Bom Jesus - Terça - 09:20 - Idoso que teve corpo queimado em incêndio morre sem ser transferido e família acusa hospital de negligência. Clique e entenda o caso

15 de janeiro de 2019 · Adilson Ribeiro · Notícias em Geral

Sebastião Gonsalves Figueiredo, de 82 anos, seria transferido para um hospital em Nilópolis-RJ, mas por não estar estável, ele não pôde ser transferido, e morreu minutos depois de retornar para o PU do Hospital São Vicente de Paulo.
 
Um caso revoltante aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (14/01/2019), em Bom Jesus do Itabapoana-RJ. O idosos Sebastião Gonsalves Figueiredo, de 82 anos, que teve 30% do corpo queimado, faleceu no começo da noite desta segunda (14), provocando tumulto e revolta nos familiares que estavam na unidade de saúde, que chegou a acionar a Justiça contra o hospital.
O Caso
 
De acordo com as informações, na última quinta-feira (10/01), um incêndio que teria sido provocado por uma vela queimou a casa onde mora o idoso no bairro Santa Rosa, deixando ele com 30% do corpo queimado.
A vítima foi socorrida ao PU do Hospital São Vicente de Paulo, onde ficou internado na Sala Vermelha da unidade saúde.
Após três dias internado, sem apresentar nenhum resultado de melhora, a família pressionou a direção do Hospital São Vicente de Paulo para transferir o idoso pra UTI, até que saísse uma vaga pra ele em um outro hospital especialista para tratar queimaduras, mas o hospital se recusou a fazer a transferência, alegando que não tinha vaga na UTI do hospital, instantes depois, uma fonte do hospital informou a família que tinha vaga na UTI sim, e que a direção do hospital não estava querendo fazer a transferência do paciente.
Diante da situação, a família acionou a Polícia Militar para o hospital, que imediatamente compareceu na unidade de saúde para ajudar a família.
Após muita discussão e bate boca na portaria do PU, no começo da noite do último domingo (13/01), a Polícia Militar do 29°BPM orientou a família que procurasse a delegacia de Polícia Civil para registrar o caso, que naquele momento já estava sendo tratado como negligência por parte dos familiares.
Diante da situação, a família contratou dois advogados, que junto aos familiares registrou o caso na Delegacia, Fórum e Ministério Público.
Pressionados pela Justiça, no final da tarde des lt="" width="774" height="1032" />
Fonte: Blog do Alan Gonçalves