Sábado - 15:55 - Em meio a disparada de casos da Covid-19, Bolsonaro mais uma vez defende 'volta à normalidade'. Clique na imagem para mais informações
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O vídeo é uma edição de entrevista dada na porta do Palácio do Alvorada.
"Há 2 semanas falei sobre o que poderia acontecer no Brasil, caso se preocupassem apenas com um problema", escreveu o presidente como legenda para o vídeo.
A postagem do presidente acontece um dia após o Ministério da Saúde divulgar que, em uma semana, o Brasil viu triplicar o número de mortos pela Covid-19. São mais de mil óbitos e quase 20 mil pacientes diagnosticados. Os números reais, porém, são certamente muito superiores, já que o Brasil é um dos países no mundo que menos realiza testes para verificar se um paciente está ou não infectado pelo novo corona a do Palácio do Alvorada.
"Há 2 semanas falei sobre o que poderia acontecer no Brasil, caso se preocupassem apenas com um problema", escreveu o presidente como legenda para o vídeo.
A postagem do presidente acontece um dia após o Ministério da Saúde divulgar que, em uma semana, o Brasil viu triplicar o número de mortos pela Covid-19. São mais de mil óbitos e quase 20 mil pacientes diagnosticados. Os números reais, porém, são certamente muito superiores, já que o Brasil é um dos países no mundo que menos realiza testes para verificar se um paciente está ou não infectado pelo novo coronavírus. Estatísticas mostram que muitas pessoas estão internadas ou até morreram com os sintomas da doença, mas sem que tenha sido confirmado o diagnóstico. Desta forma, esses casos não entram para a estatística.
"Certas autoridades municipais e estaduais estão tomando medidas, no meu entender, além da normalidade, proibindo tráfego de pessoas, tráfego de rodovias, fechando empresas, fechando comércios", diz Bolsonaro ma entrevista.
Na sequência, ele narra que há aproximadamente 30 milhões de autônomos no Brasil:
"Uma parte considerável não está ganhando o seu ganha-pão."
Ele diz ainda que as empresas não estão produzindo e que o homem do campo também pararia.
"Nós vamos viver de quê?", questiona.
Depois de apresentar esses argumentos, ele pede que o país "volte à normalidade".
"Brasileiros, acordem para realidade. Se não acordarmos em pouco dias, poderá ser tarde demais. (...) Espero que Brasil volte à normalidade, encare o vírus, atá como se fosse uma guerra, mas em situação de igualdade. Se formos para o discurso fácil, 'todo mundo em casa', vai ser um caos", diz.
Fonte: Extra.