Domingo - 10:00 - Pesquisa revela que Infarto de jovens está cada vez mais comum. Click na foto e veja a matéria completa

18 de novembro de 2018 · Denny Cacciatore · Notícias em Geral

O número de jovens e pessoas de até 40 anos que morrem por causa de problemas cardíacos está aumentando em todo o País, segundo especialistas.

Dados do Ministério da Saúde indicam que o número de vítimas de infarto em jovens está subindo gradualmente desde 2010.

Em 2010, segundo o ministério, 2.288 pessoas com menos de 40 anos morreram por causa da doença. Já em 2016 foram 2.746 registros, sendo a maior parte (1.997 vítimas) com idade entre 30 e 39 anos.

De acordo com médicos, o estresse, a falta de atividade física, a má alimentação e o uso de drogas, como a cocaína, por exemplo, são alguns dos fatores que estão contribuindo para o aumento do problema cada vez mais cedo.

Segundo o médico cardiologista e cirurgião cardiovascular Schariff Moysés, as pessoas estão deixando de cuidar da própria saúde.

“Essa doença é muito grave, e o que eu tenho visto é que, cada vez mais pessoas, estão deixando de ir ao médico e se cuidar. E, com a vida estressada que levamos, isso pode ser uma bomba prestes a explodir”, observou.

O cardiologista Melchior Luiz Lima concorda que o avanço da doença está acontecendo porque as pessoas não estão se cuidando da forma como deveriam.

“As pessoas só procuram o médico quando sentem algum tipo de dor, não procuram prevenir. Levamos uma vida muito estressada e uma cobrança diária com o tempo. Isso tem um preço”, disse.

Já o cardiologista José Aid Soares acredita que a mudança no estilo de v m.

“As pessoas só procuram o médico quando sentem algum tipo de dor, não procuram prevenir. Levamos uma vida muito estressada e uma cobrança diária com o tempo. Isso tem um preço”, disse.

Já o cardiologista José Aid Soares acredita que a mudança no estilo de vida das pessoas pode ser um dos fatores para o aumento de casos da doença.

“Vivemos em um mundo onde o sedentarismo, a obesidade, a hipertensão e o uso de drogas passaram a ser coisa comum. Isso não só aumentou o risco de diabete mais precoce, como também de outras doenças graves, como o infarto cada vez mais cedo”, comentou.

Fonte: Tribuna online