Serra - ES - Terça-feira - 13:10 - Capixaba constrói 'estacionamento' para OVNIs em sítio
O iluminador artístico Mário Galleriani Junior elaborou, em um sítio, um campo de pouso para atrair objetos voadores não identificados. Ele afirma já ter visto os OVNIs quatro vezes
“E.T.! Telefone! Minha casa!”. Se você conhece essa frase, sabe que ela saiu de um grande clássico cinematográfico dos anos 1980 chamado "ET, o extraterrestre". Até aí, tudo bem, mas imagine então ter uma experiência com seres de o Telefone! Minha casa!”. Se você conhece essa frase, sabe que ela saiu de um grande clássico cinematográfico dos anos 1980 chamado "ET, o extraterrestre". Até aí, tudo bem, mas imagine então ter uma experiência com seres de outro mundo. Consegue pensar nessa hipótese? O iluminador artístico Mário Gallerani Junior não só consegue, como afirma já ter visto objetos voadores não identificados (OVNI’s).Gallerani afirma que teve, até hoje, quatro experiências visuais, em que se deparou com esferas muito brilhantes no céu. O iluminador garante que, durante os flagrantes, sempre havia testemunhas oculares, amigos, colegas, para que ninguém duvidasse dos momentos. E, o mais interessante, é que ele acabou se aprofundando tanto no assunto a ponto de elaborar um campo para atrair esses visitantes.
O espaço, elaborado no sítio da família, em Manguinhos, na Serra, consiste em um círculo gramado, de aproximadamente 20 metros de diâmetro, com desenhos formados com pedras que, segundo Gallerani, tem o intuito de atrair OVNI’s. “Eu faço círculos parecidos com as esferas e triângulos, que se juntam. Faço com pedras para eles não sumirem na grama. E quando alguém me fala que não acredita, eu só pergunto: quantas vezes você olhou pro céu hoje?”, indaga.
O iluminador artístico filosofa sobre a crença que alimenta. “Em um universo tão grande não dá para acreditar que estamos sozinhos. Seria muito egoísmo”. Ele frisa que teve sorte por poder ter certeza, mas que só a teve convicção depois da primeira experiência, que aconteceu em 1984, em Ilhéus, na Bahia. Depois da primeira experiência, aconteceram mais três, sendo duas em Jardim Camburi e uma na Praia do Canto.
Mário Gallerani Junior se lembra da primeira vez que teve um contato extraterrestre. Ele estava com amigos de uma banda que tinha na década de 1980, e lembra-se dos detalhes. Era noite e eles estavam em Ilhéus, na Bahia.
“Tinham três músicos comigo. Não tem como achar que era avião, afinal, foi algo que veio do infinito. De repente, uma esfera foi se destacando das estrelas, em forma esférica e super definida. Chegou a virar dia e não tinha lua. Depois retrocedeu e, em segundos, sumiu”, relata Gallerani.
A história fica intrigante quando ele conta que, não só ele, mas também os amigos esqueceram-se do que aconteceu e, só depois de anos, em 2004, por conta de um programa de televisão, se lembrou do acontecido. Nessa época, ele já havia montado o campo no sítio.
As críticas, segundo ele, surgem sempre, e ele também não divulga o “campo de pouso”, como ele mesmo chama. O iluminador artístico recebe outras pessoas que acreditam no assunto para trocar ideias. A maior fonte de pesquisa são livros e programas de TV especializados.
Fonte: Gazeta online
