificarem semelhanças com o quarto do hotel e as imagens enviadas da mulher.












No local, um funcionário relatou que a dona de casa havia se hospedado no hotel e sequer tinha saído do quarto para comer. Enquanto os agentes checavam o estabelecimento, a mulher entrou em contato com o marido, alegando que havia sido libertada.

Na distrital, de acordo com os investigadores, a dona de casa disse no início que havia sido sequestrada, porém, após os diversos questionamentos, ela relatou que havia inventado a história porque era maltratada e recebia constantes ameaças, além de xingamentos do marido. Ela usou um chip pré-pago para simular o sequestrador.

Segundo os agentes, o marido confirmou o histórico de ameaças e afirmou ser ciumento. A mulher não quis representar contra o marido. No entanto, como a situação se enquadra na Lei Maria da Penha, o caso foi remetido à Justiça, que marcará uma audiência especial.



Fonte: O DIA.
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Brasil · 15 de junho de 2019 às 10:44

Sábado - 10:40 - Garotinho e Rosinha viram réus em ação e têm R$ 18 milhões bloqueados. Veja abaixo

A 2ª Vara Criminal de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, determinou o bloqueio de R$ 18.047.277,00 dos ex-governadores do Rio Anthony Garotinho e sua mulher, Rosinha Matheus. Os dois são réus em uma ação penal desdobrada dos crimes eleitorais desvendados pela “Operação Chequinho”, que investigou um esquema de compra de votos em Campos, na eleição municipal de 2016, envolvendo o programa social Cheque Cidadão.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado (MPRJ), o valor bloqueado diz respeito ao total que teria sido desviado da Prefeitura de Campos, nos meses de julho, agosto, outubro, novembro e dezembro de 2016.
Ainda segundo o documento, Garotinho, que na época era secretário de Governo da então prefeita Rosinha, é acusado de praticar os crimes de supressão de documento (18.834 vezes), peculato (82.248 vezes) e crime de responsabilidade de prefeito, este último em coautoria com a mulher.

Ao receber a denúncia, o juiz Leonardo Cajueiro, em exercício na 2ª Vara Criminal de Campos, negou o pedido de prisão preventiva dos réus, mas fixou uma série de medidas cautelares que deverão ser cumpridas pelo ex-governador Garotinho.



Entre elas estão: proibição de acessar ou frequentar Campos dos Goytacazes e escritório ado. A ordem de bloqueio é surreal, jamais tive esse valor em toda minha vida", completou.

Fonte: O DIA.

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Brasil · 15 de junho de 2019 às 10:19

Rio de Janeiro - Sábado - 10:20 - Tiroteio apavora moradores no Vidigal. Veja abaixo

Um intenso tiroteio deixou moradores apavorados no Vidigal na manhã deste sábado (15). Em vídeo divulgado nas redes sociais pelo OTT, uma mulher e um homem relatam que os tiros partiram de agentes da UPP.

"Que isso gente, o mundo está acabando?", pergunta a mulher.

Nos últimos dias, os confrontos entre traficantes e policiais (e entre facções rivais) se intensificaram. Entre os comentários no Facebook, moradores relatam indignação.

"Não temos paz nem pra descer pra trabalhar! O blindado da PM ta na entrada da comunidade", diz uma moradora.

- Estava bem complicado logo cedo. Eu trabalho na Barra. Normalmente saio de casa às 7h, fiquei meia hora esperando para sair - conta uma outra moradora.

De acordo com um morador, o tiroteio começou às 6h e foi na parte mais alta do Vidigal, nas localidades do 14 e do Biroscão.

- No local do baile no alto, só tinham umas 12 pessoas, não tinha som, só moradores bebendo e conversando, eles chegaram encapuzados dando tiro para o alto e jogando gás de efeito moral, dando chutes e socos. Um policial me acertou na altura do pescoço e deu um tapa no copo de bebida que estava em minha mão - diz uma moradora.

