Segunda-feira - 18:18 - Startup de biomedicina da Rússia tem como objetivo revolucionar o diagnóstico de câncer. Click na foto e veja a matéria completa

11 de junho de 2018 · Denny Cacciatore · Notícias em Geral

O setor de tecnologias da biomedicina do parque científico de inovação de Moscou, Skolkovo, aprovou uma subvenção para o projeto de biochips projetados para detectar vários tipos de câncer. A nova tecnologia leva menos de uma hora para obter o resultado e estará disponível para médicos de todos os níveis de formação.

O protagonista do método é um "biochip", projetado pela empresa do mesmo nome, com um recipien ado pela empresa do mesmo nome, com um recipiente com múltiplas células, cada uma recheada com anticorpos associados a certos tipos de tumores malignos.

Se o biomaterial colocado no chip contém células nocivas, ele começa a emitir uma luz que indica que tipo de câncer foi detectado. O resultado aparece dentro de uma hora, um tempo recorde quando comparado a uma análise convencional que normalmente leva um dia inteiro.

No entanto, para os representantes da Skolkovo a principal vantagem reside na acessibilidade da tecnologia. Os biochips podem ser usados em qualquer hospital do país, seja em um centro urbano ou em uma localização periférica, oferecendo a capacidade de um diagnóstico rápido para todos os pacientes.


Outra vantagem é a flexibilidade do "chip". É possível mudar as células com anticorpos de acordo com as necessidades da análise. Além disso, após o estudo, o conteúdo do "biochip" é submetido a substâncias corantes que facilitam a determinação da doença específica, mesmo por médicos não especializados em oncologia. Os resultados também podem ser carregados em uma nuvem para um exame remoto.

Atualmente, o "biochip" passou nos testes técnicos e laboratoriais e agora os engenheiros estão se preparando para os testes clínicos. O projeto, protegido por patente internacional, já atraiu a atenção de médicos, tanto russos quanto estrangeiros, dizem os especialistas citados pelo jornal russo Izvestia.

Fonte: SPUTINIK