Campos - Terça - 09:00 - História de pai suspeito de agredir e matar filho recém-nascido pode ter reviravolta. Sua sogra não acredita que ele tenha cometido o crime

30 de janeiro de 2019 · Adilson Ribeiro · Notícias em Geral

Um semana após a tragédia em que um recém-nascido de apenas 25 dias foi supostamente espancado pelo pai, a mãe da criança, que denunciou o fato na Delegacia do Centro, voltou à sede da DP para prestar depoimento na manhã desta terça-feira (29).

Também estiveram na Delegacia do Centro as duas avós da criança. Em depoimento à polícia e em entrevista à imprensa, elas afirmam que tem algo mal explicado na história, pois o acusado parecia estar feliz com o nascimento do seu filho e nunca se mostrou agressivo com o bebê. Pelo contrário, sempre se mostrou atencioso e carinhoso.

Preso desde que o caso veio à tona, o acusado Bruno do Espirito Santo, permanece preso no Presídio de Campos, onde nega que tenha feito qualquer tipo de agressão ao seu filho.

“Ele diz que estava em outro cômodo da casa e que escutou a esposa gritando e ao chegar no quarto, viu o bebê caído no chão”, declarou o delegado responsável pelas investigações, Bruno Cleuder.

A mãe de Lucas não tem dúvidas de que o filho não cometeu nenhum crime. “Ele é um ótimo filho e seria um ótimo pai, tenho certeza. Meu filho não seria capaz de cometer uma atrocidade dessas”, disse a mulher, ressaltando que o filho chegou em casa arrasado, de fato, acreditando na história de que a criança teria caído da cama.

O que intriga a polícia e agora toda a imprensa é que a avó materna, ou seja, a mãe da mulher de Lucas afirma que também acha difícil que o genro tenha cometido um crime tão bárbaro. Ela comentou sobre a relação da filha com Lucas. De acordo com a avó materna da criança, a relação era de muito ciúme, principalmente por parte da filha. “Minha filha sempre foi muito ciumenta e não se conformou com o tempo que os dois ficaram afastados. Tem algo errado nessa história”, disse a sogra do rapaz, aparentando também não acreditar que o g o veio à tona, o acusado Bruno do Espirito Santo, permanece preso no Presídio de Campos, onde nega que tenha feito qualquer tipo de agressão ao seu filho.

“Ele diz que estava em outro cômodo da casa e que escutou a esposa gritando e ao chegar no quarto, viu o bebê caído no chão”, declarou o delegado responsável pelas investigações, Bruno Cleuder.

A mãe de Lucas não tem dúvidas de que o filho não cometeu nenhum crime. “Ele é um ótimo filho e seria um ótimo pai, tenho certeza. Meu filho não seria capaz de cometer uma atrocidade dessas”, disse a mulher, ressaltando que o filho chegou em casa arrasado, de fato, acreditando na história de que a criança teria caído da cama.

O que intriga a polícia e agora toda a imprensa é que a avó materna, ou seja, a mãe da mulher de Lucas afirma que também acha difícil que o genro tenha cometido um crime tão bárbaro. Ela comentou sobre a relação da filha com Lucas. De acordo com a avó materna da criança, a relação era de muito ciúme, principalmente por parte da filha. “Minha filha sempre foi muito ciumenta e não se conformou com o tempo que os dois ficaram afastados. Tem algo errado nessa história”, disse a sogra do rapaz, aparentando também não acreditar que o genro teria matado o filho.

Lucas frequentava a Igreja Mundial e já tinha antecedentes criminais por receptação. A Polícia Civil aguarda o resultado dos exames que serão incluídos nas investigações.

 

Fonte: Notícia Urbana

 

RELEMBRE O CASO:

 

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