Mototaxistas reclamam que, a pedido da polícia, não puderam circular, o que deixou moradores sem transporte para irem para o trabalho. Alguns, porém, trafegaram assim mesmo.

O Caveirão da Polícia Militar está na entrada do morro.

- Complicado a situação. Muita agressão de policiais a moradores. Moramos na comunidade e vivemos essa rotina quase que diariamente de abuso da autoridade - afirma integrante do grupo Parceiros do Vidiga, no Facebook.

"Venho comunicar aqui a total falta de respeito desses policiais. Chegaram no alto onde estava rolando o baile. Só trabalhadores curtindo conv ase que diariamente de abuso da autoridade - afirma integrante do grupo Parceiros do Vidiga, no Facebook.

"Venho comunicar aqui a total falta de respeito desses policiais. Chegaram no alto onde estava rolando o baile. Só trabalhadores curtindo conversando, chegaram dando tapa na cara e jogando gás sem necessidade alguma, chegaram agredindo todo mundo. Um absurdo, tomei um tapa no rosto e tive meu copo de cerveja jogado em minha cara", relatou uma moradora.

Segundo informações da UPP, houve um breve confronto, "patrulhamento de rotina", sem feridos.

Por volta das 7h30m, um homem identificado como Igor Cristiano Silva Souza, de 23 anos, deu entrada no Hospital Miguel Couto, vítima de explosão.

Fonte: Extra.

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Brasil · 15 de junho de 2019 às 10:11

Sábado - 10:10 - Menores infratores de Rio das Ostras e Cabo Frio começam a ser soltos após decisão do STF. Veja abaixo

Adolescentes infratores começaram a ser soltos nesta semana, após uma decisão provisória do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. Ele determinou há 20 dias que a ocupação das unidades socioeducativas desses locais não poderia passar de 119% da sua capacidade.

A Vara de Execuções de Medidas Socioeducativas do TJRJ encaminhou ao Degase, nos dois últimos dias, 35 decisões para liberdade assistida de adolescentes que praticaram ato infracional de menor gravidade, envolvendo casos de furto, tráfico e receptação. Todas as decisões foram tomadas a partir de avaliação da Vara, após parecer favorável do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Dos 35 adolescentes, três são da capital e os demais dos municípios de Itaboraí, Nova Friburgo, Rio das Ostras, Cabo Frio e São Gonçalo.

A partir dessas decisões, cabe ao Degase entrar em contato com os familiares. Os adolescentes do interior serão levados pelas famílias para suas cidades de origem e os juízes das Varas de Infância locais vão acompanhar a liberdade assistida

A decisão é em caráter nacional, mas o Estado do Rio é o que sofrerá mais impacto, com cerca de 700 adolescentes beneficiados. Mas a Defensoria Pública fluminense espera que isso demore ainda cerca de um mês, porque mais da metade dos casos está sendo analisada por uma única juíza na capital.

Enquanto isso, a segunda turma do Supremo deve julgar definitivamente o tema no dia 25. A data foi marcada pelo ministro Fachin, quando decidiu pelo esvaziamento dessas unidades. Atendendo a um pedido das defensorias dos quatro estados, ele determinou transferências ou, se não fosse possí de origem e os juízes das Varas de Infância locais vão acompanhar a liberdade assistida

A decisão é em caráter nacional, mas o Estado do Rio é o que sofrerá mais impacto, com cerca de 700 adolescentes beneficiados. Mas a Defensoria Pública fluminense espera que isso demore ainda cerca de um mês, porque mais da metade dos casos está sendo analisada por uma única juíza na capital.

Enquanto isso, a segunda turma do Supremo deve julgar definitivamente o tema no dia 25. A data foi marcada pelo ministro Fachin, quando decidiu pelo esvaziamento dessas unidades. Atendendo a um pedido das defensorias dos quatro estados, ele determinou transferências ou, se não fosse possível, a conversão das punições.

