Alegre - Segunda-feira - 09:55 - Tios são acusados de matar sobrinho por causa de disputa por terras. Clique na imagem e saiba mais
Uma ossada que estava em uma fenda, no meio da mata, em Alegre, na Região do Caparaó, foi encontrada pela Polícia Civil, acompanhada do Corpo de Bombeiros. A suspeita é de que os ossos pertençam ao agricultor Bruno Rodrigues, de 32 anos, que desapareceu no dia 6 de setembro deste ano.
As investigações apontam que ele teria sido morto pelos tios por causa de uma briga por terras.
Os restos mortais foram localizados na tarde de sexta-feira, na localidade de Morro da Carneira. No dia anterior, a polícia já havia encontrado uma bolsa com pertences e a blusa da vítima, que foram reconhecidos por sua mulher.
Em função da dificuldade de adentrar a fenda, os bombeiros foram acionados para retomar as buscas no dia seguinte.
De acordo com familiares, Bruno teria saído de casa, em Jerônimo Monteiro, dizendo que iria até sua propriedade rural, no Morro da Carneira, em Alegre, mesma localidade onde a ossada foi encontrada, para tocar bezerros. Só que a vítima nunca retornou.
“Encontramos vestígios de sangue próximo à casa de um dos suspeitos. Aparentemente, o corpo teria sido queimado”, explicou o titular da Delegacia de Alegre, Ricarte Teixeira.
A polícia pediu a prisão temporária de quatro pessoas: Paulo de Souza Soares, 61, e Hamilton de Souza Soares, 49 anos, que são tios de Bruno, a mulher de Hamilton, Eudineia Lacerda Feuchard Soares, 45, e um amigo da família, Sérgio Antônio da Rocha, 65.
Paulo, Edineia e Sérgio foram presos em uma operação da Polícia Civil no dia 31 de outubro. Já Hamilton se apresentou no dia 2 de novembro, na delegacia de Alegre.
Segundo o delegado, investigações apontam que Bruno e seus tios estavam tomando posse de uma área rural cujo dono anterior teria desaparecido. “A briga começou porque, supostamente, a vítima teria ficado com a melhor parte do terreno e os demais queriam aquele pedaço de terra”.
Ricarte ressaltou que, a princípio, os quatro suspeitos negavam envolvimento no crime. No entanto, após a prorrogação do mandado de prisão temporária, eles deram outra versão.
“Agora eles dizem que viram o Bruno ros. Só que a vítima nunca retornou.
“Encontramos vestígios de sangue próximo à casa de um dos suspeitos. Aparentemente, o corpo teria sido queimado”, explicou o titular da Delegacia de Alegre, Ricarte Teixeira.
A polícia pediu a prisão temporária de quatro pessoas: Paulo de Souza Soares, 61, e Hamilton de Souza Soares, 49 anos, que são tios de Bruno, a mulher de Hamilton, Eudineia Lacerda Feuchard Soares, 45, e um amigo da família, Sérgio Antônio da Rocha, 65.
Paulo, Edineia e Sérgio foram presos em uma operação da Polícia Civil no dia 31 de outubro. Já Hamilton se apresentou no dia 2 de novembro, na delegacia de Alegre.
Segundo o delegado, investigações apontam que Bruno e seus tios estavam tomando posse de uma área rural cujo dono anterior teria desaparecido. “A briga começou porque, supostamente, a vítima teria ficado com a melhor parte do terreno e os demais queriam aquele pedaço de terra”.
Ricarte ressaltou que, a princípio, os quatro suspeitos negavam envolvimento no crime. No entanto, após a prorrogação do mandado de prisão temporária, eles deram outra versão.
“Agora eles dizem que viram o Bruno ser morto, mas afirmam que não foram eles, acusando outra pessoa. Estamos investigando, mas essa versão não tem força.”
Fonte: Tribuna Online.