Sexta-feira - 9:40 - Itaperuna investiga 3.121 casos suspeitos de chikungunya com oito mortes. Veja abaixo

31 de maio de 2019 · Denny Cacciatore · Notícias em Geral

Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde (SES), até o dia 2 de abril, o município de Itaperuna tinha cerca de 943 casos confirmados de chikungunya. Segundo a Prefeitura, a Secretaria Municipal de Saúde está investigando 3.121 casos suspeitos, sendo oito mortes. Ainda de acordo com o município, como a cidade é uma referência regional tanto em urgência e emergência como em alta complexidade, após as investigações pode-se chegar a conclusão de que nem todos os casos são de moradores de Itaperuna.

A Prefeitura divulgou que faz diversas ações de combate ao Aedes aegypti e entre elas estão mutirões para evitar criadouros do mosquito, notificações de donos de terrenos abandonados e usos de inseticidas e larvicidas.

Chikungunya: sint ossível ter chikungunya mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida. Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito. O mosquito adquire o vírus CHIKV ao picar uma pessoa infectada, durante o período em que o vírus está presente no organismo infectado. Cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas.

Transmissão

A transmissão do vírus chikungunya (CHIKV) é feita através da picada de insetos-vetores do gênero Aedes, que em cidades é principalmente pelo Aedes aegypti e em ambientes rurais ou selvagens pode ser por Aedes albopictus.

Prevenção

Ainda não existe vacina ou medicamentos contra chikungunya. Portanto, a única forma de prevenção é acabar com o mosquito, mantendo o domicílio sempre limpo, eliminando os possíveis criadouros. Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos, proporcionam alguma proteção às picadas e podem ser adotadas principalmente durante surtos. Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo. Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos).

com informações do G1 Noroeste Fluminense e Fiocruz