Quarta feira 13:27 - Câmara PROTESTA e impede que juiz de Guaçuí receba título de cidadania. Veja abaixo mais informações ...
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Sob pressão e manifestações, a Câmara Municipal de Guaçuí rejeitou na noite de segunda-feira projeto de decreto legislativo de autoria do vereador Wanderley de Moraes que pretendia conceder o título de Cidadão Guaçuiense ao juiz Bruno Fritoli Almeida.
Bruno Fritoli foi o magistrado responsável por emitir mandado de prisão preventiva, em maio deste ano, contra 11 pessoas, entre elas médicos, provedor, ex-provedores e um empresário, presas durante a operação “Carro de Boi”, suspeitas de envolvimento em esquema de desvio de dinheiro da Santa Casa de Misericórdia de Guaçuí.
Após dois meses, o mesmo magistrado reconheceu que a Justiça Estadual não tinha competência para atuar no caso e encaminhou o processo para a Justiça Federal. Os presos na operação foram colocados em liberdade no dia 2 do mês passado após análise do processo feita pelo juiz federal Victor Yuri Ivanov dos Santos Farina.
Sob protestos do público presente no plenário da Câmara, Wanderley tentou justificar a homenagem ao juiz relatando que ele prestou um bom trabalho para a cidade no ano de 2017. “Não tenho sentimento pessoal nenhum com o juiz. Mas, em 2017, nós clamávamos por um promotor, juiz e pol ign: center;">Clique na imagem acima e inscreva-se
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Sob pressão e manifestações, a Câmara Municipal de Guaçuí rejeitou na noite de segunda-feira projeto de decreto legislativo de autoria do vereador Wanderley de Moraes que pretendia conceder o título de Cidadão Guaçuiense ao juiz Bruno Fritoli Almeida.
Bruno Fritoli foi o magistrado responsável por emitir mandado de prisão preventiva, em maio deste ano, contra 11 pessoas, entre elas médicos, provedor, ex-provedores e um empresário, presas durante a operação “Carro de Boi”, suspeitas de envolvimento em esquema de desvio de dinheiro da Santa Casa de Misericórdia de Guaçuí.
Após dois meses, o mesmo magistrado reconheceu que a Justiça Estadual não tinha competência para atuar no caso e encaminhou o processo para a Justiça Federal. Os presos na operação foram colocados em liberdade no dia 2 do mês passado após análise do processo feita pelo juiz federal Victor Yuri Ivanov dos Santos Farina.
Sob protestos do público presente no plenário da Câmara, Wanderley tentou justificar a homenagem ao juiz relatando que ele prestou um bom trabalho para a cidade no ano de 2017. “Não tenho sentimento pessoal nenhum com o juiz. Mas, em 2017, nós clamávamos por um promotor, juiz e polícia atuante. Quando dr. Gino foi homenageado ninguém falou nada”, disse o vereador.
Por nove votos contrários e um a favor, a homenagem ao magistrado foi rejeitada. O resultado da votação foi comemorado pela população que estava na Casa de Leis.
Fonte: Aqui Notícias
