Sábado - 16:05 - Criolo dá show de representatividade no clipe de "Etérea": "O medo não pode vencer a liberdade". Clique na imagem, assista o clipe e deixe sua opinião
Criolo lançou nesta quinta-feira o clipe "Etérea" que conta com a participação de performers de oito coletivos LGBTQIA+ brasileiros. O músico celebra a cultura queer e alerta sobre casos de homofobia e transfobia - alguns fatais. “Esta população, apesar de estar no topo de todos os rankings de violência e morte do planeta, continua a celebrar sua existência e cultura através de grupos de resistência contra a opressão”, explica.
Com esta canção, o artista admite: “É possível construir uma sociedade mais justa, um ambiente onde as pessoas possam se respeitar. O medo não pode vencer a liberdade”. O single que deu origem ao clipe é a primeira incursão do cantor e compositor paulistano na música eletrônica – a música tem produção musical de Daniel Ganjaman em parceria com DKVPZ. A letra é um manifesto LGBTQIA+ com versos como: "É necessário quebrar os padrões / É necessário abrir discussões / Alento pra alma, amar sem portões / Amores aceitos sem imposições / Singulares, plural / Se te dói em ouvir / Em mim dói no carnal / Mas se tem um jeito esse meu jeito de amar / Quem lhe dá o direito de vir me calar?"
O vídeo foi dirigido por Gil Inoue e Gabriel Dietrich e o projeto "Etérea" cont rtista admite: “É possível construir uma sociedade mais justa, um ambiente onde as pessoas possam se respeitar. O medo não pode vencer a liberdade”. O single que deu origem ao clipe é a primeira incursão do cantor e compositor paulistano na música eletrônica – a música tem produção musical de Daniel Ganjaman em parceria com DKVPZ. A letra é um manifesto LGBTQIA+ com versos como: "É necessário quebrar os padrões / É necessário abrir discussões / Alento pra alma, amar sem portões / Amores aceitos sem imposições / Singulares, plural / Se te dói em ouvir / Em mim dói no carnal / Mas se tem um jeito esse meu jeito de amar / Quem lhe dá o direito de vir me calar?"
O vídeo foi dirigido por Gil Inoue e Gabriel Dietrich e o projeto "Etérea" conta ainda com making of e depoimentos de Ákira Avalanx (do Coletivo House of Avalanx), D’Avilla (do Popporn/Festa Dando), Fefa (do Animalia), Flip (do Coletivo Amem), Juju ZL e Kiara (do Batekoo), Transälien (do Marsha Trans e Coletividade Namíbia) e Zaila (da House of Zion). “É uma ode à arte queer em todas as suas expressões e homenageia os artistas e intérpretes que diariamente lutam contra o preconceito e a ignorância”, completa Criolo.
Fonte: GQ.

