DF - Terça Feira - 12:35 - Policial militar mata mulher e tira a própria vida. Clique na foto abaixo e veja mais
De acordo com informações preliminares, policial chegou ao local em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da casa e disparou
No dia em que a Lei Maria da Penha completa 12 anos de sanção, um policial militar matou a mulher e tirou a própria vida no Riacho Fundo II. Segundo informações da Polícia Militar, Epaminondas Silva Santos, 51 anos, lotado no 8º Batalhão (Ceilândia), assassinou a companheira, Adriana Castro Rosa Santos, 40, por volta das 10h desta terça-feira (7/8), na QN 7, Conjunto 4, em frente da casa 13, Riacho Fundo II.De acordo com informações preliminares, o policial chegou ao endereço em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da residência e efetuou um disparo na mulher. Em seguida, atirou na própria boca. O óbito dos dois foi constatado no local pelos bombeiros. Eles eram pais de um menino de 11 anos e uma menina de 8 e, segundo os vizinhos, estava em processo de separação.
Um deles contou à reportagem que chegava em casa no momento em que os dois conversavam em frente ao portão. Assim que entrou, ouviu três disparos de arma de fogo. “Quando saí para ver o que ocorria, os corpos estavam em frente ao portão da residência”, afirmou.
Segundo testemunhas, não houve discussão entre o casal. Um comerciante que tem uma loja de roupas na mesma rua disse que ouviu os tiros e correu para ver o que estava ocorrendo. “Pensei que era um assalto. Saímos assustados e ainda vimos os dois agonizando. Uma cena muito triste”, destacou Maria do Amparo, 53 anos.
Por volta das 12h, os corpos ainda estavam no local à espera da perícia da Polícia Civil do Distrito Federal. A arma usada pelo policial, uma pistola .40, permanecia na cena do crime.
Outros casos
Na noite dessa segunda (6), Jonas Zandoná, 44, foi autuado em flagrante por feminicídio, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe e sem chance de defesa da vítima. Para a Polícia Civil, o agressor jogou a mulher do terceiro andar de um prédio residencial na 415 Sul. Carla Grazielle Rodrigues Zandoná, 37, chegou a ser socorrida.
No entanto, teve uma parada cardíaca e morreu por volta de 19h35. A vítima já havia denunciado o companheiro por agressão duas vezes. A última, em 2016, na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).
Na noite de domingo (5), o taxista Edilson Januário de Souto executou a tiros a mulher, Marília Jane de Sousa Silva, após uma discussão do casal. Depois de matar a companheira, estacionou o carro da vítima dentro do terreno, fechou o portão e saiu. O crime foi cometido na Quadra 405 do Recanto das Emas, por volta das 20h30. Até a última atualização desta reportagem, Edilson ainda não havia sido localizado pela polícia.
Somente em 2018, pelo menos 18 mulheres foram assassinadas no Distrito Federal. Os casos se assemelham não só pela brutalidade e covardia. O modo como os assassinos agem é parecido. De acordo com especialistas, os algozes, geralmente pessoas com quem as vítimas se relacionam, começam com pequenas exigências, cenas de ciúmes, cobranças, brigas seguidas de presen "aligncenter size-full wp-image-566351" src="/wp-content/uploads/2018/08/WhatsApp-Image-2018-08-07-at-12.09.50-1.jpeg" alt="" width="1280" height="853" />
De acordo com informações preliminares, policial chegou ao local em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da casa e disparou
No dia em que a Lei Maria da Penha completa 12 anos de sanção, um policial militar matou a mulher e tirou a própria vida no Riacho Fundo II. Segundo informações da Polícia Militar, Epaminondas Silva Santos, 51 anos, lotado no 8º Batalhão (Ceilândia), assassinou a companheira, Adriana Castro Rosa Santos, 40, por volta das 10h desta terça-feira (7/8), na QN 7, Conjunto 4, em frente da casa 13, Riacho Fundo II.
De acordo com informações preliminares, o policial chegou ao endereço em uma motocicleta, chamou a vítima até o lado de fora da residência e efetuou um disparo na mulher. Em seguida, atirou na própria boca. O óbito dos dois foi constatado no local pelos bombeiros. Eles eram pais de um menino de 11 anos e uma menina de 8 e, segundo os vizinhos, estava em processo de separação.
Um deles contou à reportagem que chegava em casa no momento em que os dois conversavam em frente ao portão. Assim que entrou, ouviu três disparos de arma de fogo. “Quando saí para ver o que ocorria, os corpos estavam em frente ao portão da residência”, afirmou.
Segundo testemunhas, não houve discussão entre o casal. Um comerciante que tem uma loja de roupas na mesma rua disse que ouviu os tiros e correu para ver o que estava ocorrendo. “Pensei que era um assalto. Saímos assustados e ainda vimos os dois agonizando. Uma cena muito triste”, destacou Maria do Amparo, 53 anos.
Por volta das 12h, os corpos ainda estavam no local à espera da perícia da Polícia Civil do Distrito Federal. A arma usada pelo policial, uma pistola .40, permanecia na cena do crime.
Outros casos
Na noite dessa segunda (6), Jonas Zandoná, 44, foi autuado em flagrante por feminicídio, homicídio triplamente qualificado por motivo torpe e sem chance de defesa da vítima. Para a Polícia Civil, o agressor jogou a mulher do terceiro andar de um prédio residencial na 415 Sul. Carla Grazielle Rodrigues Zandoná, 37, chegou a ser socorrida.
No entanto, teve uma parada cardíaca e morreu por volta de 19h35. A vítima já havia denunciado o companheiro por agressão duas vezes. A última, em 2016, na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam).
Na noite de domingo (5), o taxista Edilson Januário de Souto executou a tiros a mulher, Marília Jane de Sousa Silva, após uma discussão do casal. Depois de matar a companheira, estacionou o carro da vítima dentro do terreno, fechou o portão e saiu. O crime foi cometido na Quadra 405 do Recanto das Emas, por volta das 20h30. Até a última atualização desta reportagem, Edilson ainda não havia sido localizado pela polícia.
Somente em 2018, pelo menos 18 mulheres foram assassinadas no Distrito Federal. Os casos se assemelham não só pela brutalidade e covardia. O modo como os assassinos agem é parecido. De acordo com especialistas, os algozes, geralmente pessoas com quem as vítimas se relacionam, começam com pequenas exigências, cenas de ciúmes, cobranças, brigas seguidas de presentes e pedidos de desculpas com promessas de mudanças.
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