Sábado - 14:25 - Com banco de DNA, polícia chega a suspeito de ter matado menina encontrada em mala em Curitiba. Veja Abaixo

21 de setembro de 2019 · Vanessa Gualandi · Notícias em Geral


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Até então, cerca de cem exames de confronto de DNA já tinham sido realizados no caso Raquel.



Quase onze anos depois do crime, a Polícia Civil do Paraná identificou um suspeito pelo assassinato da menina Raquel Genofre, 9, cujo corpo foi encontrado dentro de uma mala abandonada na rodoviária de Curitiba, em novembro de 2008.

Carlos Eduardo dos Santos, de 54 anos, já estava preso na Penitenciária de Sorocaba (SP) e foi identificado a partir do compartilhamento do banco de DNA entre as instituições de segurança de São Paulo e Brasília com a do Paraná.

"Ele já está condenado porque não há como ele negar a autoria desse crime", afirmou o delegado-geral adjunto da Polícia do Paraná, Riad Braga Farhat, em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (19).

Segundo ele, os nos últimos anos.

"Agora o governo federal, por meio do ministro Moro, reimplementou esse programa e deu aporte financeiro gigantesco para que se retomasse a atividade e se procedesse com mais celeridade", disse.

O Banco Nacional de Perfis Genéticos existe desde 2012 e, no final de 2018, contava com 6.500 perfis de condenados, 440 de investigados e 7.800 de vestígios de local de crime.

Para 2019, a previsão é coletar, processar e cadastrar 65 mil. Segundo o Ministério, desde sua implementação, a ferramenta auxiliou em 559 investigações.

A ideia de Moro é coletar o sangue de toda a população carcerária do país, chegando a 750.000 perfis genéticos.

Fonte: Tribuna