Segunda Feira - 13:30 - Pezão depõe como testemunha de políticos presos na Lava Jato. Clique na foto abaixo e veja mais
André Ceciliano (PT), Luiz Paulo (PSDB) e Cidinha Campos (PDT) também estão na lista
O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), o presidente em exercício da Assembleia Legislativa (Alerj), André Ceciliano (PT), e mais dois deputados estaduais serão ouvidos nesta segunda-feira (4) no processo que resultou na prisão de três parlamentares do MDB fluminense. Todos foram para a cadeia após a Operação Cadeia Velha, desdobramento da Lava Jato no estado.Os deputados serão ouvidos como testemunhas de defesa de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do MDB . Além de Ceciliano e Pezão, também vão falar em juízo os deputados Cidinha Campos (PDT) e Luiz Paulo (PSDB).
A audiência ocorre no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), corte responsável por julgar o trio emedebista, que tem foro privilegiado. A sessão será conduzida pelo desembargador federal Abel Gomes.
No dia seguinte, terça-feira (5), outros parlamentares serão ouvidos também como testemunhas. São ele: Paulo Ramos (PDT), Comte Bittencourt (PPS) e Zaqueu Teixeira (PDT).
Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi foram presos em novembro do ano passado. No dia seguinte à operação, a Alerj revogou a prisão numa sessão extraordinária — mas o efeito da decisão foi derrubado pelo TRF-2 um dia depois e eles voltaram para a cadeia.
Na ocasião, apenas dois dos parlamentares chamados para testemunhar nesta semana não votaram pela soltura: Luiz Paulo (PSDB), a favor da manutenção da prisão, e Comte Bittencourt (PPS), que estava licenciado.
Quando ainda presidia a Casa, Picciani chegou a sugerir, em entrevista à CBN, o impeachment do governador e a ascensão do tucano para substituir Pezão. Com a prisão de Picciani, Wagner Montes (PDT), 1º vice-presidente, era o substituto natural. Recuperando-se de um problema na coluna, Montes faltou a algumas sessões e abriu mão do posto
G1