Há duas possibilidades para quem for solto: medidas de liberdade assistida (sem afastamento do convívio), àqueles que cometeram infrações como tráfico de drogas sem armas, furto ou dano ao patrimônio, e internação domiciliar, para quem atuou com violência ou grave ameaça.

Os critérios são definidos por cada juiz, mas de maneira geral eles devem considerar a gravidade da infração, a idade, o comportamento do jovem, o tempo de internação já cumprido e medidas socioeducativas anteriores.

A Vara de Execuções de Medidas Socioeducativas já encaminhou ao Ministério Público novos processos para que órgão apresente parecer em relação à saída de adolescentes internados. Caso o parecer seja favorável e a Vara decida pela liberdade, eles também serão entregues às famílias pelo Degase.

Enquanto as libertações acontecem, outros menores infratores vão entrando para sistema já superlotado. No início da semana, depois da determinação do STF, eram 1.645 internos para 891 vagas. Nesta quinta-feira, o Tribunal de Justiça disse que já são 1.703 internos. E que, seguindo a decisão do ministro Fachin, o limite total seria 1.010. O governo do estado diz que busca recursos pra construir novas unidades.

Fonte: Notícias Macaé.

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Brasil · 15 de junho de 2019 às 09:54

Sábado - 09:55 - Witzel, do Partido Social Cristão, fala em jogar míssil em traficantes da Cidade de Deus. Veja abaixo

O governador Wilson Witzel (PSC) disse, nesta sexta-feira, que traficantes da Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, poderiam ser explodidos por um míssil. A declaração foi feita durante a apresentação da expansão do programa 'Segurança Presente' para as cidades da Baixada Fluminense, em uma cerimônia em Nova Iguaçu.
"Na vida não tem atalho, é muito estudo e muito trabalho. Agora, o vagabundo, aquele que é bandido, quer o atalho. Nós que somos cidadãos não vamos aceitar isso. A nossa Polícia Militar não quer matar, mas nós não podemos permitir cenas como aquelas que nós vimos lá na Cidade de Deus. E se fosse com a autorização da ONU ou em outros lugares do mundo, nós tínhamos autorização para mandar um míssil naquele local e explodir aquelas pessoas", afirmou Witzel, que foi aplaudido pelos presentes na solenidade.
Para o governador, o Rio vive um estado de terrorismo. "Nós estamos vivendo um estado de terrorismo, não só no estado do Rio de Janeiro como um todo, mas nas comunidades onde eles se infiltraram. Não é a comunidade que faz o sujeito ser terrorista porque lá na Cidade de Deus, na Rocinha, no Vidigal, tem gente decente, que trabalha e estuda."
Apesar dos aplausos do discurso entre os presentes na solenidade, a declaração de Witzel foi repudiada pela presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a deputada Renata Souza (PSOL).
De acordo com a parlamentar, a declaração do governador "revela uma mentalidade autoritária e violenta e que segurança pública se faz com estratégia, prevenção e inteligência, não com mísseis e execuções sumárias."
Já a ONG Redes da Maré disse que a fala de Witzel "é um desrespeito com os mais de 2 milhões de moradores das favelas do Rio. Pessoas que diariamente movimentam a economia e a cultura do Estado, sem, em contrapartida, ter seus direitos garantidos como manda a Constituição brasileira. Seguramente, não é com declarações que incitam mais violência que a grave crie da segurança to">Para o governador, o Rio vive um estado de terrorismo. "Nós estamos vivendo um estado de terrorismo, não só no estado do Rio de Janeiro como um todo, mas nas comunidades onde eles se infiltraram. Não é a comunidade que faz o sujeito ser terrorista porque lá na Cidade de Deus, na Rocinha, no Vidigal, tem gente decente, que trabalha e estuda."
Apesar dos aplausos do discurso entre os presentes na solenidade, a declaração de Witzel foi repudiada pela presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), a deputada Renata Souza (PSOL).
De acordo com a parlamentar, a declaração do governador "revela uma mentalidade autoritária e violenta e que segurança pública se faz com estratégia, prevenção e inteligência, não com mísseis e execuções sumárias."
Já a ONG Redes da Maré disse que a fala de Witzel "é um desrespeito com os mais de 2 milhões de moradores das favelas do Rio. Pessoas que diariamente movimentam a economia e a cultura do Estado, sem, em contrapartida, ter seus direitos garantidos como manda a Constituição brasileira. Seguramente, não é com declarações que incitam mais violência que a grave crie da segurança pública do Estado do Rio de Janeiro será resolvida."
Em nota, o Governo do Estado afirmou que em sua declaração, Witzel comparou as ações bélicas dos narcoterroristas que atuam no Rio de Janeiro com conflitos armados que existem no mundo. Ainda em seu discurso, o governador ressaltou que o Rio vive um estado de terrorismo dentro das comunidades, deixando milhares de famílias reféns da violência.
"Sobre a expressão 'aquelas pessoas', o governador se referia aos bandidos que enfrentaram os policiais e atiravam por trás de um muro na Cidade de Deus. Em um conflito bélico, eles seriam alvo de míssil", finalizou o governo.
Fonte: O DIA.
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Brasil · 15 de junho de 2019 às 09:46

