Domingo - 09:15 - Saiba quais são os primeiros sintomas do HIV e da AIDS. Clique na foto abaixo e veja mais

16 de abril de 2018 · JVM · Notícias em Geral

Os sintomas de HIV são bastante difíceis de identificar e, por isso, a melhor forma de confirmar a contaminação com o vírus é fazendo o teste de HIV em uma clínica ou num centro de testagem e aconselhamento do HIV, especialmente se tiver acontecido algum episódio de risco, como relação sexual sem camisinha ou compartilhamento de agulhas, por exemplo.

No entanto, em algumas pessoas o vírus pode causar sintomas semelhantes aos da gripe, que surgem cerca de 2 semanas após o contato com o vírus. Esses sintomas podem incluir:


  1. Dor de cabeça;

  2. Febre baixa;

  3. Cansaço excessivo;

  4. Ínguas inflamadas;

  5. Garganta inflamada;

  6. Dor nas articulações;

  7. Aftas na boca;

  8. Suores noturnos;

  9. Diarreia.


Geralmente, estes sintomas melhoram em até 2 meses e, por isso, acabam sendo confundidos com uma gripe. No entanto, mesmo que os sintomas tenham desaparecido, isso não significa que o vírus foi eliminado e, por isso, continua ‘adormecido’ no organismo.

Esta fase sem sintomas pode durar até 10 anos e, durante esse período, o vírus continua se desenvolvendo silenciosamente no corpo, afetando o funcionamento do sistema imune e acabando por desenvolver a AIDS.

Idealmente, o HIV deve ser diagnosticado durante esta fase, antes de desenvolver AIDS, pois o vírus ainda se encontra em baixa concentração no organismo, sendo mais fácil de controlar o seu desenvolvimento com remédios. Além disso, o diagnóstico precoce também evita que o vírus se espalhe para outras pessoas, já que a partir desse momento não se deve voltar a ter relações sem preservativo.

Principais sintomas da AIDS


Após cerca de 10 anos sem provocar qualquer tipo de sintoma, o HIV pode provocar uma síndrome conhecida como AIDS, que é caracterizada por um grande enfraquecimento do sistema imune. Quando isso acontece, voltam a surgir sintomas, que desta vez incluem:

  • Febre alta constante;

  • Suores noturnos frequentes;

  • Manchas vermelha . Esses sintomas podem incluir:

    1. Dor de cabeça;

    2. Febre baixa;

    3. Cansaço excessivo;

    4. Ínguas inflamadas;

    5. Garganta inflamada;

    6. Dor nas articulações;

    7. Aftas na boca;

    8. Suores noturnos;

    9. Diarreia.


    Geralmente, estes sintomas melhoram em até 2 meses e, por isso, acabam sendo confundidos com uma gripe. No entanto, mesmo que os sintomas tenham desaparecido, isso não significa que o vírus foi eliminado e, por isso, continua ‘adormecido’ no organismo.

    Esta fase sem sintomas pode durar até 10 anos e, durante esse período, o vírus continua se desenvolvendo silenciosamente no corpo, afetando o funcionamento do sistema imune e acabando por desenvolver a AIDS.

    Idealmente, o HIV deve ser diagnosticado durante esta fase, antes de desenvolver AIDS, pois o vírus ainda se encontra em baixa concentração no organismo, sendo mais fácil de controlar o seu desenvolvimento com remédios. Além disso, o diagnóstico precoce também evita que o vírus se espalhe para outras pessoas, já que a partir desse momento não se deve voltar a ter relações sem preservativo.

    Principais sintomas da AIDS


    Após cerca de 10 anos sem provocar qualquer tipo de sintoma, o HIV pode provocar uma síndrome conhecida como AIDS, que é caracterizada por um grande enfraquecimento do sistema imune. Quando isso acontece, voltam a surgir sintomas, que desta vez incluem:

    • Febre alta constante;

    • Suores noturnos frequentes;

    • Manchas vermelhas na pele, chamadas de Sarcoma de Kaposi;

    • Dificuldade para respirar;

    • Tosse persistente;

    • Manchas brancas na língua e boca;

    • Feridas na região genital;

    • Perda de peso;

    • Problemas de memória.


    Nesta fase, é também frequente que a pessoa sofra com infecções frequentes como amigdalite, candidíase e até pneumonia e, por isso, o médico pode desconfiar do diagnóstico de HIV quando surgem muita infecções seguidas.

    Quando já se desenvolveu AIDS é muito mais difícil tentar controlar o avanço da doença com remédios e, por isso, muitos pacientes com a síndrome acabam necessitando ficar internados para evitar e tratar as infecções que vão surgindo.

     

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