Magno Malta não falava com ninguém desde a semana passada, quando se convenceu de que não vai mesmo fazer parte do governo de Jair Bolsonaro.

Até então, ele era o braço direito do presidente eleito. Participou da campanha mais ativamente que qualquer outro aliado. Articulou o tão desejado apoio do pastor Silas Malafaia e da bancada evangélica, movimento definitivo para derrotar Fernando Haddad. Conduziu uma oração em rede nacional logo após Bolsonaro vencer a eleição. Era chamado por ele de “vice dos sonhos”.