Quarta - 10:30 - "Fomos ameaçados de morte", diz 1º grupo de rap LGBT do Brasil. Clique e saiba mais
Tchelo Gomes, 26, de Barueri (SP), não se considera um rapper, apesar de considerar um cantor e compositor que rima e de sempre ter gostado do gênero musical. “Nunca me identifiquei com ele por conta das letras e das músicas, então não me vejo na posição de me considerar um rapper”, diz à Universa. Foi desta falta de identificação que ele decidiu juntar artistas que, assim como ele, fossem negros e gays para formar a Quebrada Queer, primeiro grupo de rap LGBT do Brasil.
Apontado como um dos 20 artistas para ficar de olho pelo YouTube Music, o grupo, formado por Tchelo, Murillo Zyess, Guigo, Harlley, Apuke e Lucas Boombeat, estreou com a música “Quebrada Queer” em junho de 2018, que mistura trechos como “você trombou com as bichas errada e agora vai ter que escutar” com pajubá, gíria usada pela população LGBT.
No vídeo, o sexteto veste roupas coloridas, maquiagem e top cropped. O som, cujo clipe tem mais de 2,3 milhões de visualizações no YouTube, fez barulho. Para o bem e para o mal. “Fomos ameaçados d le decidiu juntar artistas que, assim como ele, fossem negros e gays para formar a Quebrada Queer, primeiro grupo de rap LGBT do Brasil.
Apontado como um dos 20 artistas para ficar de olho pelo YouTube Music, o grupo, formado por Tchelo, Murillo Zyess, Guigo, Harlley, Apuke e Lucas Boombeat, estreou com a música “Quebrada Queer” em junho de 2018, que mistura trechos como “você trombou com as bichas errada e agora vai ter que escutar” com pajubá, gíria usada pela população LGBT.
No vídeo, o sexteto veste roupas coloridas, maquiagem e top cropped. O som, cujo clipe tem mais de 2,3 milhões de visualizações no YouTube, fez barulho. Para o bem e para o mal. “Fomos ameaçados de morte quando ele saiu. Falavam que iam botar fogo na gente se nos vissem na rua”, comenta Tchelo, em entrevista por telefone.
https://www.youtube.com/watch?v=FwktAmgku68
Fonte: Aqui Notícias