Guarapari - Segunda-feira - 18:20 - Polícia procura suspeitos de matar cigano na frente da própria família. Clique na imagem para mais informações
A Polícia Civil divulgou um vídeo, nesta segunda-feira (25), com os suspeitos de participar do assassinato do cigano Diego Malaquias da Silva, de 21 anos, na última sexta-feira (22). Pelo menos dois suspeitos, que estão neste vídeo, foram identificados por testemunhas do crime. Eles estariam armados a caminho do local do crime.
Diego foi assassinado com vários tiros na cabeça, na frente da filha de 4 anos, da mulher e de outros familiares. O crime ocorreu dentro da casa onde a família vive há seis meses, no bairro Muquiçaba, em Guarapari. No momento do assassinato, 10 pessoas estavam na residência, que fica no segundo andar, entre elas, quatro crianças.
De acordo com a Polícia, a morte de Diego está ligada a uma rivalidade entre grupos de ciganos iniciada na Bahia. Segundo testemunhas, um indivíduo já foi executado em São Paulo, no município de Caçapava (no dia 1º de novembro de 2017) e outro foi executado em Brasília (no dia 1º de junho de 2018).
À Polícia, as testemunhas afirmam que esse grupo pretende matar outros indivíduos que deixaram a Bahia e estariam aqui em Guarapari. "A nossa intenção é identificar essas pessoas que estão no veículo para que outros homicídios não ocorram. Para i deixaram a Bahia e estariam aqui em Guarapari. "A nossa intenção é identificar essas pessoas que estão no veículo para que outros homicídios não ocorram. Para isso, a gente conta com o apoio da população através do Disque-Denúncia 181", explicou o delegado Franco Malini, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Guarapari.
“Estamos em busca da identificação dos executores. Já temos a qualificação de um dos mandantes que foi apontado pelos familiares da vítima, que teria envolvimento com o crime no estado da Bahia. Ainda não tem mandado contra ele. A gente não sabe se eles já deixaram o município de Guarapari, estamos em buscas ainda. Também estamos fazendo contato com a polícia da Bahia para buscar informações”, explicou o delegado.
Fonte: Tribuna Online.

