Sexta-Feira -17:00- Hospital de Campanha em Campos não é inaugurado e não tem nova previsão. Veja abaixo
Esta sexta-feira (12) foi a terceira data firmada pela Secretaria de Estado de Saúde para inauguração do Hospital de Campanha, em Campos. Porém, a instalação da unidade, que ajudará no combate ao novo coronavírus, ainda não foi concluída. E também não há nova previsão de entrega. Inicialmente, a inauguração foi prevista para 30 de abril, depois foi adiada para 25 de maio e por último para o dia 12 de junho. Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que após a inauguração dos hospitais de Nova Iguaçu e São Gonçalo, os esforços se concentrarão nas demais unidades, inclusive a de Campos. No entanto, as datas para entrada dos dois hospitais também não foram definidas.
Continua após a publicidade:
Clique na imagem acima e inscreva-se no Vestibular Agendado da UNIG
Na manhã desta sexta-feira (12), a equipe de reportagem esteve no local e um funcionário, que não quis se identificar, disse que eles foram informados apenas que a empresa responsável havia sido trocada e que sabiam que não haveria inauguração.
Ainda em nota, a SES disse "os engenheiros da Infraestrutura e Obras (Seinfra) já realizaram vistorias em todos os hospitais e, com base nos dados técnicos coletados, será feito um cronograma real com as datas de conclusão das obras".
Os atrasos que envolvem o hospital de campanha em Campos começaram desde a sua instalação, na área da antiga Vasa, na avenida 28 de Março. Inicialmente, a montagem havia sido anunciada para o dia 26 de março. Porém, não aconteceu. No dia 2 de abril, uma equipe do Governo do Estado esteve em Campos, acompanhada do deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), para fazer uma inspeção na área da antiga Vasa. Uma dia depois equipes da Prefeitura realizaram a limpeza do terreno.

Após isso, a instalação foi prevista para o dia 6 de abril e sua conclusão prevista para o dia 30 do mesmo mês. O que também não aconteceu. A montagem só começou em 10 de abril e ainda não foi concluída. A entrega foi adiada por três vezes, a mais recente para 12 de junho, e, agora, não tem mais data.
Sem solução para a grave crise de saúde pública, o Governo do Estado do Rio de Janeiro voltou a ter destaque com suspeitas de corrupção. A operação Placebo foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF), o contrato emergencial do Estado do Rio com o Iabas para a construção dos sete hospitais de campanha, no valor de R$ 835 milhões, tem “provas robustas de fraude”. E indícios de participação do governador e sua esposa, a advogada Helena Witzel, na suposta estrutura criminosa, que envolveria também o ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos. Além do, recém exonerado, ex-secretár será feito um cronograma real com as datas de conclusão das obras".
Os atrasos que envolvem o hospital de campanha em Campos começaram desde a sua instalação, na área da antiga Vasa, na avenida 28 de Março. Inicialmente, a montagem havia sido anunciada para o dia 26 de março. Porém, não aconteceu. No dia 2 de abril, uma equipe do Governo do Estado esteve em Campos, acompanhada do deputado federal Wladimir Garotinho (PSD), para fazer uma inspeção na área da antiga Vasa. Uma dia depois equipes da Prefeitura realizaram a limpeza do terreno.

Após isso, a instalação foi prevista para o dia 6 de abril e sua conclusão prevista para o dia 30 do mesmo mês. O que também não aconteceu. A montagem só começou em 10 de abril e ainda não foi concluída. A entrega foi adiada por três vezes, a mais recente para 12 de junho, e, agora, não tem mais data.
Sem solução para a grave crise de saúde pública, o Governo do Estado do Rio de Janeiro voltou a ter destaque com suspeitas de corrupção. A operação Placebo foi autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF), o contrato emergencial do Estado do Rio com o Iabas para a construção dos sete hospitais de campanha, no valor de R$ 835 milhões, tem “provas robustas de fraude”. E indícios de participação do governador e sua esposa, a advogada Helena Witzel, na suposta estrutura criminosa, que envolveria também o ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos. Além do, recém exonerado, ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Lucas Tristão, e do empresário Mário Peixoto, que operou no esquema de corrupção do ex-governador Sérgio Cabral (MDB) e foi preso no dia 14 na operação Favorito, desdobramento da Lava Jato e passo inicial da Placebo.
Na última segunda-feira (08), o Tribunal de Contas do Estado (TCE) determinou ao Governo do Estado, a suspensão da celebração do contrato de gestão no processo para a construção de hospitais de campanha. A tutela provisória foi solicitada pela Secretaria-Geral de Controle Externo (SGE) e deferida, em decisão monocrática, pelo conselheiro Rodrigo Mello do Nascimento, que também determinou que o governo não celebre contrato com qualquer Organização Social e que também não efetue pagamentos a estas neste processo.
Fonte: Folha1