Vitória - Sábado - 10:50 - Namorado é preso por torturar mulher que não aceitou comida feita por ele. Veja abaixo
Clique na imagem acima e inscreva-se no Vestibular da
UNIG
Uma mulher de 45 anos foi agredida com cadeiradas, teve os dedos queimados no fogão e foi estrangulada pelo namorado que conheceu em um aplicativo de relacionamentos.O caso aconteceu no bairro Jardim da Penha, em Vitória.
As agressões aconteceram na madrugada do último domingo (27), no apartamento dela, em Jardim da Penha, Vitória.
Segundo a vítima, após muitas horas de tortura, no próprio quarto, o homem a pegou pelo braço com violência e a arrastou para a cozinha.
"Ele prendeu meu cabelo, acendeu o fogareiro do fogão e ele falou assim: 'Eu vou queimar o seu rosto, porque eu quero ver você feia'. Eu pedi por favor e tentei acalmar ele, uma pessoa extremamente nervosa e agressiva, que não tinha sido assim nunca antes. Aí com muito amor e muito carinho, ele pegou minha mão e falou: 'Me dá o dedinho. Você fica quietinha agora, fica quietinha, senão vai ser seu rosto, aí ele desligou o fogo e colocou o meu dedo para fritar na boca do fogão, que estava quente".
Após 1h30 de agressões físicas e psicológicas, a mulher conseguiu correr e pedir ajuda a pessoas que teceu no bairro Jardim da Penha, em Vitória.
Uma mulher de 45 anos foi agredida com cadeiradas, teve os dedos queimados no fogão e foi estrangulada pelo namorado que conheceu em um aplicativo de relacionamentos.
As agressões aconteceram na madrugada do último domingo (27), no apartamento dela, em Jardim da Penha, Vitória.
Segundo a vítima, após muitas horas de tortura, no próprio quarto, o homem a pegou pelo braço com violência e a arrastou para a cozinha.
"Ele prendeu meu cabelo, acendeu o fogareiro do fogão e ele falou assim: 'Eu vou queimar o seu rosto, porque eu quero ver você feia'. Eu pedi por favor e tentei acalmar ele, uma pessoa extremamente nervosa e agressiva, que não tinha sido assim nunca antes. Aí com muito amor e muito carinho, ele pegou minha mão e falou: 'Me dá o dedinho. Você fica quietinha agora, fica quietinha, senão vai ser seu rosto, aí ele desligou o fogo e colocou o meu dedo para fritar na boca do fogão, que estava quente".
Após 1h30 de agressões físicas e psicológicas, a mulher conseguiu correr e pedir ajuda a pessoas que estavam na rua e foi levada para um hospital particular de Vitória.
A prisão
O suspeito, um auxiliar de carga e descarga, de 41 anos foi preso nesta quinta-feira (31), pela
Polícia Civil, na casa de parentes. A identidade dele não será revelada para preservar a víttima.
De acordo com a delegada plantonista do Plantão Especializado da Mulher (PEM), Andréa Magalhães, o pretexto do acusado para iniciar as agressões foi o fato de ela não ter aceitado comer a comida que ele fez.
A mulher agredida afirmou que a ação da polícia foi muito efetiva para que ela se sentisse segura enquanto o suspeito não era preso.
"Eu fui muito protegida e voltei a acreditar no ser humano de bem. A minha tortura não durou só uma hora e meia, ela durou até ontem, quando a delegada me ligou para falar da detenção dele. Eu não morri e nem me entreguei por causa do meu filho, mas a polícia e toda a equipe me trouxeram de volta à vida", disse a vítima que continuou: "Eu consegui escapar com muita sorte e eu to viva para poder ver meu filho crescer".
Fonte: Tribuna