Sábado - 09:45 - Jovem conversa com próprio pai em aplicativo de pegação gay. Veja abaixo

Um caso inusitado que ocorreu no aplicativo Grindr tem chamado a atenção de muitos internautas nesta sexta-feira (14) e foi relatado no site 'Observatório G'. Pai e um filho acabaram trocando mensagens anonimamente.

A conversa se incia quando um perfil chamado 'Sigilo', entra em contato com o rapaz e diz: “Iae, blz? Curte sigilão? O casado aqui curte![sic]“. Em seguida o homem compartilha a foto e aí que vem a surpresa. “Pai???, o que é isso meu?”, diz o jovem. E o pai responde: “Lucas é vc? Calma, vamos conversar em casa”. Inconformado, o rapaz não sabe o que responder e diz: “Mano, por favor, me diz que isso não é verdade”.

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A conversa se incia quando um perfil chamado 'Sigilo', entra em contato com o rapaz e diz: “Iae, blz? Curte sigilão? O casado aqui curte![sic]“. Em seguida o homem compartilha a foto e aí que vem a surpresa. “Pai???, o que é isso meu?”, diz o jovem. E o pai responde: “Lucas é vc? Calma, vamos conversar em casa”. Inconformado, o rapaz não sabe o que responder e diz: “Mano, por favor, me diz que isso não é verdade”.

O site tenta apurar a veracidade das informações dos dois usuários, no entanto, há de se levar em conta que a conversa é, no mínimo, engraçada. Né, mores? E aí, você curte no sigilo? Bota a cara no sol, mana!

Fonte: O DIA.

Brasil · 15 de junho de 2019 às 09:36

Sábado - 09:35 - Homem esfaqueia PM durante abordagem e é morto em SP. Veja imagens

Chamados para atender uma ocorrência, policiais militares do 17º Batalhão de Mogi das Cruzes, em São Paulo, foram surpreendidos. Ao chegar no local, os agentes encontraram um homem que, ao ser abordado pela tenente Beatriz Marandola cia Miliar. Ela teria tentado reagir usando uma arma de choque, mas não conseguiu conter o suspeito. Os colegas de Marandola reagiram e efetuaram disparo de pistola .40 contra o homem, que morreu no local.

Segundo a PM, outra mulher teria sido atingida por um tiro no pescoço, mas foi socorrida e levada ao hospital.

Fonte: Metrópoles.

