Segunda-feira - 12: 34 - Postos do Rio começaram a receber combustível na noite de ontem,, diz Pezão. Click na foto e veja a matéria completa
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CABRAL17 - RJ - 13/01/2014 - CABRAL/PEZAO/MORADIAS - CIDADES OE - O vice-governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pazão, durante solenidade de entrega de chaves do conjunto Aroldo de Oliveir vão sair. Porque não pode sair tudo para um lugar só. Isto tem de ser planejado. Depende agora das empresas poderem colocar [combustível]. Não tenho como adiantar quantas”, afirmou o general.
O governador Pezão disse que todas as escoltas pedidas serão atendidas, de modo que as empresas possam funcionar amanhã. Segundo Pezão, inicialmente será garantido abastecimento para a Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e o sistema de ônibus. Em seguida, os postos também começarão a receber.
“Agora vamos ver postos centrais de algumas regiões e sair com comboios aos poucos. As forças militares já estão na Reduc [Refinaria Duque de Caxias, na Baixada Fluminense], em todas as bases, para garantir a saída dos caminhões. No interior, estamos vendo um jeito de apoiar as prefeituras com abastecimento das ambulâncias e dos carros dos médicos, para eles se deslocarem”, acrescentou Pezão.
O governador disse que não dará ponto facultativo amanhã e que todas as empresas de transporte estão sendo abastecidas. Também estão sendo reforçados os sistemas de trem e metrô.
Pulso firme
Braga Netto negou que esteja faltando pulso firme às Forças Armadas e ao governo do estado na negociação com os grevistas. No piquete da Reduc, por exemplo, os grevistas dizem que só vão deixar sair carretas se os motoristas mostrarem as notas fiscais, pois vão permitir a saída de combustível apenas para órgãos públicos e não para postos.
“O princípio básico nosso é a negociação. A força será usada gradativamente. Mas isso [dos manifestantes pedirem nota fiscal ao Exército] nunca vai acontecer. Você acha que ele vai conseguir parar um caminhão do Exército ou uma tropa nossa para exigir nota fiscal? Isto está fora de cogitação. Só usaremos a força necessária. As Forças Armadas, quando chegam, negociam para que o pessoal não nos obrigue a usar força. Negociação política não cabe às Forças Armadas”, concluiu o general.
Fonte: Agência Brasil