Brasil · 15 de junho de 2019 às 09:20

Sábado - 09:20 - 'Foi descuido meu', diz Moro sobre mensagem à Lava Jato com pistas contra Lula. Veja abaixo

O ministro Sergio Moro (Justiça) afirmou nesta sexta-feira (14) que foi um “descuido” repassar pistas de apuração contra o ex-presidente Lula por um aplicativo de mensagens ao procurador Deltan Dallagnol.

As informações enviadas não foram formalizadas nos autos do inquérito, como prevê a lei.

Mensagens atribuídas ao ex-juiz e ao procurador, divulgadas no domingo (9) pelo site The Intercept Brasil, mostram que os dois trocavam colaborações quando integravama força-tarefa da Operação Lava Jato. Ele disse agora não ter cometido nenhum ato ilícito.

“Nós lá na 13ª Vara Federal, pela notoriedade das investigações, nós recebíamos várias dessas por dia. Eu recebi aquela informação e, aí assim, vamos dizer, foi até um descuido meu, apenas passei pelo aplicativo. Mas não tem nenhuma anormalidade nisso. Não havia nem ação penal em curso”, disse, na sede da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Brasília, para anunciar o início da operação de segurança da Copa América, que começa nesta sexta.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Moro defendeu a legalidade do repasse de informações que aparece na troca de mensagens.

"Isso está previsto expressamente no Código de Processo Penal, artigo 40, e também no artigo 7 da Lei de Ação Civil Pública diz que 'quando o juiz tiver conhecimento de fatos que podem constituir crime ou improbidade administrativa ele comunica o Ministério Público'. Basicamente é isso, eu recebi e repassei. Porque eu não posso fazer essa investigação", disse o ministro.

Os dois artigos citados pelo ministro, no entanto, colocam a necessidade de que a notícia-crime seja formalizada nos autos, o que não ocorreu.

“Eu acho que simplesmente receber uma notícia-crime e repassar a informação não pode ser qualificado como uma conduta imprópria”, disse o ex-juiz, nesta sexta.

“Eventualmente pode ter havido um descuido formal, mas isso não é nenhum ilícito, se é a indagação nesse sentido. Eu não cometi nenhum ilícito e estou absolutamente tranquilo de todos os atos que cometi enquanto juiz da Lava Jato”, completou

No diálogo vazado, Deltan diz que o denunciante com a suposta pista sobre o ex-presidente se recusou a falar a respeito com o Ministério Público e afirma a Moro que pensava em f ia, para anunciar o início da operação de segurança da Copa América, que começa nesta sexta.

Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Moro defendeu a legalidade do repasse de informações que aparece na troca de mensagens.

"Isso está previsto expressamente no Código de Processo Penal, artigo 40, e também no artigo 7 da Lei de Ação Civil Pública diz que 'quando o juiz tiver conhecimento de fatos que podem constituir crime ou improbidade administrativa ele comunica o Ministério Público'. Basicamente é isso, eu recebi e repassei. Porque eu não posso fazer essa investigação", disse o ministro.

Os dois artigos citados pelo ministro, no entanto, colocam a necessidade de que a notícia-crime seja formalizada nos autos, o que não ocorreu.

“Eu acho que simplesmente receber uma notícia-crime e repassar a informação não pode ser qualificado como uma conduta imprópria”, disse o ex-juiz, nesta sexta.

“Eventualmente pode ter havido um descuido formal, mas isso não é nenhum ilícito, se é a indagação nesse sentido. Eu não cometi nenhum ilícito e estou absolutamente tranquilo de todos os atos que cometi enquanto juiz da Lava Jato”, completou

No diálogo vazado, Deltan diz que o denunciante com a suposta pista sobre o ex-presidente se recusou a falar a respeito com o Ministério Público e afirma a Moro que pensava em fazer intimação oficial com base em noticia apócrifa.

Moro consente e diz: "Melhor formalizar entao".

Fonte: Folha de São Paulo.

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